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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

ATX-BA - MPE E MPF EM DEFESA DOS DIREITOS DAS PESSOAS PORTADORAS DE DOENÇA RENAL CRÔNICA NA BAHIA


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Notícia   
20/02/2017 - 18:54
Redator: 
Maiama Cardoso MTb/BA - 2335
MPE e MPF ajuízam ação para assegurar assistência adequada a portadores de doença renal crônica
Uma ação civil pública, com pedido de tutela de urgência em caráter liminar, foi ajuizada pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MPE) e o Ministério Público Federal (MPF) para defender os direitos das pessoas portadoras de doença renal crônica no estado. Autores da ação, os promotores de Justiça Maria Isabel Vilela, Carlos Martheo Guanaes e Fábio Ribeiro Velloso e o procurador da República Fábio Conrado Loula afirmam que a oferta atual do serviço de hemodiálise é desproporcional ao número de pacientes e a desassistência às pessoas que necessitam de cuidados imediatos é recorrente. Eles ajuizaram a ação contra a União, o Estado, o Município de Salvador e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) para assegurar terapia renal substitutiva (hemodiálise e diálise peritoneal) aos pacientes.
Conforme o documento, a cada ano, o número de pacientes crônicos aumenta sem que haja a correlata abertura de novos serviços. Além disso, dois inquéritos instaurados para apurar a situação evidenciaram irregularidades como falta de vagas, desmobilização de serviços e desarticulação da rede de assistência. De acordo com os autores da ação, foram empreendidas diversas tentativas de resolução administrativa dos problemas. Como os MPs não obtiveram êxito, tiveram que postular judicialmente a regularização da assistência.
Cecom/MP - Telefones: (71) 3103-0446 / 0449 / 0448 / 0499 / 6502

FONTE: http://www.mp.ba.gov.br/noticia/36052

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

ATX-BA - Dia Internacional do Combate ao Câncer Infantil

Arimateia se pronuncia sobre o Dia Internacional do Combate ao Câncer Infantil


Em alusão ao Dia Internacional do Combate ao Câncer Infantil, celebrado nesta quarta-feira (15), o presidente e idealizador da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde e Institutos de Pesquisas Afins na Bahia, deputado estadual José de Arimateia (PRB-BA), utilizou a Tribuna da Assembleia Legislativa da Bahia para destacar a importância de ações voltadas à prevenção e combate à doença no Brasil.
Segundo informações do Ministério da Saúde, pelo menos 12,6 mil crianças e adolescentes brasileiros devem ser vítimas da enfermidade entre os anos de 2016 e 2017. Entre esses, 500 novas incidências surgem somente no estado da Bahia por ano.
No ensejo, o republicano destacou que o câncer nessa fase da vida pode ser vencido em aproximadamente 70% dos casos quando se consegue obter um diagnóstico precoce. “Quero aqui, como presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde deixar este aviso para que todos os pais sigam atentos a problemas relativamente banais, porém persistentes, e procurem, o quanto antes, orientação médica. Prevenir sempre será o melhor remédio”, advertiu.
No final do seu pronunciamento Arimateia cobrou uma maior agilidade do Governo do Estado com o Fundo Estadual da Criança e Adolescente, como também o dos idosos. Preocupado com a amorosidade na regulamentação da Política Estadual da Pessoa Idosa, o deputado pontuou a Lei, que foi relator, criada para definitivamente assegurar os direitos da terceira idade, dando condições para promover a garantia dos seus direitos fundamentais, autonomia, integração e participação efetiva na família e sociedade.
Texto: Ludmilla Cohim
Fotos: Cris Oliveira

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017






ESTADÃO Opinião»Doação de órgãos como obra de misericórdia 
             Doação de órgãos como obra de misericórdia
“Um ato de amor e uma testemunha genuína de caridade que se estende além da morte”
José Medina Pestana,
O Estado de São Paulo
09 Fevereiro 2017 | 03h00

Líderes de religiosos estão em posições decisivas para expressar suporte teológico categórico e dissipar a resistência a incorporar conceitos recentes na interpretação das suas escrituras, quando envolvem questões advindas da atividade contemporânea da sociedade. O transplante de órgãos é uma dessas questões e representa um dos maiores avanços da medicina nas ultimas décadas: órgãos ou tecidos de uma pessoa distinta são incorporados e adquirem função normal em novo receptor. 
Assim, milhares de pessoas recuperaram a visão com um transplante de córnea, readquiriram qualidade de vida sem diálise após transplante de um único rim, ou tiveram sua vida salva por um transplante de coração, fígado ou pulmão – órgãos que, doentes, não lhes dariam vida por período superior a um ou dois anos. A grande maioria desses procedimentos é realizada com órgãos doados após a morte, fruto da intenção manifesta em vida ou após autorização formalizada pelos familiares.
Atos em benefício dos semelhantes estão na base e no credo das religiões. Embora a maioria dos conselhos ou líderes das crenças predominantes se posicione de maneira favorável aos transplantes e considere a doação post mortem um ato nobre, persistem conflitos quanto ao conceito de morte encefálica, bem como acerca da necessidade de integridade do corpo para as cerimônias fúnebres ou para alcançar benefícios espirituais.
Entre os mais de 2,3 bilhões de seguidores do cristianismo, tanto católicos romanos como ortodoxos e protestantes, predomina a decisão favorável à doação, o que contribui para que a grande maioria dos transplantes seja realizada em países onde predomina a fé cristã. Testemunhas de Jeová, que não aceitam a transfusão de sangue, não se opõem ao transplante de órgãos. Para a maioria dos pastores evangélicos, a doação de órgãos é um ato de amor e de generosidade. Para o judaísmo a doação de órgãos é um ato de justiça e misericórdia, embora existam seguidores contrários, por não aceitarem a violação do corpo ou o diagnóstico de morte encefálica como o fim da vida. 
A maioria do 1,3 bilhão muçulmanos considera a integridade do corpo como condição para o acesso à vida eterna, assim o número de transplantes é pequeno nessa comunidade. Entretanto, o Conselho Muçulmano Britânico apoia a doação, dando prioridade ao mérito do ato de salvar vidas. Os mais de 1 bilhão de seguidores do hinduísmo atribuem mérito espiritual à doação de órgãos, mas ainda contam com pequeno número de transplantes, dado o incipiente desenvolvimento dessa atividade nas suas regiões. O xintoísmo, predominante no Japão, e o confucionismo, na China e na Coreia, são crenças que preconizam o sepultamento do corpo inviolado e, embora apresentem legislações que normatizam a doação, número reduzido de transplantes é realizado nesses países. Os mesmos conflitos existem para os seguidores do budismo.
Entre todas as religiões e crenças, foi a Igreja Católica que mais categoricamente acatou o diagnóstico de morte encefálica como fim da vida e reconheceu o mérito do ato de doar órgãos. O papa São João Paulo II, na encíclica Evangelium Vitae, de 1995, estabeleceu que entre os atos de heroísmo cotidiano “merece particular apreço a doação de órgãos feita, segundo formas eticamente aceitável, para oferecer uma possibilidade de saúde e até de vida a doente por vezes sem esperança”. Em pronunciamento ulterior, durante o Congresso Internacional de Transplantes, em 2000, em Roma, afirmou que “a morte da pessoa é um evento único, que consiste na total desintegração do complexo unitário que a pessoa é em si mesma, como consequência da separarão do princípio vital, ou da alma, da realidade corporal da pessoa”. E reconheceu “a constatação, segundo parâmetros bem determinados e em geral compartilhados pela comunidade científica internacional, da cessação total e irreversível de qualquer atividade encefálica (cérebro, cerebelo e tronco encefálico) como sinal da perda da capacidade de integração do organismo individual como tal”.

É legítimo entender que, sendo a doação de órgãos post mortem fruto de forte espiritualidade, num momento de perda e sofrimento familiar, muitas vezes inesperado, a dimensão do desprendimento e solidariedade justifica sua inclusão entre as “obras de misericórdia”. Definida nos primórdios do cristianismo como a virtude de ter compaixão e aliviar o desconforto do semelhante, a misericórdia é reconhecida pela Igreja Católica como ações que fortalecem a espiritualidade, expressa em sete obras corporais:
 1) dar de comer, 2) dar de beber, 3) vestir os nus, 4) visitar os doentes, 5) visitar os presos, 6) acolher os peregrinos e 7) enterrar os mortos. 
Estas são listadas em paralelo com sete obras de misericórdia espirituais: 1) dar bom conselho, 2) corrigir os que erram, 3) ensinar os ignorantes, 4) suportar com paciência as fraquezas do próximo, 5) consolar os aflitos; 6) perdoar os que nos ofenderam e 7) rezar pelos vivos e pelos mortos. Para enfatizar a importância espiritual da prática sistemática desses atos nos nossos dias o papa Francisco proclamou 2016 o ano do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, incluído entre as ações que celebraram os 50 anos do Concílio Ecumênico Vaticano II.
A inclusão da doação de órgãos entre as “obras de misericórdia” atenderia a uma necessidade contemporânea em harmonia com as escrituras desse concílio, cuja essência foi abrir a Igreja para a modernidade. O papa Bento XVI em 2008 pode ter antecipado essa proposta ao definir a doação como “um ato de amor e uma testemunha genuína de caridade que se estende além da morte”. Assim a misericórdia e o mérito de salvar vidas poderiam ser prioridades na controversa interpretação de parte das escrituras religiosas.
* PROFESSOR TITULAR DA UNIFESP/ ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA, É MEMBRO DA ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. E-MAIL: MEDINA@HRIM.COM.BR

Fonte: http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,doacao-de-orgaos-como-obra-de-misericordia,70001658552

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

ATX-BA - CRISE NO SISTEMA DE HEMODIÁLISE NA BAHIA.

 Crise do sistema de hemodiálise na Bahia exige medidas emergenciais


O agravamento na crise do sistema de hemodiálise na Bahia vem preocupando o Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb), que agora vem tornar público os problemas enfrentados pelos portadores de insuficiência renal crônica dialítica no estado. O Conselho tem sido com frequência notificado, e recebido cobranças, acerca das dificuldades enfrentadas por estes pacientes.


Dois serviços de nefrologia conveniados com Sistema único de Saúde (SUS) já notificaram aos gestores da saúde e informaram ao Cremeb que não tem mais intenção de renovar o contrato de prestação de serviços de diálise sem que haja o devido reequilíbrio financeiro. Os contratos, que estão ativos desde janeiro de 2013, irão expirar na próxima sexta-feira, dia 16, podendo deixar desassistidos cerca de 290 pacientes em Salvador.
Como problema principal está a baixa remuneração dos procedimentos, em valores inferiores ao custo, pois são corrigidos abaixo da inflação desde 2001. Além disso, desde 2013 o valor deste procedimento não é reajustado na Tabela SUS, de responsabilidade do Ministério da Saúde. Isto tem inviabilizado a ampliação e a manutenção de alguns serviços conveniados com o SUS e remunerados de acordo com essa tabela. Consequentemente, há grande dificuldade de surgimento de vagas tanto para hemodiálise como para a diálise peritoneal.
O Cremeb tinha a informação de que haviam pacientes com insuficiência renal crônica e que permaneciam internados em hospitais enquanto aguardam uma vaga em serviços ambulatoriais de diálise. Tal situação, além de trazer transtornos ao paciente renal e seus familiares, contribui para aumentar o déficit de leitos de enfermaria e em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), já que, em alguns hospitais, esse procedimento só é realizado em UTIs.
No último dia 06, o Cremeb, atendendo a uma convocação do Ministério Público do Estado da Bahia, participou de uma reunião, na sede do órgão, para discutir este problema junto a gestores do Estado, ao coordenador do Centro de Apoio Operacional da Saúde Pública (Cesau), promotor de Justiça Rogério Queiroz, e outros integrantes de MPE, além da presidente do Conselho Estadual de Secretários Municipais de Saúde (Cosems), Stela Souza.
Dados apresentados no encontro revelam que há, hoje, no estado mais de 160 pacientes internados aguardando vagas para hemodiálise. A maioria está, apenas por este motivo, impedida de receber alta. Na oportunidade, foram discutidas medidas para minorar o problema com propostas que envolvem gestores municipais, estaduais e federais, mas, infelizmente, nenhuma terá grande impacto a curto prazo.
Para o vice-presidente do Cremeb, conselheiro Júlio Braga, apesar da maior responsabilidade por esta situação ser decorrente dos gestores do SUS a nível federal, que não reajustam a tabela SUS há três anos, os gestores municipais e estadual e a sociedade precisam unir esforços para resolver o problema. “Não podemos deixar que a população continue correndo riscos.

O paciente com insuficiência renal com indicação de diálise pode falecer após alguns dias sem realizá-la. É necessário que seja tomada uma atitude o mais rápido possível, principalmente, porque a disponibilização de novos serviços não se consegue em poucos meses”, afirma.

fonte:http://www.cremeb.org.br/index.php/noticias/crise-do-sistema-de-hemodialise-na-bahia-exige-medidas-emergenciais/



terça-feira, 20 de dezembro de 2016

ATX-BA - Feliz Natal...



Nós pacientes transplantados queremos encerrar o a ano de 2016 agradecendo aos nossos contribuintes, voluntários e todos àqueles que veem nos ajudando lutando pela nossa causa e, nos dando uma “Segunda Chance de VIVER”.

Ou mesmo nos abastecendo de amor e carinho através de um olhar, de uma palavra, da presença, nos dando a certeza que a nossa luta pela “VIDA” não é solitária e sim solidária.

              Feliz Natal e um Ano Novo para todos.
                                              
                                           ATX-BA
                                    Márcia Chaves

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

ATX-BA - O QUE É HEPATITE?

A hepatite C provoca cerca de 350.000 mortes por ano em todo o mundo – ainda que muitas pessoas nem sequer sabem que têm a doença infecciosa.

A hepatite é uma inflamação do fígado, e vírus da hepatite C é uma inflamação do fígado causada pelo vírus da hepatite C.Outros tipos de hepatites virais incluem a hepatite A , B, D, e E hepatite A e E são geralmente adquiridos a partir de alimentos e bebidas contaminados, enquanto a hepatite B , C, e D são transmitidos através de fluidos corporais. Causas e riscos da hepatite C O vírus da hepatite C (VHC) faz com infecções hepatite C.Existem seis grandes estirpes de HCV ou genótipos do HCV e mais de 50 subtipos de vírus da hepatite C, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Estes genótipos respondem de forma diferente aos tratamentos, e é possível de ser infectado com mais do que um genótipo de HCV, ao mesmo tempo.A hepatite C é uma doença contagiosa que é transmitida quando o sangue de uma pessoa infectada entra no corpo de alguém que não está infectado.Hoje, as formas mais comuns isso ocorre é através de:A partilha de agulhas e seringas para o uso de drogas intravenosasferimentos acidentais provocados pela agulha em serviços de saúdeDurante o nascimento se a sua mãe tem hepaite C. Embora menos comum, também é possível adquirir uma infecção da hepatite C por ter sexo desprotegido com alguém que tem o vírus, ou usar itens de higiene pessoal – incluindo lâminas de barbear e escovas de dentes – que tenham estado em contacto com sangue infectado com HCV.Alguns fatores que aumentam o risco da hepatite C:Trabalhando no ambiente de saúde ou outro campo em que você tem contato regular com sangueTendo HIVReceber uma tatuagem ou piercing com instrumentos não esterilizadosdiálise renal que submete-se por muitos anosEmbora os vírus são as causas mais comuns de hepatite, também existem numerosos tipos de hepatite não-viral, incluindo:A hepatite alcoólica causado pelo abuso prolongado de álcoolHepatite auto-imune, em que o sistema imunitário ataca as células saudáveis do fígadoHepatite induzida por drogas de vários medicamentos, incluindo acetaminofeno , não-esteróides anti-inflamatórias (NSAIDs) , esteroides anabolizantes, pílulas anticoncepcionais e tetraciclina antibióticosA hepatite resultante de doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA), uma condição que se desenvolve quando grandes quantidades de gordura se acumula no fígado de alguém que bebe pouco ou nenhum álcool e que normalmente é obesa. Prevalência de Hepatite C A hepatite C vem em duas formas: aguda e crônica.De acordo com o Centers for Disease Control and Prevention (CDC), aproximadamente 15 a 25 por cento das pessoas infectadas com a hepatite C só desenvolver uma infecção aguda, que limpa de forma espontânea do corpo dentro de seis meses.O outro 75 a 85 por cento das pessoas passam a se tornar portadores de hepatite C e desenvolver uma infecção crônica, que pode durar uma vida e levar a complicações da hepatite relacionados com o C , incluindo doença hepática crônica, cirrose (cicatrizes irreversíveis do fígado), e câncer de fígado.Os homens são menos propensos do que as mulheres para limpar espontaneamente uma infecção aguda de seu sangue, e mais propensos a desenvolver complicações hepáticas a partir da infecção, de acordo com um artigo de 2006 na revista Gut.Havia aproximadamente 21.870 novos casos agudos de hepatite C nos Estados Unidos em 2012, e infecções crônicas de HCV afetar cerca de 3,2 milhões de americanos, de acordo com o CDC.Em uma escala global, 2-3 por cento da população mundial está vivendo com hepatite C e cerca de 350.000 pessoas morrem anualmente devido a complicações relacionadas com a doença, de acordo com a 2012 publicado na revista Clinical Infectious Diseases.Cerca de 70 a 80 por cento das pessoas infectadas com aguda da hepatite C não apresenta sintomas no início, observa o CDC.Aqueles que o fazem, no entanto, pode ter:IcteríciaFadigaFebreurina escuraproblemas gastrointestinaisAs pessoas com hepatite C crônica, por outro lado, normalmente não mostrar quaisquer sintomas até que o fígado ficar danificado.O padrão de tratamento para a hepatite C é uma terapia de combinação de fármacos antivirais.Este tratamento medicamentoso é eficaz para 50 a 90 por cento das pessoas, segundo a OMS.Com as informações Meio Ambiente RioRead more https://meioambienterio.com/2016/11/o-que-e-a-hepatite-c-causas-e-riscos/