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domingo, 26 de outubro de 2014

ATX-BA - DIVULGANDO: Critérios para tratar, ou não tratar, com Harvoni® (sofosbuvir/ledipasvir).

Critérios para tratar, ou não tratar, com Harvoni® (sofosbuvir/ledipasvir)

27/10/2014 

O plano de saúde privado dos Estados Unidos "Anthem" publicou normas para oferecer o tratamento da hepatite C a seus associados utilizando o Harvoni® (sofosbuvir/ledipasvir), medicamento recentemente aprovado no país, livre de interferon, totalmente oral e que utiliza somente uma pílula ao dia. 

ELES OFERECEM O TRATAMENTO DO GENÓTIPO 1 DA HEPATITE C A INFECTADOS COM MAIS DE 18 ANOS DE IDADE COM A SEGUINTE DURAÇÃO DO TRATAMENTO: 

- Genótipo 1, pacientes nunca antes tratados com qualquer interferon, com carga viral inferior a 6 milhões e sem cirrose, tratamento com duração de 8 semanas. 

- Genótipo 1, pacientes nunca antes tratados com qualquer interferon, com carga viral superior a 6 milhões e sem cirrose, tratamento com duração de 12 semanas. 

- Genótipo 1, pacientes nunca antes tratados com qualquer interferon, com cirrose, com qualquer carga viral, tratamento com duração de 12 semanas. 

- Genótipo 1, pacientes que não obtiveram sucesso a um tratamento realizado com interferon peguilado e ribavirina, ou também utilizando boceprevir ou telaprevir, sem cirrose, com qualquer carga viral, tratamento com duração de 12 semanas. 

- Genótipo 1, pacientes que não obtiveram sucesso a um tratamento realizado com interferon peguilado e ribavirina, ou também utilizando boceprevir ou telaprevir, com cirrose, com qualquer carga viral, tratamento com duração de 24 semanas. 

CRITÉRIOS PARA APROVAÇÃO DO TRATAMENTO: 

- Fibrose pela escala Metavir F3 ou superior. 

- Transplantados de fígado. 

- Infectados com crioglobulinemia ou manifestações da hepatite C em outros órgãos, por exemplo, com vasculite. 

- Infectados com doença glomerular [proteinúria (maior do que 300 mg / dia), síndrome nefrótica, ou glomerulonefrite membranoproliferativa] 

- Que não esteja abusando ativamente drogas ilícitas e / ou álcool. 

ESTÃO EXCLUÍDOS DO TRATAMENTO COM Harvoni®: 

- Pacientes com cirrose descompensada. 

- Infectados com insuficiência renal grave (depuração da creatinina inferior a 30 mL / min). 

- Infectados que realizam dialises. 

- Infectados que estejam utilizando outro inibidor NS5B, como o sofosbuvir ou qualquer outro similar. 

- Infectados que não tenham conseguido sucesso se realizaram tratamento com sofosbuvir. 

- Infectados que não tenham conseguido sucesso se realizaram tratamento com ledipasvir. 

- Infectados com outros genótipos que não o genótipo 1. 

Consideram finalmente que de acordo com as recomendações de consenso das sociedades médicas AASLD/IDSA-2014, nos infectados com fibrose pela escala Metavir entre F0 e F2 pode ser aconselhável adiar o tratamento diante da iminente chegada de novos medicamentos. 

MEU COMENTÁRIO: 

Estou colocando as diretrizes de um plano de saúde dos Estados Unidos referentes quem de seus associados deve receber o tratamento da hepatite C com o Harvoni® (sofosbuvir/ledipasvir), ou seja, é uma espécie de "Protocolo", não necessariamente um consenso médico ou guia de tratamento de uma sociedade médica. 

A integra do documento é encontrada na página Web do plano de saúde em http://www.anthem.com/provider/noapplication/f0/s0/t0/pw_e225443.pdf?na 


Carlos Varaldo


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

ATX-BA - DIVULGANDO - Mesmo protegida pela lei, doação de órgãos ainda é tabu.


 
17 DE OUTUBRO DE 2014
Mesmo protegida pela lei, doação de órgãos ainda é tabu
17 de outubro, dia mundial da doação de orgãos
17 de outubro, dia mundial da doação de orgãos
diariodaregiao
Silvano Mendes
A doação de órgãos ainda é um assunto tabu para a sociedade. Mesmo se em alguns países todo cidadão é um doador potencial, os médicos ainda enfrentam a resistência das famílias, a falta de estrutura para a realização dos transplantes e o baixo nível de formação específica sobre o assunto nas faculdades de medicina. Para marcar esse Dia Mundial de Doação de Órgãos (17 de outubro), a RFI ouviu especialistas na França e no Brasil, que comentam os dois sistemas.
Do ponto de vista jurídico, alguns países adotaram o chamado “consentimento explícito”, que autoriza a retirada dos órgãos apenas diante da indicação oficial do doador. Esse princípio é aplicado na Europa em nações como Reino Unido, Irlanda, Alemanha, Holanda ou Dinamarca.
Já nos demais, o que vale é o “consentimento presumido”, onde todo cidadão é um doador potencial e a retirada dos órgãos só não pode ser feita se o paciente exprimir em vida sua oposição ao procedimento. É nesses casos que, geralmente, algumas famílias tentam impedir o transplante.
O sistema francês está entre os mais eficientes da Europa, já que todos os hospitais do país estão conectados entre si para que os órgãos, uma vez considerados aptos após a constatação de morte encefálica, sejam imediatamente encaminhados para transplante.
Mesmo assim, a lista de espera é grande. “Em janeiro deste ano; 11.600 pessoas esperavam por um órgão na França. Segundo nossas estatísticas, pelo menos 500 pessoas morrem anualmente enquanto aguardam um doador”, relata Pierre Noir, vice-presidente da Federação francesa das associações para a doação de órgãos e tecidos humanos (Adot).
A França segue uma tendência mundial, onde os transplantes de rins são os mais frequentes. Das mais de 5 mil cirurgias feitas nos hospitais franceses este ano, cerca de 3 mil são renais, seguidas de 1,5 mil do fígado, 400 de coração e 300 de pulmão.
A outra referência na Europa é a Espanha, principalmente pelo número de doações efetivas, que chega a 40 para cada milhão de habitantes, um dos maiores índices do mundo.
Situação brasileira
O Brasil, que também adotou, como a França e a Espanha, o sistema de consentimento presumido, ainda está longe dos números europeus. Atualmente, os hospitais brasileiros dispõem de apenas 13 doadores para cada milhão de habitantes, ou seja, proporcionalmente, cerca de metade do índice francês e quase um quarto do espanhol.
Para Francisco Neto de Assis, presidente da Aliança Brasileira pela doação de órgãos e tecidos (ADOTE), a situação brasileira é resultado de uma série de fatores. “Em 1998, adotamos o princípio da doação presumida, mas essa lei não pegou no Brasil. Houve muita resistência, principalmente da classe médica, que não se sentia confortável em tomar a decisão da retirada dos órgãos sem consultar a família. Mesmo que eu me manifeste, em vida, favorável à doação, a família pode negar”, explica. Uma das reivindicações da ADOTE para evitar esse tipo de impasse é a criação de um registro nacional de doadores (dispositivo que já existe no caso de medula óssea), o que impediria a oposição dos familiares.
Outro fator que dificulta a doação de órgãos no Brasil é a distribuição desequilibrada da rede de saúde no país. “A chance de alguém que mora na região Norte ou Nordeste fazer um transplante é muito menor que alguém que mora no Sul ou Sudeste, onde estão concentrados os centros de transplantes”, analisa Neto de Assis. Além disso, o presidente da ADOTE lembra que, mesmo se o Brasil conta com mais de 200 escolas de medicina, apenas quatro oferecem disciplinas sobre doação de órgão.
Atualmente, no Brasil, um paciente pode ficar até três anos na fila de espera por um rim. Já no caso do coração e do fígado, em razão da curta expectativa de vida dos doentes, inferior a um ano, a maioria dos pacientes morre antes de conseguir um doador. 
TAGS : FRANÇA - SAÚDE - DOAÇÃO - MEDICINA - BRASIL
FONTE:http://www.portugues.rfi.fr/geral/20141017-dia-mundial-de-doacao-de-orgaos

ATX-BA: BAHIA RECALL Nº 20 - TROFÉU


Destaque na mídia Televisão com o anúncio Quase, feito para a ATX-BA (Associação de Pacientes Transplantados da Bahia). O mesmo comercial venceu o Grand Prix de anúncio de TV da capital.
Grand Prix 
Título: Quase (ALMOST)
Agência: Propeg Comunicação
Anunciante: ATX -BA - Associação de Pacientes Transplantados Da Bahia


Nosso troféu confeccionado pelo artista Bel Borba.


" TODO MUNDO PODE TER UMA SEGUNDA CHANCE. DOE ÓRGÃOS."

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

CAMPANHA FEITA PELA PROPEG PARA ATX-BA É VENCEDORA DO GRAND PRIX NO 20º BAHIA RECALL

BRASIL
Bahia Recall comemora 20 anos premiando a publicidade baiana
Foram, ao todo, 26 agências de propaganda finalistas e 54 peças concorrendo aos prêmios de 2014
Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
08/10/2014 09:31:00Atualizado em 08/10/2014 10:16:17

c c e
As agências Propeg Comunicação e Revolution Brasil foram as duas grandes vencedoras do Prêmio Bahia Recall, concedido pela Rede Bahia para os melhores anúncios baianos veiculados em seus canais de televisão, rádio, internet e jornal. A premiação aconteceu na noite de ontem no Teatro Castro Alves. 

O Bahia Recall é reconhecido no mercado como o maior prêmio da publicidade e propaganda baiana e nesta edição - que teve como tema  “Para quem não fica só na primeira ideia” - completou 20 anos. Foram, ao todo, 26 agências de propaganda finalistas e 54 peças concorrendo aos prêmios de 2014. Segundo a gerente de Marketing da Rede Bahia, Lilian Gramacho, o objetivo do prêmio é incentivar e valorizar o mercado publicitário baiano.

"Eu diria que a publicidade está a serviço da estratégia e dos produtos e é cada vez maior o desafio em ser inovador e criativo", afirmou. A Propeg abocanhou os prêmios Destaque na mídia Televisão com o anúncio Quase, feito para a ATX- Associação de Pacientes Transplantados da Bahia. O mesmo comercial venceu o Grand Prix de anúncio de TV da capital.

Já o anúncio Selfie venceu na mídia Jornal, na categoria Destaque e, também, o Grand Prix desta mídia. A Revolution, entre outros prêmios, levou o Grand Prix da mídia Rádio, com o anúncio Aniversário Insinuante, que também ganhou o prêmio Destaque, na categoria Mercado para a mesma mídia.

O diretor executivo da Rede Bahia, João Gomes, observou que o Bahia Recall é um estímulo à criatividade. "Muitos dos vencedores do Bahia Recall conquistam grandes prêmios nacionais também".

Televisão 

Categoria Institucional
Título: Quase
Agência: Propeg
Anunciante: Atx -BA Associação de Pacientes Transplantados Da Bahia


Fonte: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/bahia-recall-comemora-20-anos-premiando-a-publicidade-baiana/?cHash=12c32524feb29f915411b7cd794ec9d2

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

ATX-BA - ATO PÚBLICO DE PACIENTES TRANSPLANTADOS

Ligamos hoje pela manhã (01/10/2014) para farmácia do Hospital Ana Nery e continua faltando CICLOSPORINA de 25 e 50 MG para cerca de 900  transplantados que pegam lá, sem previsão de chegar.
 A situação até hoje:
10/09/2014 - Não tem CICLOSPORINA de 25 e 50 MG.
11/09/2014 - Não tem CICLOSPORINA de 25 e 50 MG.
12/09/2014 - Não tem CICLOSPORINA de 25 e 50 MG.
13 a 17/09/2014 - Só tem de 25 MG e falta de 50 MG.
18 a 01/10/2014 - Não tem CICLOSPORINA de 25 e 50 MG.

LEIS:

De acordo com a  Portaria GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.439, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2010 Altera os arts. 3º, 15, 16 e 63 e os Anexos I, II, III, IV e V à Portaria Nº 2.981/GM/MS, de 26 de novembro de 2009.


CAPÍTULO II - DA ORGANIZAÇÃO
Art. 9º Os medicamentos que fazem parte das linhas de cuidado para as doenças contempladas neste Componente estão divididos em três grupos com características, responsabilidades e formas de organização distintas.
Grupo 1 - Medicamentos sob responsabilidade da União
Grupo 2 - Medicamentos sob responsabilidade dos Estados e Distrito Federal
Grupo 3 - Medicamentos sob responsabilidade dos Municípios e Distrito Federal

É o ESTADO DA BAHIA que compra esta medicação e não o Ministério da Saúde. 

Art. 49. O Ministério da Saúde, as Secretarias Estaduais de Saúde e o Distrito Federal poderão
pactuar a aquisição centralizada dos medicamentos pertencentes ao Grupos 1B (conforme o Anexo I) e Grupo 2 (conforme Anexo II) deste Componente, desde que seja garantido o equilíbrio financeiro entre as esferas de gestão, observando, entre outros, o benefício econômico da centralização frente às condições do mercado e os investimentos estratégicos do governo no desenvolvimento tecnológico e da capacidade produtiva junto aos laboratórios públicos e oficiais.



Lutamos pela vida e qualidade de vida. Depois de esperarmos anos em uma lista pela doação de um órgão ou tecido o mínimo que pode ser feito pelo gestor público é fornecer a medicação para continuarmos a viver.

Pacientes transplantados fazem protesto em Salvador