sábado, 2 de junho de 2012

ATX-BA - DIVULGANDO - HEPATITE C


Hepatite C - O acesso ao tratamento permanece igual nos últimos 8 anos

Considerando somente dados oficiais do "MINISTÉRIO DA SAÚDE - Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos", constantes no "Relatório de Recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS -CONITEC-" a atual situação dos tratamentos na hepatite C é a seguinte:

Número de pessoas de todos os genótipos em tratamento para hepatite C crônica no último quadrimestre de cada ano, 2009-2011:


Ano Número de pessoas em tratamento (1)
2009
10.111
2010
11.628
2011
11.505

(1) - Dado fornecido por DAF/Componente Especializado da Assistência Farmacêutica.
A - Fazem parte desse total de pessoas em tratamento:
- monoinfectados por HCV genótipo 1 (tratamento e retratamento);
- Coinfectados HIV-HCV;
- genótipos não-1 (tratamento e retratamento).

B - Uma vez que não há dados disponíveis sobre a proporção de tratamento por cada grupo acima descrito, utilizamos dados de literatura para obtermos essa estimativa.

C - Segundo Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais, a proporção estimada de coinfecção HCV-HIV variou de 9,8 a 13,8% entre os anos 2007 e 2010. Assumiu-se que a mesma proporção de coinfectados com HIV-HCV estimados pelo boletim epidemiológico está em tratamento para hepatite crônica C.

Segundo dados de retratamento obtidos de quatro centros brasileiros (HUCF UFRJ, UNIFESP, UFBA e SES RS), aproximadamente 5,6% das pessoas estavam em retratamento para infecção pelo genótipo 1.


CONSIDERAÇÕES DA ANALISE DOS DADOS OFICIAIS


Nos três anos da incorporação da hepatite C no Departamento DST/AIDS/Hepatites o crescimento no número de pacientes em tratamentos em três anos foi de 13,78%, aumento que se deu no primeiro ano da incorporação, em 2010, permanecendo praticamente no mesmo número de tratamentos em 2011, com uma leve redução.

Realizando uma projeção para estimar quantos tratamentos serão realizados em 2012, analisando o consumo de medicamentos no primeiro semestre do ano é possível estimar que possam ser realizados aproximadamente 10.500 tratamentos com interferon peguilado e 950 utilizando o interferon convencional, totalizando aproximadamente 11.450 pacientes tratados até o final do ano, um número praticamente igual à quantidade de tratamentos oferecidos no ano passado.

O calculo é realista, sendo checado pela projeção do consumo de capsulas de ribavirina no ano, no total de 16,2 milhões. Considerando que a média de capsulas empregadas no tratamento do genótipo 1 (descontadas as interrupções) é de aproximadamente 1.400 capsulas e, nos genótipos 2 e 3 o consumo é de 672 capsulas em tratamentos de 24 semanas e de 1.344 em tratamentos de 48 semanas, são valores compatíveis que confirmam que a estimativa no número de tratamentos em 2012 é correta.

Considerando então que aproximadamente 12% dos tratamentos são relativos a co-infectados com HIV, segundo informação do Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais do Ministério da Saúde, o tratamento de pacientes monoinfectados será de 10.000 pacientes.

Pela falta de controles não existe um número confiável de quantos pacientes se encontram em retratamento. Quatro centros brasileiros (HUCF-UFRJ, UNIFESP, UFBA e SES RS), informaram ao ministério que aproximadamente 5,6% das pessoas estavam em retratamento para infecção pelo genótipo 1. Mas tal dado é colocado em dúvida por um número considerável de médicos, isso porque não existem controles confiáveis sobre os tratamentos realizados nos pacientes quando era utilizado o interferon convencional. Alguns estimam que o número de pacientes em retratamento seja superior aos 10% ou 15%, já que mais de 60% desses pacientes fracassaram ao utilizar o interferon convencional, muitas vezes de duvidosa qualidade, quando a resposta terapêutica não chegava aos 30%.

Trabalhando então com a média otimista de aproximadamente 10% de retratamentos, se observa que a possibilidade de acesso ao tratamento em 2012 é de aproximadamente 9.000 pacientes nunca antes tratados com qualquer antiviral.


ACESSO AO TRATAMENTO - COMPARANDO 2004 COM 2012

Para a população infectada interessa saber qual a possibilidade de acesso ao tratamento, isto é, quantos novos pacientes nunca antes tratados ingressam ao sistema anualmente. Ao se realizar o acompanhamento dos últimos oito anos os números são desalentadores.

Em 2004, primeiro ano após o nascimento do Programa Nacional de Hepatites Virais, foram tratados 8.216 pacientes (40% com interferon convencional e 60% com interferon peguilado). Tal número de tratamentos é um dado oficial constante no procedimento do Ministério Público Federal confirmado, ainda, pelo Tribunal de Contas da União e aceito como verdadeiro pelo Ministério da Saúde nas diversas contestações realizadas durante o procedimento investigatório.

O procedimento foi aberto por denúncia efetuada pelo Grupo Otimismo resultando na constatação de um desvio de faturamento nos recursos enviados aos estados, destinado a ressarcimentos na aquisição do interferon peguilado, de R$. 231 milhões de reais.

O impacto foi de tamanha importância que no domingo 21 de agosto de 2005, no programa Fantástico da TV Globo, o Ministro Corregedor da União, Dr. Waldir Pires foi entrevistado para explicar como foi realizado o desvio dos R$. 231 milhões de reais. O valor foi totalmente restituído ao ministério em 24 cotas entre os anos de 2006 e 2007.

Se neste ano de 2012, excluindo retratamentos e tratamentos de co-infectados, terão oportunidade de receber tratamento aproximadamente 9.000 novos infectados fica dramaticamente lamentável comparar com os dados de 2004, quando 8.216 tinham possibilidade de receber o tratamento. Um crescimento de somente 10% desde a criação do Programa Nacional de Hepatites Virais.


MINHAS CONSIDERAÇÕES FINAIS

Se em sete anos de um Programa Nacional de Hepatites Virais e mais três anos da incorporação no Departamento DST/AIDS/Hepatites o aumento na possibilidade de acesso de novos infectados ao tratamento foi de somente 10% (1% a cada ano) é necessário reconhecer que a estratégia adotada pelo Ministério da Saúde não deu certo.

Apresentações com belos slides coloridos mostrando quantas capacitações foram realizadas, quantas reuniões, viagens, encontros, treinamentos, aquisição de equipamentos, etc., conseguem aplausos e entusiasmam os mais desavisados, mas é pela crua e fria realidade dos números mostrando os resultados que as ações e programas devem ser avaliados.

Na avaliação por resultados é necessário reconhecer que o trabalho e as intenções por melhores que tenham sido não conseguiram os resultados esperados pelo gestor e pela sociedade. Devemos assumir que estão praticamente perdidos oito anos no enfrentamento da hepatite C. Os tratamentos que eram realizados antes da existência de um programa são quase os mesmos que os realizados atualmente.

É necessário abrir a discussão a toda a sociedade, reunindo governo federal, estaduais, municipais, Sociedades Médicas, Sociedade Civil, Congresso Nacional, Ministério Público, Defensoria Pública, instituições como a Ordem dos Advogados e outras associações de classe para em conjunto se encontrar a melhor estratégia para enfrentar a maior epidemia da historia, em número e recursos, que o Brasil deve enfrentar.

As estimativas otimistas do governo estimam em 2,1 milhões os brasileiros cronicamente infectados com hepatite C, estimativas realistas calculam que o número deva ficar entre 3 e 3,5 milhões.

Seja qual for o número colocado numa mesa de discussões, o que importa é que estamos falando de uma epidemia com um numero de infectados entre 3,5 e 6,5 vezes maior que na epidemia de HIV/AIDS. A quantidade de infectados merece e precisa de forma urgente de um programa específico, estratégico, com técnicos capacitados em hepatite C, para de vez por todas o Brasil enfrentar de forma responsável o grave problema.

Não dá mais para ignorar ou tentar explicar com belas palavras em puro gerúndio. Devemos avaliar e nos guiar pura e exclusivamente pelos resultados conseguidos nesses últimos oito anos.
Carlos Varaldo
Grupo Otimismo
e-mail: hepato@hepato.com - Internet: http://www.hepato.com

sexta-feira, 1 de junho de 2012

ATX-BA - PASSE LIVRE PARA OS TRANSPLANTADOS DA BAHIA

Tia Eron defende passe livre a transplantados

by Vereadora Tia Eron
Após aprovação por unanimidade na Assembléia Legislativa da Bahia, o Projeto de Lei nº 19.585, que garante a gratuidade para pessoas com deficiência no transporte intermunicipal nos modais rodoviário, ferroviário, aquaviário e metroviário, mais conhecida como a lei do Passe Livre Intermunicipal para Pessoa com Deficiência (PCD), a vereadora Tia Eron (PRB) propõe a extensão do benefício aos transplantados baianos.
Com esse objetivo, Tia Eron apresentou na Câmara Municipal de Salvador o Projeto de Indicação nº 206/2010, que estende os benefícios destinados aos portadores de deficiência física aos transplantados do Estado da Bahia, em conformidade com a Lei 12.907/08.
Articulações
Motivada pela lei estadual sancionada no dia 26/04 pelo governador Jaques Wagner, Tia Eron se reuniu com o superintendente dos Direitos da Pessoa com Deficiência SUDEF, Alexandre Baroni, com Márcia Chaves presidente da Associação dos Pacientes Transplantados da Bahia (ATX-BA) e o deputado estadual e presidente da Comissão de Saúde e Saneamento do parlamento baiano, José de Arimatéia (PRB), para discutir possíveis melhorias visando o bem-estar daqueles que passaram por algum tipo de transplante.
A ideia é promover articulações com os diversos setores do poder público e da iniciativa privada para o desenvolvimento e fortalecimento das políticas voltadas a inclusão social dos mesmos.

ATX-BA - INFORMANDO


Teste com vacina contra hepatite C apresenta bons resultados.
Pesquisa abre caminho para tratamento mais eficaz contra a infecção
LONDRES - Uma nova vacina contra a hepatite C - doença crônica que ataca o fígado - apresentou bons resultados numa pesquisa clínica em humanos, segundo médicos britânicos e italianos. Os dados foram publicados na revista científica “Science Translational Medicine”.
A vacina, ainda experimental, usa um vírus modificado do resfriado e se mostrou segura em 41 pessoas saudáveis. Ela causou respostas imunes similares às observadas em indivíduos que apresentam uma defesa pouco comum, porém natural contra a hepatite C. Os resultados sugerem que, no futuro, o medicamento poderá ser desenvolvido para ser uma vacina de efeito potencialmente prolongado e amplamente eficaz contra a infecção, que, se estima, atinge 170 milhões de pessoas em todo o mundo e é de difícil tratamento.
Os autores da pesquisa dizem que ainda são necessários mais estudos por vários anos antes de ser possível desenvolver a uma vacina específica contra a hepatite C. Uma das dificuldades é que o vírus está em constante mutação. Existem seis cepas diferentes dele.
- É possível gerar respostas imunes celulares amplas contra a hepatite C que durem pelo menos um ano - disse Paul Klenerman, da Universidade de Oxford, na Grã Bretanha, que participou da pesquisa. - As respostas imunes que observamos são promissoras e estamos iniciando a próxima etapa do estudo.
A nova vacina foi elaborada para gerar uma resposta das células T do sistema imune às partes internas do vírus, em vez de estimular um ataque de anticorpos à capa do vírus. Nessa primeira etapa do estudo, o principal objetivo foi avaliar a segurança da vacina. Agora os autores querem saber se a vacina poderá ajudar a pessoas já infectadas pelo vírus de hepatite C.
A hepatite C é causada por um vírus que se transmite através do sangue. As pessoas infectadas podem ter o vírus por anos sem apresentar sintomas. Mas se a doença não for tratada pode causar cirrose e câncer de fígado. O tratamento é com a combinação das drogas interferon e ribavirina, porém elas são eficazes apenas em 50% dos casos e têm efeitos colaterais que levam muitos pacientes a desistirem da terapia. Novos fármacos, incluindo Incivek (Vertex Pharmaceuticals) e Victrelis (Merck) foram aprovados em 2011, e são tomados com interferon e ribavirina.
O Globo.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

ATX-BA - INFORMANDO - RADIO FANDANGO

em » 22/05/2012
Teste de hepatite C é recomendado a pessoas com idade entre 47 e 67 anos

15h39min

As autoridades de saúde dos Estados Unidos estão convocando todas as pessoas com idade entre 47 e 67 anos para realizarem teste de detecção da hepatite C. A doença atinge cinco vezes mais indivíduos que a Aids e provoca mais mortes. Maio foi declarado o mês de conscientização das hepatites naquele país.

De acordo com o presidente do Grupo Otimismo de Apoio ao Portador de Hepatite C, Carlos Varaldo, a campanha é uma forma de tentar que o governo federal desperte para enfrentar este problema de saúde pública. O presidente da Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite, Humberto Silva, alerta que, dos cerca de 3 milhões de brasileiros portadores de algum tipo de hepatite viral, apenas 5% sabem que estão doentes.

A hepatite C é causada por um vírus transmitido principalmente pelo sangue contaminado, mas a infecção também pode passar através das vias sexual e vertical (da mãe para filho), embora seja menos comum. Na maioria dos casos, a doença é assintomática e o portador só descobre que tem a doença quando desenvolve um caso grave de hepatite com risco de cirrose e câncer no fígado. Em manifestações crônicas, o paciente pode apresentar mal-estar, vômitos, náuseas, pele amarelada (icterícia) e dores musculares. Não há vacina contra a doença.

Para prevenir, certifique-se de que agulhas ou qualquer outro objeto que entre em contato com sangue é descartável ou está devidamente esterilizado; leve seu próprio material quando for à manicure; use preservativo nas relações sexuais e fique longe de drogas injetáveis.


http://www.radiofandango.com.br/archive/printer.php?noticia=26430

sábado, 19 de maio de 2012

ATX-BA - Informando - 19 de Maio - Dia Internacional das Hepatites

  O governo recomenda a realização do teste da hepatite C a todas as pessoas nascidas entre 1947 e 1967


As autoridades estimam que entre as pessoas com idade entre 47 e 67 anos de idade se encontram 75% dos infectados com a hepatite C. A maioria desses infectados não se incluem nos fatores de risco que, até agora, haviam sido usados como base para recomendar a realização do teste. Esses fatores de risco incluem o uso de drogas injetáveis, ter recebido transfusão de sangue ou transplantes de órgãos antes do teste HCV tornou-se rotina, exposições conhecidas para HCV, presença de sintomas de hepatite, e todos os pacientes com HIV.
  
Hepatite C: Assassino Invisível

Na faixa de idade entre 47 e 67 anos, 1 de cada 30 indivíduos está infectado com hepatite C e não sabe da sua doença. O hemograma não detecta a infecção, somente com um teste especifico chamado ANTI-HCV é possível o diagnostico.  O teste somente existe desde 1992, ano em que os bancos de sangue passaram a testar o sangue utilizado em transfusões. 

A maioria dos infectados com hepatite C foi contaminado antes de 1992, permanecendo o vírus atacando e destruindo o fígado de forma silenciosa e sem sintomas por duas ou três décadas, chegando finalmente a levar o paciente à cirrose ou ao câncer de fígado.  Em cada quatro pessoas não diagnosticadas e devidamente tratadas, uma delas estará perdendo 17 anos de vida, morrendo a uma idade média de 56 anos.

A hepatite C é transmitida por contato com sangue, não sendo considerada uma doença sexualmente  transmissível devido a pouca probabilidade de acontecer o contagio por via sexual.

A recomendação é das autoridades de saúde dos Estados Unidos

Por ser a hepatite C o maior desafio de saúde pública, as autoridades da saúde dos Estados Unidos, para enfrentar a epidemia que  atinge cinco vezes mais indivíduos que a AIDS e mata atualmente mais que a AIDS, está convocando todas as pessoas com idade entre 47 e 67 anos para realizar quanto antes o teste de detecção da hepatite C. 

Nos Estados Unidos  o dia 19 de maio foi declarado dia nacional de testagem e toda a nação está mobilizada para tentar encontrar pelo menos 600.000 infectados.  Ao mesmo tempo o mês de maio foi declarado o mês de conscientização nas hepatites no país. Um exemplo que deveria ser seguido por todos os países.

No Brasil, organizações da sociedade civil, lamentavelmente sem apoio do governo federal, estão realizando na segunda quinzena de maio ações de conscientização e em alguns casos testagem das hepatites, como forma de  tentar  que o governo federal desperte para enfrentar o principal problema de saúde pública que aflige o Brasil, onde é estimado que até 3,5 milhões de brasileiros estão infectados.

As organizações de pacientes que lutam pelas hepatites não mais aceitam que após 10 anos da criação de um programa de hepatites no ministério da saúde, 95% dos infectados com hepatites B ou C  ainda não estejam diagnosticados e que somente 1 de cada 300 infectados receba tratamento a cada ano.

Carlos Varaldo
Presidente do Grupo Otimismo de Apoio ao Portador de Hepatite C
ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO - AIGA
Aliança Brasileira pelos Direitos Humanos e o Controle Social nas Hepatites
www.aigabrasil.org

  

A Associação de Pacientes Transplantados da Bahia é filiada a AIGA e participa hoje Dia Internacional das Hepatites em parceria com:
 
Salão Jacques Janine  - Shopping Barra
Contato:  Rhejane Tel: (71) 3264-3315/3264-1306

Salão Barber Beauty - Shopping Iguatemi.
Contato: Adriana Mota /Coordenadora de Marketing Grupo Barber Beauty
Tel: (71) 3344-8640
  
Salão Magic Spar
Contato: Alice/Cristina Tel: (71) 3248-6575

All Pé
Contato: Cleyde Maia
Tel.: (71) 3264-3490/8788-2249

 

quinta-feira, 17 de maio de 2012

ATX-BA - Informando

Rio

C. Redentor terá iluminação especial para alertar sobre os riscos da hepatite

Por ocasião do Mês Internacional de Combate a Hepatite C, a Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite, o Grupo Otimismo de Apoio a Portadores de Hepatite e a ONG C Tem que Saber C Tem que Curar, em parceria com o Santuário do Cristo Redentor promovem campanha que pretende conscientizar a população quanto à importância do diagnóstico precoce da hepatite C.  No sábado (19), o Cristo Redentor será iluminado em amarelo e vermelho, cores que representam a doença.
O monumento será iluminado em amarelo e vermelho, cores que representam a doença. Além disso, os “Amigos do Cristo Redentor” disponibilizarão, entre os dias 19 a 26 de maio, no local do evento, uma equipe de enfermeiros que realizarão, gratuitamente, a testagem de HCV na população. O teste é simples, como o de diabetes, com apenas um furinho no dedo e o resultado sai em dois minutos. 
Durante o evento e ao longo de uma semana o Cristo Redentor ficará bicolor, em homenagem às cores da hepatite - Amarelo e Vermelho. O fato visa alertar a sociedade brasileira para os perigos que a Hepatite C representa, como a ausência de sintomas, grande prevalência, elevado número de óbitos precoces, a carência de uma maior atenção e de campanhas governamentais, além da necessidade da criação do Departamento de Hepatite C no Ministério da Saúde. 
A Saúde Pública é o tema mundial da Campanha da Fraternidade de 2012. A Hepatite C representa um dos mais graves problemas de saúde publica do mundo com cerca de 170 milhões de pessoas infectadas.
 http://www.jb.com.br/rio/noticias/2012/05/17/c-redentor-tera-iluminacao-especial-para-alertar-sobre-os-riscos-da-hepatite/

sábado, 12 de maio de 2012

ATX-BA -Informando - TV Bahia - Jornal Meio Dia


 http://g1.globo.com/videos/bahia/t/bahia-meio-dia/v/cerca-de-seis-mil-pessoas-precisam-fazer-transplante-de-rins-na-bahia/1941217/

ATX-BA - DIVULGANDO - TV RECÔCAVO - INFOSAJ

10/05/12 - 15h57 - Atualizado às 10/05/12 - 15h57

Baixo número de hospitais faz crescer espera por transplante renal na Bahia

Cerca de seis mil pessoas precisam fazer transplante de rim no estado. Coordenador estadual diz que hoje são três unidades que realizam cirurgia

Cerca de seis mil pessoas precisam fazer transplantes devido aos graves problemas nos rins, porém se deparam com o número reduzido de hospitais que realizam a cirurgia na Bahia. Por isso, os pacientes ficam anos dependentes das máquinas de hemodiálise ou não conseguem entrar na lista de espera por um novo órgão.

De acordo com o coordenador do Sistema Estadual de Transplantes, Eraldo Moura, os procedimentos hoje são realizados em três hospitais: Hospital Ana Nery, no Hospital Espanhol, ambos em Salvador, e na Santa Casa da Misericórdia, em Itabuna, no sul da Bahia. Há a previsão de inauguração de cinco novos centros
especializados no mês de dezembro deste ano, informa o coordenador do sistema estadual, Eraldo Moura.

"Temos previsão de que até o fim do ano mais cinco serviços novos estejam funcionando. A maioria dele é em unidades públicas, como o Hospital Regional de Juazeiro, em Feira de Santana, outra unidade em Vitória da Conquista, e mais uma unidade maior para atender a demanda reprimida no estado que é o hospital Roberto Santos, em Salvador", afirma Eraldo Moura.


Segundo a Secretaria Estadual da
Saúde (Sesab), foram realizados 102 transplantes de rins na Bahia. Até abril deste ano, o órgão indica a realização de 51 procedimentos. Os pacientes devem ser inscritos na lista única nacional pelo Sistema Estadual de Transplantes, vinculado à secretaria. Uma vez na listas, os pacientes têm mais chances de conseguir o rim em outro estado do país, segundo prevê a lei.

No entanto, a Associação dos Pacientes Transplantados da Bahia afirma que a situação fica mais complicada nos municípios que não têm um órgão para inserção do nome do pacientes na lista.

"Quando um município tem lista para se candidatar a um transplante,a pessoa está inscrita na lista desse município. Quando não tem, o representante do Ministério da Saúde tem por obrigação de lei resolver o problema - ou coloca em outra instiuição que faz o transplante ou na lista única no Brasil, do Sistema Nacional de Transplante", explica Márcia Chaves, presidente da associação.

Enquanto isso, o trabalhador rural Rosalvo Santos, que mora em Camamu, continua à espera do rim. "Eu vim para
aqui com a esperança de ser inscrito em uma fila de transplante renal aqui no estado, já tem um ano e não estou inscrito", diz.
com informações do G1
da redação do PORTAL INFOSAJ 
 http://www.infosaj.com.br/ver/noticia/baixo_nmero_de_hospitais_faz_crescer_espera_por_transplante_renal_na_bahia.html

ATX-BA - INFORMANDO

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Jornal Grande Bahia 
Fonte: Carlos Augusto
Publicado 09/05/2012 às 05:47:37 |
Durante audiência na AL-BA, doentes renais apresentam graves denúncias contra clínicas e serviços prestados pelo SUS

Atraso na entrega de medicamentos. Discriminação em clínicas prestadoras de serviços do SUS. Ausência de encaminhamento para a fila de transplantes. Essas foram algumas das denúncias dos cidadãos que necessitam de transplantes, ou já transplantados, durante Audiência Pública realizada pela Comissão de Saúde e Saneamento da Assembleia Legislativa (AL) nesta terça-feira (08/05/2012).
A vice-presidente do colegiado, deputada estadual Graça Pimenta (PR), sugeriu a implementação de políticas que solucionem as questões. “Os problemas são graves. Se falta medicação, o paciente pode vir a óbito. Ele não pode esperar. Temos que resolver essas questões, pois quem está sofrendo são os pacientes. Precisamos implementar mais políticas públicas específicas para os transplantados”, declara.
Conforme o superintendente da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab), Alfredo Boa Sorte, as denúncias serão verificadas. “Iremos apurar todas as denúncias. As queixas podem ser envidas para a auditoria do SUS ou para o gabinete do secretário de Saúde, Jorge Solla”, afirma.
Boa Sorte informou também que em 2011 foram realizados 427 transplantes do Estado. De acordo com Eraldo Moura, coordenador da Central de Transplantes da Bahia, “os baianos não doam por falta de conhecimento, mas a Sesab vai desenvolver um projeto de conscientização nas escolas e universidades”. Moura também informou que os profissionais de Saúde têm dificuldades de identificar, nos hospitais, os indivíduos que têm morte encefálica, um dos critérios que identificam um potencial doador.
Graça Pimenta sugeriu que os profissionais sejam capacitados. “Segundo os dados divulgados aqui, na Bahia apenas 40% das mortes encefálicas são identificadas. Os profissionais precisam ser capacitados, pois isso vai gerar um maior número de doadores que vierem a óbito”, pontua.
Conforme a presidente da Associação dos Pacientes Transplantados da Bahia (ATX-BA), Márcia Chaves, o “transplante é um ato médico-social, que sem a sociedade não caminha, porém é necessário mais que isso. O tratamento pós-transplante é fundamental. Os medicamentos, por exemplo, são essenciais para que não haja a rejeição do órgão ou tecido transplantado”.
A Comissão de Saúde vai encaminhar a ata da reunião à Sesab e sugeriu que o Estado realize campanhas de conscientização sobre a doação de órgãos. O evento contou também com a presença da presidente da Comissão de Biotecnologia e Biodireito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Jane Miranda; da vice-presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb), Tereza Maltez; do diretor da Assistência Farmacêutica da Sesab, Lindenberg Costa; do representante do Conselho Estadual da Saúde, Marco Barroso; e da subsecretária da Saúde de Salvador, Deise Barbosa.
http://www.jornalgrandebahia.com.br/2012/05/durante-audiencia-na-al-ba-doentes-renais-apresentam-graves-denuncias-contra-clinicas-e-servicos-prestados-pelo-sus.html
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sexta-feira, 11 de maio de 2012

ATX-BA - PASSE LIVRE PARA TRANSPLANTADOS DA BAHIA

Vereadora Tia Eron (PRB) propõe a extensão do Passe Livre Intermunicipal aos transplantados do estado baiano.



Vereadora Tia Eron (PRB), Governador Jaques Wagner (PT) e Márcia Chaves – Presidente da Associação dos Pacientes Transplantados da Bahia (ATX-BA).
Após aprovação por unanimidade na Assembléia Legislativa da Bahia o Projeto de Lei nº 19.585, que garante a gratuidade para pessoas com deficiência no transporte intermunicipal nos modais rodoviário, ferroviário, aquaviário e metroviário, mais conhecida como a lei do Passe Livre Intermunicipal para Pessoa com Deficiência (PCD), a vereadora Tia Eron (PRB) propõe a extensão do benefício aos transplantados do estado baiano.
Em virtude disso, Tia Eron apresentou na Câmara Municipal de Salvador o Projeto de Indicação nº 206/2010, trata-se de uma Extensão dos Benefícios destinados aos portadores de deficiência física aos Transplantados do Estado da Bahia em conformidade com a legislação 12.907/08.
Motivada pela lei estadual já sancionada, no dia 26/04, pelo governador Jaques Wagner, Tia Eron se reuniu com o Superintendente dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Sudef, Alexandre Baroni, com Márcia Chaves – Presidente da Associação dos Pacientes Transplantados da Bahia (ATX-BA) e o deputado estadual e presidente da Comissão de Saúde e Saneamento do parlamento baiano, José de Arimatéia (PRB), para discutir possíveis melhorias visando o bem-estar daqueles que passaram por algum tipo de transplante, promovendo articulações com os diversos setores do Poder Público e da iniciativa privada para o desenvolvimento e fortalecimento das políticas voltadas a inclusão social dos mesmos.
Fonte: Araquém Querino

ATX-BA - Campanha de Prevenção das Hepatites Dia 19 DE MAIO DIA INTERNACIONAL DAS HEPATITES

                             
No Brasil é estimado que existam aproximadamente 5 milhões de infectados de forma crônica com as hepatites B e C, mas 90% deles ainda não sabem que estão perigosamente doentes por falta de realização do teste diagnostico.

O hemograma não mostra se uma pessoa está infectada, sendo necessário fazer um exame especifico para saber da doença. Quem teve contato com o vírus raramente vai se livrar de forma espontânea.

Procure um posto de saúde ou uma unidade de saúde e solicite (ou exija) a realização do teste das hepatites se você considerar ser necessário. Todos os planos de saúde são obrigados a realizar os testes das hepatites.

A maioria das pessoas que estão infectadas com as hepatites B e C não sabem de sua infecção. O risco de desenvolver doença hepática grave como a cirrose ou um câncer é grande. O vírus silenciosamente ataca o fígado durante muitos anos sem ser dectado.
             
UNIDADES DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADAS EM HEPATITES VIRAIS
Salvador
CEDAP - Centro Especializado em Diagnóstico, Assistência e Pesquisa

Endereço: Rua Comendador José Alves Ferreira, 240 - Garcia, Salvador/BA
(71) 3116-8867
HAN - Hospital Ana Nery
Endereço: Rua Saldanha Marinho s/n, Caixa D’ Água - Salvador/BA
(71) 3117-1800
HCM - Hospital Couto Maia
Endereço: R. Rio São Francisco s/n, Mont Serrat – Salvador/BA
(71) 3316-3084
HGRS - Hospital Geral Roberto Santos
Endereço: R. Direta do Saboeiro s/nº - Cabula, Salvador/ BA
(71) 3372-2856
HUPES - Hospital Universitário Professor Edgard Santos/Ambulatório Magalhães Neto
Endereço: R. Padre Feijó, s/nº - Canela, Salvador/ BA
(71) 3283-8363
Semae - Serviço Municipal de Assistência Especializada (3º Centro de Saúde) Endereço: Rua Lima e Silva, 217 – Liberdade, Salvador/BA
(71) 3611-4180
Barreiras
SAE - Serviço de Assistência Especializada Edgar Pita
Endereço: Rua Funrural/nº, Morada Nobre, Barreiras/BA
(77) 3613-9564 / 4191
Camaçari
CRES - Centro de Referência Especializado em Saúde
Endereço
: Rua Oito de Dezembro, 59, Centro, Camaçari/ BA
(71) 3622-0949
Feira de Santana
CSE - Centro de Saúde Especializado Dr. Leone Coelho Leda
Endereço: R. Geminiano Costa s/n, Centro, Feira de Santana/BA
(75) 3221-8001 Ilhéus
CTA/SAE - Centro de Testagem e Aconselhamento / Serviço Especializado de Assistência
Endereço: Av. Canavieiras, 252, Centro, Canavieiras/BA
(73) 3633-5623
Ipiaú
CS - Centro de Saúde Dr. Elvídio Antônio dos Santos
Endereço: Rua João Durval Carneiro s/nº, Santana, Ipiaú/BA
(73) 3531-7491
Itabuna
CR - Centro de Referência Dr. Júlio Brito
Endereço: Rua Inácio Tosta Filho, 360, Centro, Itabuna/BA
(73) 3214-6129
Juazeiro
CS - Centro de Saúde Dr. Altino Lemos
Endereço: Av. Carmela Dutra, s/n, Angari, Juazeiro - BA (73) 3632-3750  3775 / 3776
Santo Antônio de Jesus
SAE - Serviço Especializado de Assistência Viva Vida
Endereço: Praça Pirajá s/nº, Centro, Santo Antônio de Jesus/BA
(75) 3632-1727
Senhor do Bonfim
CTA/SAE - Centro de Testagem e Aconselhamento / Serviço Especializado de Assistência
Endereço: Av. Antonio Vicente, 163, Centro, Senhor do Bonfim/BA
(74) 3514-3312
Teixeira de Freitas
CTA/SAE - Centro de Testagem e Aconselhamento/ Serviço Especializado de Assistência
Endereço: Rua Rondônia, 103, Centro, Teixeira de Freitas/BA
(73) 3011-2713
Vitória da Conquista
CAAV - Centro de Atenção e Apoio à Vida Dr. David Capistrano
Praça João Gonçalves s/nº, Vitória da Conquista/BA (77) 3424-8934

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