Como presidente da ATX-BA e em nome de nossos associados venho parabenizar o Prof. Dr. José Medina Pestana pela Comenda Zilda Arns Neumann de Medicina e Responsabilidade Social .
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
ATX-BA - Dr. MEDINA recebe Comenda Medicina e Responsabilidade Social pelo CFM.
O Professor Doutor JOSÉ OSMAR MEDINA DE ABREU PESTANA, filho de Osmar de Abreu Pestana e Gilda Bertão Pestana, nasceu
Professor titular da Disciplina de Nefrologia da Unifesp, dirigiu o Hospital São Paulo de
Ninguém de Ipaussu, no sudoeste do estado,
botou fé quando José Osmar Pestana se mudou para São Paulo decidido a
virar doutor. Em sua cidade, parecia sonhador demais um filho de pedreiro e
costureira entrar numa disputada faculdade de medicina. Ele tinha 19 anos, e o
plano que arquitetou era ambicioso mesmo: trabalharia um ano, guardaria
dinheiro para o cursinho e passaria no vestibular. Alugou um quarto de pensão e arrumou emprego
de torneiro mecânico numa fábrica
A próxima meta de Medina Pestana é ampliar o
prédio de onze andares do hospital. No fim do dia, ele gosta de pendurar o
jaleco e jogar bola. Treina no gramado do Jockey Club, perto do bairro onde
mora, o Jardim Panorama. Uma vez por mês, muda o endereço do futebol para a
Ipauçu natal. Passa o sábado como médico voluntário e, em seguida, convida os
conterrâneos para uma pelada. (Entrevista Veja São Paulo/Vejinha).
O Brasil vem desenvolvendo eficientes modelos
de assistência pública para procedimentos de alto custo, acima do esperado para
países
Uma das principais razões do sucesso desses
programas é o investimento na formação de profissionais brasileiros em
programas de pós-graduação nos Estados Unidos e na Europa, nos últimos 30 anos,
patrocinados por agências federais e estaduais. Após o retorno esses
profissionais ocupam posições importantes em Universidades, liderando o
desenvolvimento desses programas.
As listas de espera para transplante são
organizadas regionalmente, em cada estado.
O desenho do programa de transplante renal em
larga escala nasceu no Hospital do Rim e Hipertensão, fundado há sete anos
(1998) como órgão suplementar do Hospital São Paulo, da Universidade Federal de
São Paulo – UNIFESP. Possui 90 leitos destinados ao tratamento da maioria das
doenças renais, ocupados principalmente por transplantados.
Recentemente em solenidade presidida pelo
Governador José Serra, realizada no dia 6 de Março de 2009, O Hospital do Rim de
São Paulo recebeu o Prêmio de “Melhor Hospital do SUS no Estado.
Além de todas as suas atividades como médico
e professor da UNIFESP Universidade Federal do Estado de São Paulo), dedica-se
a promover em todo o país a cultura da Doação de Órgãos e Transplantes
promovendo campanhas, cursos, palestras, debates e eventos sobre doações e
transplantes para os diferentes segmentos da sociedade; sensibiliza as pessoas
sobre a importância da doação de órgãos baseado nos princípios da ética e da
solidariedade, seja assessorando hospitais, secretárias se saúde como vem
fazendo no nosso Estado como bom baiano e agora
soteropolitano.
O III Congresso Brasileiro de Humanidades em Medicina que acontecerá entre os dias 23 e 25 de outubro, em Salvador (BA), tem como objetivo principal fomentar a aproximação e uma maior interface entre a prática médica e os diferentes campos de conhecimento, em especial os que pertencem ao campo das ciências humanas.
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
ATX-BA - CONVITE - " DIA NACIONAL DO DOADOR DE ÓRGÃOS"
CONVITE
A ATX-BA solicitou à Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa da Bahia que fizesse uma homenagem ao "Dia Nacional do Doador de Órgãos" (27/09). Vai ser uma Audiência Pública para podermos nos expressar.
DIA: 24/09/2013 (próxima terça)
HORARIO: DAS 09:00 AS 12:00 HORAS
LOCAL: SALÃO ELIEL MARTINS DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA (NO CAB)
Vamos homenagear a quem nos deu a "VIDA" pela segunda vez.
Compareçam e divulguem. Levem seus familiares e doadores vivos, amigos.
Márcia Chaves
Presidente ATX-BA
A ATX-BA solicitou à Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa da Bahia que fizesse uma homenagem ao "Dia Nacional do Doador de Órgãos" (27/09). Vai ser uma Audiência Pública para podermos nos expressar.
DIA: 24/09/2013 (próxima terça)
HORARIO: DAS 09:00 AS 12:00 HORAS
LOCAL: SALÃO ELIEL MARTINS DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA (NO CAB)
Vamos homenagear a quem nos deu a "VIDA" pela segunda vez.
Compareçam e divulguem. Levem seus familiares e doadores vivos, amigos.
Márcia Chaves
Presidente ATX-BA
VISTA ESTA CAMISA.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
ATX-BA - INFORMANDO: ONG de combate à hepatite C faz 10 anos pedindo mais medicamentos.
7/09/2013
Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.
ONG de combate à hepatite C faz 10 anos pedindo mais medicamentos
Ao entregar relatório de atividades, ONG "C Tem que Saber, C Tem que Curar" diz que pacientes têm dois grandes empecilhos na luta contra a doença: falta de informação e burocracias na liberação dos medicamentos.

Burocracias na liberação dos medicamentos é um dos problemas para pacientes com o virús da hepatite. Foto: OMS
A organização não-governamental de combate à hepatite "C Tem que Saber, C Tem que Curar" divulgou um relatório de atividades para marcar os 10 anos da entidade, comemorados neste mês de setembro.
Segundo a ONG, 300 mil pessoas com o vírus da hepatite já foram encaminhadas à rede pública de saúde para tratamento e procedimentos médicos. A maioria destes pacientes não sabia que tinha o vírus.
Prevenção e Controle
De acordo com Chico Martucci, presidente da ONG "C Tem que Saber C Tem que Curar", a hepatite é uma doença silenciosa, e os pacientes têm que estar atentos para fazer a prevenção e o controle, uma vez que o tempo é fundamental na luta contra a doença.
"Quem pertence ao grupo de risco? Aquelas pessoas que receberam o sangue até 1993. Quem compartilhou pelo menos uma vez na vida de substância lícita ou ilícita na veia. Quem vai à manicure sem levar seu estojo próprio. Quem tem antecedente de outras hepatites. Quem teve acidente com material pérfuro-cortante. Lembrando que a rota do vírus C sempre passa pelo sangue contaminado. O contato é sangue, sangue."
Prateleira
Martucci contou à Rádio ONU que os pacientes de hepatite enfrentam dois grandes empecilhos na hora de combater a doença: a falta de informação e casos de burocracia que impedem que os remédios cheguem a quem precisa, com a urgência necessária.
"Os desafios de hoje são que muitas pessoas têm o tratamento negado pelo Estado aqui no Brasil. Eles precisam da terapia tripla que é um remédio novo que chegou que são os inibidores de protease. Eles estão na prateleira do Ministério da Saúde desde fevereiro. O Ministério efetuou uma compra tem o remédio lá. Chamas-se inibidor de protease."
De acordo com a ONG, a hepatite C é uma doença que mata, na maioria dos casos, pessoas com 50 anos ou um pouco mais, que convivem com o vírus há várias décadas e não sabiam da existência do problema até as complicações começarem.
Um outro desafio é a fila do transplante no Brasil. Segundo a ONG, há quatro fígados por milhão de habitante. E 95% dos pacientes falecem à espera do fígado.
FONTE: Notícias e Mídia - Rádio ONU
A ATX-BA parabeniza a C Tem que Saber, C Tem que Curar", na pessoa de seu presidente, Chico Matucci, pelo belo trabalho que eme desenvolvendo nestes 10 anos.
Márcia Chaves
Presidente ATX-BA
terça-feira, 10 de setembro de 2013
ATX-BA - INFORMANDO - DIREITO DOS IDOSOS
A ATX-BA convida a todos para audiência pública promovida pelo Deputado José de Arimatéia na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) para cuja temática são os idosos e seus direitos.
Local : Plenário da ALBA (CAB)
Dia: 03/10/2013
Hora: 09:30 horas.
CARTA ABERTA
O COMPROMISSO DE TODOS POR UM ENVELHECIMENTO DIGNO NO
BRASIL E NA BAHIA
A última pesquisa do IBGE, em 2010, revelou um dado importante quanto ao envelhecimento do povo brasileiro, apontando para uma população de mais de 67 por cento de idosos, daqui a menos de 30 anos, sendo que o Estado da Bahia aparece em 1° lugar no índice de pessoas centenárias, notadamente na cidade de Piatã, na Chapada Diamantina. E já somos um milhão e meio de pessoas idosas em Salvador estima-se em 300 mil. O Brasil é signatário de pactos internacionais em favor do envelhecimento, como o pacto de Madri (2000), que reconhece o envelhecimento da população como um macro positivo, e o Plano que alguma noticia demora a chegar ou são as pessoas que apresentam certa dificuldade para escutar...
Uma Questão de Direitos Humanos, Saúde Pública e Responsabilidade
Social
Após pesquisas e constatação das várias formas de violência sofridas pelas pessoas idosas em nosso estado, que perduram até os dias de hoje, tornando-se uma grave violação dos direitos e saúde pública. Por conta dessa preocupante e atordoante preocupação, o Movimento Social das Pessoas Idosas da Bahia vem a público Denunciar que, após muitas lutas da sociedade civil organizada, foi instalada, através da lei 9,277/2004, a Deati – Delegacia Especializada de Atendimento de Atendimento ao Idoso, localizada na Rua Salete, 19 – Barris, para servir de instrumento efetivo de ação preventiva, repressiva e investigativa em cumprimento dos artigos 4º e 46º do Estatuto do Idoso. Trata-se de uma unidade projetada para um atendimento especial ao idoso, em face do aumento da violência contra ele, inclusive dentro da própria família. Para tanto, foi formada uma equipe interdisciplinar capacitada pelo Fórum Permanente das Questões do Idoso da Bahia (custo zero para o Governo), dentro dos padrões e conhecimento exigidos pela Gerontologia e Geriatria e do Estatuto do Idoso, composta de delegadas, agentes policias, assistentes sociais, pessoal de apoio, veículo para deligência, alojamento dentro dos padrões da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) para acolher temporariamente o idoso em risco de morte após denúncia.
Num trabalho conjunto com o Ministério Público, a Deati vinha desempenhando suas funções com qualidade, em plantões de 24 horas, até que começou o desmanche dessa delegacia com a retirada de quase todo pessoal preparado para atendimento diferenciado. E o mais grave, a delegacia não funciona no turno da noite, deixando o idoso em risco de vida, sem socorro policial durante as madrugadas, pois o atendimento só é feito no horário administrativo. Passou-se a fazer marcação de audiências com datas marcadas para o fim do ano, inobservando o atendimento prioritário e em tempo hábil, para a pessoa idosa. Esta situação se configura com UMA BÁRBARA VIOLÊNCIA INSTITUCIONAL, em época de Pacto Pela Vida – “um compromisso de todos com a segurança”. E buscam-se parcerias e envolvimento com a sociedade civil organizada. O que é mesmo pacto pela vida?
O PACTO PELA VIDA COMEÇA COM A PESSOA IDOSA – a população idosa tem o direito de viver, de envelhecer e de ter sua delegacia funcionando certo para garantir o tratamento digno aos idosos. Eles são a memória viva de uma sociedade e de um povo, como mostra a história das civilizações.
MOVIMENTO DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA: REDE NIAPI – Núcleo Interinstitucional de Ação Pró Idosos (53 instituições do idoso), Fórum Permanente das Questões do Idoso na Bahia.
ATX-BA.
Local : Plenário da ALBA (CAB)
Dia: 03/10/2013
Hora: 09:30 horas.
CARTA ABERTA
O COMPROMISSO DE TODOS POR UM ENVELHECIMENTO DIGNO NO
BRASIL E NA BAHIA
A última pesquisa do IBGE, em 2010, revelou um dado importante quanto ao envelhecimento do povo brasileiro, apontando para uma população de mais de 67 por cento de idosos, daqui a menos de 30 anos, sendo que o Estado da Bahia aparece em 1° lugar no índice de pessoas centenárias, notadamente na cidade de Piatã, na Chapada Diamantina. E já somos um milhão e meio de pessoas idosas em Salvador estima-se em 300 mil. O Brasil é signatário de pactos internacionais em favor do envelhecimento, como o pacto de Madri (2000), que reconhece o envelhecimento da população como um macro positivo, e o Plano que alguma noticia demora a chegar ou são as pessoas que apresentam certa dificuldade para escutar...
Uma Questão de Direitos Humanos, Saúde Pública e Responsabilidade
Social
Após pesquisas e constatação das várias formas de violência sofridas pelas pessoas idosas em nosso estado, que perduram até os dias de hoje, tornando-se uma grave violação dos direitos e saúde pública. Por conta dessa preocupante e atordoante preocupação, o Movimento Social das Pessoas Idosas da Bahia vem a público Denunciar que, após muitas lutas da sociedade civil organizada, foi instalada, através da lei 9,277/2004, a Deati – Delegacia Especializada de Atendimento de Atendimento ao Idoso, localizada na Rua Salete, 19 – Barris, para servir de instrumento efetivo de ação preventiva, repressiva e investigativa em cumprimento dos artigos 4º e 46º do Estatuto do Idoso. Trata-se de uma unidade projetada para um atendimento especial ao idoso, em face do aumento da violência contra ele, inclusive dentro da própria família. Para tanto, foi formada uma equipe interdisciplinar capacitada pelo Fórum Permanente das Questões do Idoso da Bahia (custo zero para o Governo), dentro dos padrões e conhecimento exigidos pela Gerontologia e Geriatria e do Estatuto do Idoso, composta de delegadas, agentes policias, assistentes sociais, pessoal de apoio, veículo para deligência, alojamento dentro dos padrões da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) para acolher temporariamente o idoso em risco de morte após denúncia.
Num trabalho conjunto com o Ministério Público, a Deati vinha desempenhando suas funções com qualidade, em plantões de 24 horas, até que começou o desmanche dessa delegacia com a retirada de quase todo pessoal preparado para atendimento diferenciado. E o mais grave, a delegacia não funciona no turno da noite, deixando o idoso em risco de vida, sem socorro policial durante as madrugadas, pois o atendimento só é feito no horário administrativo. Passou-se a fazer marcação de audiências com datas marcadas para o fim do ano, inobservando o atendimento prioritário e em tempo hábil, para a pessoa idosa. Esta situação se configura com UMA BÁRBARA VIOLÊNCIA INSTITUCIONAL, em época de Pacto Pela Vida – “um compromisso de todos com a segurança”. E buscam-se parcerias e envolvimento com a sociedade civil organizada. O que é mesmo pacto pela vida?
O PACTO PELA VIDA COMEÇA COM A PESSOA IDOSA – a população idosa tem o direito de viver, de envelhecer e de ter sua delegacia funcionando certo para garantir o tratamento digno aos idosos. Eles são a memória viva de uma sociedade e de um povo, como mostra a história das civilizações.
MOVIMENTO DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA: REDE NIAPI – Núcleo Interinstitucional de Ação Pró Idosos (53 instituições do idoso), Fórum Permanente das Questões do Idoso na Bahia.
ATX-BA.
domingo, 8 de setembro de 2013
ATX-BA - Campanha Doação de Órgãos - Bahia
Sesab recebe apoio da Agerba para campanha de doação de órgãos
Qua, 31 de Julho de 2013 10:06
O Terminal Rodoviário de Salvador é o mais novo ponto de divulgação da campanha “Doe Órgãos, Doe Vida”. A iniciativa da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), por meio da Coordenação do Sistema Estadual de Transplantes (Coset) é desenvolvida, no local, com apoio da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba).Além dos dois painéis afixados nesta terça-feira (30), no terminal, a parceria prevê a realização de palestras informativas, no mês de setembro, para cerca de 400 colaboradores que atuam na rodoviária.A informação foi confirmada pela técnica da Coset, Margarete Mascarenhas que, durante a ação, esteve reunida com o gerente de operações da Organização Sinart, Adevaldo Santos e o coordenador da Agerba – polo Salvador, Abdul Ramid.
J.G. DRT/BA 4362
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
ATX-BA - PARABÉNS PELOS 15 ANOS DO HOSPITAL DO RIM (SP)
HISTÓRIA DO HOSPITAL DO RIM DE SÃO PAULO. Em 1983 os componentes da Disciplina de Nefrologia do Departamento de Medicina da Universidade Federal de São Paulo / Escola Paulista de Medicina (UNIFESP-EPM), criaram o Instituto Paulista de Estudos e Pesquisas em Nefrologia e Hipertensão (IPEPENHI), entidade de direto privado, de fins filantrópicos e não lucrativos - declarada de utilidade pública pelo Decreto Federal em 1988.
O objetivo permanece sendo a manutenção de um instituto de pesquisa, ensino e assistência com o intuito de expandir estas atividades dentro do complexo Escola Paulista de Medicina – UNIFESP e Hospital São Paulo.
Em 1993, o IPEPENHI foi transformado em FUNDAÇÃO OSWALDO RAMOS, pessoa jurídica de direto privado, de fins não lucrativos e com autonomia administrativa e financeira. A Fundação inaugurou o Hospital do Rim e Hipertensão em 1998, concluindo anos de projetos liderados pelos professores Oswaldo Ramos e Horácio Ajzen. O Hospital do Rim ocupa terreno cedido pela Prefeitura de São Paulo foi construído com recursos do Governo Estadual, e equipado pelo Governo Federal. É voltado a atendimento de pacientes, com doenças nefro-urologicos e cardiovascular (transplante renal, diálise, nefrites, nefroses, doenças de auto-agressão, afecções urológicas doenças cardiovasculares). Sua concepção foi fundamentada na assistência à saúde, ensino de graduação, pós-graduação, pesquisa clinica, e capacitação e atualização permanente de profissionais da área.
A instituição faz parte do complexo da UNIFESP/EPM, sendo dirigida por um Conselho Curador composto por 14 membros, com representantes da Secretaria da Saúde do Estado, do município, do Governo Federal, representantes da sociedade e do corpo docente da disciplina de Nefrologia. Este Conselho Curador escolhe uma Diretoria executiva que estabelece o modelo administrativo com profissionais especializados na área.
Captação de órgãos para transplante
O Hospital do Rim e Hospital São Paulo são responsáveis pela captação em uma região de 7 milhões de habitantes (região Sul da grande São Paulo + Santos e baixada santista) correspondendo a 110 hospitais
Resultados Transplante
O transplante renal é a principal atividade do hospital do Rim por 10 anos consecutivos é o hospital que mais faz transplante renal no mundo. Além do programa assistencial, é a instituição que mais capacita profissionais para a área de transplantes e também participa de quase todos os estudos multicêntricos relacionados a imunossupressão. Os resultados do programa saem permanentemente auditados por analises do CTS de Heildelberg - Alemanha.
Fonte: http://www.hrim.com.br/ historico.php
O objetivo permanece sendo a manutenção de um instituto de pesquisa, ensino e assistência com o intuito de expandir estas atividades dentro do complexo Escola Paulista de Medicina – UNIFESP e Hospital São Paulo.
Em 1993, o IPEPENHI foi transformado em FUNDAÇÃO OSWALDO RAMOS, pessoa jurídica de direto privado, de fins não lucrativos e com autonomia administrativa e financeira. A Fundação inaugurou o Hospital do Rim e Hipertensão em 1998, concluindo anos de projetos liderados pelos professores Oswaldo Ramos e Horácio Ajzen. O Hospital do Rim ocupa terreno cedido pela Prefeitura de São Paulo foi construído com recursos do Governo Estadual, e equipado pelo Governo Federal. É voltado a atendimento de pacientes, com doenças nefro-urologicos e cardiovascular (transplante renal, diálise, nefrites, nefroses, doenças de auto-agressão, afecções urológicas doenças cardiovasculares). Sua concepção foi fundamentada na assistência à saúde, ensino de graduação, pós-graduação, pesquisa clinica, e capacitação e atualização permanente de profissionais da área.
A instituição faz parte do complexo da UNIFESP/EPM, sendo dirigida por um Conselho Curador composto por 14 membros, com representantes da Secretaria da Saúde do Estado, do município, do Governo Federal, representantes da sociedade e do corpo docente da disciplina de Nefrologia. Este Conselho Curador escolhe uma Diretoria executiva que estabelece o modelo administrativo com profissionais especializados na área.
Captação de órgãos para transplante
O Hospital do Rim e Hospital São Paulo são responsáveis pela captação em uma região de 7 milhões de habitantes (região Sul da grande São Paulo + Santos e baixada santista) correspondendo a 110 hospitais
Resultados Transplante
O transplante renal é a principal atividade do hospital do Rim por 10 anos consecutivos é o hospital que mais faz transplante renal no mundo. Além do programa assistencial, é a instituição que mais capacita profissionais para a área de transplantes e também participa de quase todos os estudos multicêntricos relacionados a imunossupressão. Os resultados do programa saem permanentemente auditados por analises do CTS de Heildelberg - Alemanha.
Fonte: http://www.hrim.com.br/


Deputado Fernando Capez, na sede do Hospital do Rim para tomar um café com os amigos, Dr. Flavio Flores Bierrenbach, Dr. Medina, Dr. Arthur Beltrame e Dr. Ulisses Fagundes. Eles aproveitaram para agradecer a emenda parlamentar que indiquei para compra de aparelhos. Um abraço e obrigado pelo delicioso café.
Amanhã 06.09.2013 o HRIM completa 15 anos com uma homenagem que será realizada na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.
Fui transplantada no HRIM e acompanhada por 20 anos por Dr. Medina, até hoje. Graças ao meu pai que com 75 anos me doou um rim. Este amor imensurável do meu pai que me deu a vida pela segunda vez e de toda equipe do HRIM e de meus médicos possibilitou que eu comemorasse 14 anos de transplante neste ano. Aderi à causa e fundei a ATX-BA para atender aos transplantados não só de rim (fígado, coração, medula óssea, córnea, pâncreas) e seus familiares além de apoiar as pessoas que necessitam de um transplante. Defendendo os direitos de toda comunidade de transplantados da Bahia. PARABÉNS PARA TODA EQUIPE DO HOSPITAL DO RIM.
Márcia Chaves
Presidente ATX-BA
terça-feira, 3 de setembro de 2013
ATX-BA - " DIA 27 DE SETEMBRO "DIA NACIONAL DO DOADOR DE ÓRGÃOS".
TRIBUNA DA BAHIA
Mais de 3 mil estão na fila de transplante de órgãos na Bahia
por Kelly Cerqueira
Publicada em 03/09/2013 00:33:17
Indicado apenas quando todos os métodos convencionais de cura não apresentam resultado, o transplante de órgãos e tecidos continua lotando as unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), principalmente, por falta de doadores. Setembro é o mês nacional de incentivo à ação e, no Brasil, apenas 30% das pessoas permitem o reaproveitamento de coração, pulmão, córneas, ossos, rins, fígado, partes do corpo humano que, a depender da causa da morte, podem ser transplantadas em outras pessoas. No país 95% dos transplantes são realizados pelo SUS, divididos em unidades públicas e particulares.
Na Bahia, a maior fila de espera é pelo transplante de rim, assim como em todo o país. Até meados do mês de agosto, 1.110 pessoas sofriam com a espera angustiante em todo o estado, dependendo apenas da boa ação de familiares que permitissem o reaproveitamento dos rins de seus entes queridos falecidos, já que, pela lei, apenas parentes de 1º e 2º grau podem consentir a doação de órgãos e tecidos de pessoas vítimas de parada cardíaca ou morte encefálica.
No caso do transplante de rins, outro fator agravante é a necessidade de compatibilidade entre os tecidos do órgão do doador e da pessoa implantada e esta é uma dos responsáveis pela enorme fila para este tipo de cirurgia, conforme informou Eraldo Moura, coordenador do Sistema Estadual de Transplantes da Secretaria Estadual de Saúde da Bahia (Sesab). “Este é um problema enfrentado em todo o país, não só pela falta de doadores, mas pela complexidade que envolve as condições para a realização da cirurgia”, explicou.
Este é o problema enfrentado pela aposentada Marenize de Jesus, que desde 2004 foi diagnosticada com insuficiência renal crônica e até hoje não conseguiu um rim compatível. Na fila de espera desde 2008, ela já foi chamada sete vezes, mas, em todas as tentativas, os rins dos doadores não foram adequados ao seu. “Nem mesmo minha família pode ajudar, já que todos têm problemas de saúde”, contou Marenize que, pela falta de órgão compatível, realiza hemodiálise três vezes por semana, sem perder a esperança de que ainda conseguirá encontrar um doador de acordo com as especificidades do seu organismo.
No total, mais de três mil pessoas aguardam transplantes no estado, apenas uma pequena parcela das 45 mil que passam pela mesma situação em todo o país.
O transplante de córneas é o mais realizado na Bahia, segundo Moura. Por se tratar de um tecido, o procedimento não depende de compatibilidade entre os doadores para a realização da cirurgia, mas ainda assim, existe uma fila com quase 800 pessoas à espera de doação. Ele explica que a retirada do tecido a ser reaproveitado deve ser feita com até seis horas após a parada cardíaca do doador. “Apenas mortes causadas por tumores no globo ocular, linfomas e leucemia impedem o aproveitamento da córnea”, continuou.
Um dos beneficiados com este tipo de cirurgia foi o jovem Fagner dos Santos Silva, 24 anos, que desde criança apresentava problemas nos olhos, causados por uma alergia. “Eu coçava muito os olhos e isso acabou evoluindo para uma doença chamada de ceratocone, que deixa a córnea mais fina”, explicou. Com a doença, Fagner passou a perder boa parte da visão e precisou passar pelo transplante. “Eu já havia esperado dois anos e meio em Feira de Santana e estava decidido a ir para São Paulo porque a oferta de córnea lá é maior, quando meu pai viu uma reportagem na TV falando sobre a cirurgia em Salvador. Depois daí fiquei só seis meses na fila e consegui o transplante”, contou o industriário que recebeu o tecido em Salvador, nos Hospital das Clínicas, em maio de 2012.
Ele diz que, embora não conheça a família do doador que permitiu que hoje ele enxergue bem, agradece todos os dias pela ação. “Eu mudei completamente meu pensamento sobre doação de órgãos. A gente só passa a ser doador, a pensar nestas coisas, quando passa por uma situação destas.”, comentou.
Desinformação
Para o coordenador do Sistema Estadual de Transplantes, o grande problema na doação de órgãos gira em torno da desinformação. “A pergunta que devemos fazer é: Se você necessitasse receber um órgão para sobreviver, aceitaria a ajuda de um estranho? Se a resposta for sim, porque não permitir a liberação dos órgãos de familiares para a salvação de muitas vidas?”, questiona o coordenador do sistema. Ele explica que muitas vezes os familiares não sabem se o parente falecido queria ou não ter seus órgãos doados e que por isso o assunto gera dúvidas.
Segundo ele, a incerteza diária enfrentada por pessoas que aguardam as longas filas é angustiante. “Elas vivem sem saber se vão ver o dia novamente, porque são casos graves, que não podem esperar por muito tempo. As pessoas que podem ajudar precisam refletir mais sobre isso”, continuou.
E foi pensando apenas no bem estar de quem continua lutando pela vida que o aposentado Edinho Costa Almeida, 58 anos, permitiu que os órgãos do seu filho Fabrício Soares de Almeida, que teve o diagnóstico de morte encefálica em maio do ano passado. “Se a gente não consegue manter a pessoa aqui, do nosso lado, por que não ajudar alguém que está passando por dificuldade, lutando pela vida?” questionou o aposentado, que com a permissão conseguiu ajudar quatro pessoas, através da doação do coração, fígado, rins e córneas de Fabrício.
Terceiro maior banco de medula óssea.
Mais rápido e fácil de fazer a doação, a retirada de parte da medula óssea, realizada apenas em pessoas vivas, também pode ajudar a salvar vidas. O transplante pode ajudar na reconstituição de outros órgãos deficientes e no tratamento de leucemia, linfomas, mielomas, entre outros problemas no sangue. Para este tipo de procedimento também é necessária a compatibilidade genética entre doador e receptor e por isso os bancos de coleta realizam inicialmente o recolhimento de 5 a 10 ml de sangue do doador para a análise de suas características genéticas. Essas informações ficam armazenadas em um banco de dados, aguardando o surgimento de demanda, e caso haja paciente compatível a espera de transplante, o doador é chamado para realizar a coleta definitiva.
De acordo com Eraldo, o Brasil tem o terceiro maior banco de medula óssea do mundo, perdendo apenas para os EUA e a Alemanha. “Existe um intercâmbio de medula muito forte entre os países, os bancos trocam informações e material, conforme a demanda e a compatibilidade que surgem”, afirmou.
Outra novidade na área de doação deste órgão é a disposição do cordão umbilical por partes das mulheres no pós parto, já que esta parte do corpo humano contém células da medula óssea. “O Hospital das Clínicas está construindo um Banco de Cordão Umbilical para que este tipo de material fique a disposição de quem precisa”, anunciou.
Embora algumas mães estejam optando por congelar o cordão umbilical para recorrer a ele, futuramente, caso a criança apresente algum problema de saúde e precise de tratamento com células da medula óssea, Moura diz que a doação deste material para pacientes que realmente estejam necessitando é a melhor opção. “A probabilidade de uma pessoa desenvolver um problema que dependa destas células e quase nula”, garantiu.
COMENTÁRIOS SOB A TEMÁTICA:
O estigma de uma fila de 45.000 pessoas à espera de órgãos, de acordo com dados mais recentes do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), que só vão até junho de 2013.; a subnotificação no registro de captação de órgãos e tecidos; e a disparidade de cobertura regional são considerados os principais obstáculos para que o sistema funcione de forma eficiente.
"A média de espera, de acordo com o órgão a ser doado, varia de 5, 5 a onze anos. Muitos pacientes morrem antes disso", constata o economista Alexandre Marinho, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e responsável por estudos desenvolvidos sobre a eficiência do SNT, subordinado ao Ministério da Saúde (MS)."
Custo-benefício: Na análise do economista Marinho, do Ipea, o elevado número de transplantes realizados no Brasil e de pacientes na lista de espera também reflete outro questionamento. "É um sinal de que as atividades de prevenção e promoção da saúde, que poderiam diminuir a necessidade de transplantes, precisam ser incrementadas", avalia. Segundo Marinho, a grande prevalência na população de doenças crônicas não transmissíveis que levam aos transplantes, como diabetes, hipertensão, hepatite e alcoolismo, deveriam estar sendo evitadas ou controladas no SUS de modo mais efetivo. "As ações deveriam ser realizadas preferencialmente na Atenção Básica (Unidades Básicas de Saúde e no Programa de Saúde da Família). Não será possível aprimorar o sistema sem melhorar o SUS, inclusive com a melhoria das emergências e das UTIs", diz o pesquisador da Diretoria de Estudos Macroeconômicos do Ipea.
"Para o presidente da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), e diretor do Unifesp, o médico José Osmar Medina Pestana, é preciso ainda analisar que o paciente transplantado terá condições de retornar ao mercado de trabalho e melhorar sua qualidade de vida."Diante das estatísticas que mostram o baixo nível de oferta, não há como negar que a subnotificação é grave", afirma José Osmar Medina Pestana, presidente da Sociedade Latino-Americana de Transplantes e diretor do Programa de Transplantes da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ao mencionar a subnotificação, Pestana quer dizer que há inúmeros casos de morte encefálica que não são notificados nos hospitais brasileiros, o que inviabiliza a doação. "Estatisticamente, nos hospitais com potencial de atendimento de urgência e emergência, de cada oito mortes encefálicas apenas uma é notificada à central de transplantes. Mas, quando a temática da doação é bem abordada com os familiares, 60% deles aceitam realizar o procedimento", diz. De acordo com Pestana, o preparo das equipes das comissões intrahospitalares é hoje o melhor caminho para a solução desse problema."
O SNT (SISTEMA NACIONAL DE TRANSPLANTES), entretanto, não mantém um controle de registro sistematizado desses óbitos. "Muitas vezes, descobre-se que o paciente faleceu quando ele é chamado para o transplante.O ideal seria haver softwares específicos e analistas que pesquisassem os levantamentos para apontar alternativas viáveis para melhorar a sobrevida dos pacientes", considera" afirma a ex-presidente da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), a nefrologista Maria Cristina Ribeiro de Castro. Os dados, segundo ela, seriam importantes para melhorar os procedimentos adotados para a própria fila. "O ideal seria haver softwares específicos e analistas que pesquisassem os levantamentos para apontar alternativas viáveis para melhorar a sobrevida dos pacientes".
O Instituto Ressoar questionou profissionais da área da saúde e representantes de organizações que apoiam pessoas que precisam ou já receberam um transplante sobre o que é necessário fazer para aumentar as doações de órgãos no país.
Márcia Chaves, presidente da ATX-BA - Associação de Pacientes Transplantados da Bahia:"Para aumentar o número de doações tanto do fígado como demais órgãos e tecidos é preciso:
- criar uma cultura sobre a doação de órgãos, abordando a temática nas escolas de ensino fundamental (como o Projeto Educar para Doar, da ATX-BA), onde o estudante levará o tema para dentro de casa, envolvendo toda a família;
- as comissões intra hospitalares de captação e doação de órgãos (de acordo com a legislação do SNT (Sistema Nacional de Transplantes), todo hospital com 80 leitos deve ter esta comissão atuante) devem abordar a família não só no momento da ME (morte encefálica), e sim, acompanhar aquela pessoa que deu entrada no hospital por causa de um trauma ou outro motivo qualquer durante seu atendimento e possível recuperação, interagindo com o médico e familiares, se interessando pelo paciente e, se for o caso dele entrar em ME, os familiares já teriam sido acompanhados e teriam tempo de entender o processo da doação de órgãos e tecidos;
- os médicos intensivistas devem notificar compulsoriamente a ME (morte encefálica) de acordo com a lei vigente. No entanto, menos de 50% o fazem, devido à falta de informação sobre a doação de órgãos;
- são necessárias campanhas institucionais falando do tema, com frequência semanal ou mensal, seja através da mídia falada ou escrita. Não adianta falar da doação de órgãos só no dia 27 de Setembro, que é o Dia Nacional do Doador de Órgãos. O transplante é uma evolução da medicina que dá vida e qualidade de vida, mas só acontece com a participação de toda sociedade.
- no caso específico da Bahia os pacientes que necessitam de transplantes de rim e fígado devem ser informados do transplante intervivos. Aqui na Bahia só é realizado o transplante intervivos de rim, mesmo assim, com muita restrição por parte das equipes médicas. O transplante de fígado só é realizado com doador falecido, porém, em outros estados, é possível doar uma parte do fígado em vida para um familiar ou não. Temos na associação diversas crianças que já receberam uma parte do fígado das mães ou pais, assim como adultos.
- o número reduzido de equipes médicas também acarreta um pequeno número de transplantes, assim como o déficit de leitos hospitalares".
Dr. Carlos Baia, médico hepatologista e coordenador do transplante de fígado do Hospital de Transplantes Euryclides de Jesus Zerbini. "Ao longo dos últimos anos, várias ações foram tomadas em todo o Brasil para aumentar o número de doadores. Dentre as principais, devem ser citadas a formação/capacitação de equipes que detectam potenciais doadores e conversam com as famílias a respeito da doação. Um doador pode gerar uma nova vida para várias pessoas (dois rins, fígado, pâncreas, pulmões, coração, córneas, pele, ossos, vasos, e intestino). Uma das atitudes mais importantes é a conversa, entre as pessoas das famílias, a respeito da permissão da doação. Atualmente, cartas de motorista ou documentos de identidade com o carimbo "doador de órgãos" não tem valor legal. Pessoas que tenham sofrido acidentes com traumas graves na cabeça, ou outras situações nas quais a circulação de sangue para o cérebro foi comprometida, como derrames cerebrais extensos, podem se tornar doadores de órgãos, desde que seus familiares concordem com a doação. É uma decisão difícil, mas pode ser menos dolorosa se o assunto tiver sido conversado num outro momento".
Andrea Soares, gerente administrativa da APAT - Associação para Pesquisa e Assistência em Transplante e presidente da Transpática - Associação Brasileira de Transplantados de Fígado e Portadores de Doenças Hepáticas. "Pela realização de campanhas permanentes e não somente pontuais, como as realizadas durante a semana da doação de órgãos. Educar e informar a população de como se dá o processo da doação de órgãos. Muitas pessoas não consentem na doação por não saberem como funciona este processo. A maioria das pessoas não sabe a diferença entre o coma (que pode ser reversível) e a morte encefálica (que é irreversível). A maioria associa a morte à parada cardíaca e acreditam que enquanto o coração estiver batendo a pessoa ainda está viva. Desconhecem que uma pessoa em morte encefálica pode ser mantida "viva, com o coração batendo", durante algum tempo com o auxílio de máquinas e drogas.
Lúcia Elbern, presidente e fundadora da ViaVida. "O cerne do problema continua nos Hospitais e nas Comissões Intra-hospitalares para Captação, onde causas variadas impedem que aconteça a elevação no número de notificações e de efetivação de doador, além da falta de neurologista ou de equipamento para o diagnóstico complementar, a manutenção inadequada do doador, entrevistas inadequadas com a família e a falta de equipes para remoção.
O transplante é um ato médico social que depende de toda sociedade. Seja um doador de órgãos e tecidos. Informe à sua família.
VISTA ESTA CAMISA.
ATX-BA
sábado, 24 de agosto de 2013
ATX-BA - INFORMANDO - ANVISA DISCUTE NORMAS PARA FUNCIONAMENTO DOS SERVIÇOS DE DIÁLISE
Anvisa abre consulta pública sobre serviços de diálise
22 de agosto de 2013
As normas para o funcionamento dos serviços de diálise serão discutidas pela Anvisa. Foi publicada, no Diário Oficial da União desta quinta-feira (22/8), a Consulta Pública nº 36/2013, que estabelece o regulamento técnico para o funcionamento dos serviços de diálise.
A nova proposta dá mais clareza aos pontos críticos de controle do processo dialítico e os itens que devem ser seguidos pelos serviços para a melhoria da segurança do processo. Para o paciente, a proposta dever representar a diminuição da incidência de hepatites virais e outras ocorrências que possam representar risco durante o processo dialítico.
A nova resolução também pretende dar estabilidade ao regulamento, de forma que não seja necessário realizar alterações a cada mudança de parâmetro no setor. Para isso, a proposta está focada nos pontos que devem ser normatizados e não na forma como deve ser feito. Essa medida vai permitir uma facilidade para a incorporação de novas técnicas ou tecnologias que venham a ser utilizadas no processamento dialítico.
A medida também traz impactos para o SUS. A transferência de temas que estão presentes na norma atual, a RDC 154/2004, para as normas do Ministério da Saúde facilitará futuras alterações de protocolos clínicos e pactuações para a construção da rede de atenção e linha de cuidado do paciente renocardiovascular.
A nova proposta dá mais clareza aos pontos críticos de controle do processo dialítico e os itens que devem ser seguidos pelos serviços para a melhoria da segurança do processo. Para o paciente, a proposta dever representar a diminuição da incidência de hepatites virais e outras ocorrências que possam representar risco durante o processo dialítico.
A nova resolução também pretende dar estabilidade ao regulamento, de forma que não seja necessário realizar alterações a cada mudança de parâmetro no setor. Para isso, a proposta está focada nos pontos que devem ser normatizados e não na forma como deve ser feito. Essa medida vai permitir uma facilidade para a incorporação de novas técnicas ou tecnologias que venham a ser utilizadas no processamento dialítico.
A medida também traz impactos para o SUS. A transferência de temas que estão presentes na norma atual, a RDC 154/2004, para as normas do Ministério da Saúde facilitará futuras alterações de protocolos clínicos e pactuações para a construção da rede de atenção e linha de cuidado do paciente renocardiovascular.
ContribuiçõesSugestões para a consulta pública devem ser enviadas eletronicamente, entre os dias 29 de agosto e 27 de setembro, por meio do preenchimento de formulário específico. Conheça o texto da proposta e as regras para envio de contribuições www.anvisa.gov.br
Imprensa/Anvisa
domingo, 18 de agosto de 2013
ATX-BA - Informando - Mudança no perfil de doadores de rins.
Mudança no perfil de doadores de rins.
Pesquisa mostra que aumentou o número de operações com órgãos de pessoas falecidas, mas que troca entre vivos diminuiu.
Publicação: 17/08/2013 00:12 Atualização: 17/08/2013 07:11
Brasília – Levantamento divulgado ontem pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) revela que a quantidade de operações desse tipo aumentou no primeiro semestre de 2013 na comparação com o mesmo período do ano passado. Nas cinco modalidades analisadas – rim, coração, fígado, pâncreas e pulmão –, o número absoluto de procedimentos subiu de 4.437 para 7.457. Na cirurgia mais comum, a troca de rins, o estudo verificou uma mudança no perfil de doadores. De janeiro a julho, a quantidade de doadores falecidos aumentou 4,5% em relação ao mesmo período de 2012. Já o percentual de troca de rins entre pessoas vivas foi reduzido em 11,6%.
A queda tem sido registrada a cada ano, já que a pesquisa mostra que, na última década, os transplantes de rim feitos com doadores vivos diminuiu 27%. Para especialistas, o quadro se relaciona com uma sensibilização de famílias sobre a necessidade de doar órgãos de pessoas com morte cerebral, além do avanço na tecnologia que prolonga o tratamento do paciente renal e uma alteração no perfil da própria sociedade.
De acordo com o presidente da ABTO, José Medina Pestana, mais da metade das famílias de pacientes com morte cerebral concorda em fazer a doação. Há, ainda, pelo menos outros dois motivos que explicam a mudança nas características dos transplantes de rins: "As famílias estão cada vez menores, com menos filhos, então a possibilidade de ter um doador compatível diminuiu. Ao mesmo tempo, a qualidade das diálises (procedimento feito para filtrar o sangue) aumenta. Isso dá à pessoa a possibilidade de passar mais tempo esperando pelo órgão de um falecido", afirmou. Segundo ele, hoje 20 mil pacientes aguardam um doador no país. A coordenadora de transplantes no Distrito Federal, Daniela Salomão, afirma que a queda ocorre porque se tem conseguido mais doadores em morte encefálica e, por consequência, tem diminuído a necessidade de transplante intervivo (entre duas pessoas vivas).
Outros órgãos O levantamento da ABTO mostrou que a quantidade de transplantes extremamente complexos, como pulmão e fígado tiveram aumento em relação ao ano passado (veja quadro). O de pulmão, feito em apenas quatro estados, teve crescimento de 1,4%. No ano passado inteiro, foram feitos 69 procedimentos desse tipo e, neste ano, já foram realizados 42. "Nosso sistema de captação e distribuição de órgãos é muito avançado. Agora precisa haver mais eficiência e organização do projeto", afirmou o presidente da ABTO, José Medina Pestana.
A queda tem sido registrada a cada ano, já que a pesquisa mostra que, na última década, os transplantes de rim feitos com doadores vivos diminuiu 27%. Para especialistas, o quadro se relaciona com uma sensibilização de famílias sobre a necessidade de doar órgãos de pessoas com morte cerebral, além do avanço na tecnologia que prolonga o tratamento do paciente renal e uma alteração no perfil da própria sociedade.
De acordo com o presidente da ABTO, José Medina Pestana, mais da metade das famílias de pacientes com morte cerebral concorda em fazer a doação. Há, ainda, pelo menos outros dois motivos que explicam a mudança nas características dos transplantes de rins: "As famílias estão cada vez menores, com menos filhos, então a possibilidade de ter um doador compatível diminuiu. Ao mesmo tempo, a qualidade das diálises (procedimento feito para filtrar o sangue) aumenta. Isso dá à pessoa a possibilidade de passar mais tempo esperando pelo órgão de um falecido", afirmou. Segundo ele, hoje 20 mil pacientes aguardam um doador no país. A coordenadora de transplantes no Distrito Federal, Daniela Salomão, afirma que a queda ocorre porque se tem conseguido mais doadores em morte encefálica e, por consequência, tem diminuído a necessidade de transplante intervivo (entre duas pessoas vivas).
Outros órgãos O levantamento da ABTO mostrou que a quantidade de transplantes extremamente complexos, como pulmão e fígado tiveram aumento em relação ao ano passado (veja quadro). O de pulmão, feito em apenas quatro estados, teve crescimento de 1,4%. No ano passado inteiro, foram feitos 69 procedimentos desse tipo e, neste ano, já foram realizados 42. "Nosso sistema de captação e distribuição de órgãos é muito avançado. Agora precisa haver mais eficiência e organização do projeto", afirmou o presidente da ABTO, José Medina Pestana.
FONTE: em.com.br
sábado, 17 de agosto de 2013
ATX-BA - INFORMANDO - C Tem Que Saber C Tem Que Curar - Hepatites
Publicado em 13/08/2013

http://www.youtube.com/watch?v=gW36C53DDGc&feature=share&list=UUetgiZV-pTq4kuLrbDCEQTw
A C Tem Que Saber C Tem Que Curar tem realizado parceria e troca de experiência com ONGs de todo o mundo. Em viagem a Portugal, Francisco Martucci visitou a ONG portuguesa SOS Hepatites, que é dirigida por Emília Rodrigues.

http://www.youtube.com/watch?v=gW36C53DDGc&feature=share&list=UUetgiZV-pTq4kuLrbDCEQTw
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
ATX-BA - UTILIDADE PÚBLICA - Recorrer à Justiça acelera o recebimento de remédios de alto custo.
Recorrer à Justiça acelera o recebimento de remédios de alto custo
Saber onde e para quem recorrer pode garantir o medicamento em mãos mais rapidamente.
Camila Neumam, do R7
Apesar de ser um direito autorizado por lei, conseguir medicamentos pelo SUS (Sistema Único de Saúde) nem sempre é fácil. Quem não tem condições de arcar com remédios e tratamentos pode recorrer à rede pública, mas sabe que poderá enfrentar burocracia, filas e demora.
Até porque o governo tem autonomia para negar pedidos que achar inválidos, já que também depende de repasses federais e estaduais. Diante disso, a população pode recorrer de diferentes maneiras até provar que realmente precisa do remédio. A quem e como recorrer? O R7 responde.
Para esclarecer essas questões, consultamos os advogados especialistas em Direito da Saúde, Tiago Matos Farina, diretor jurídico do Instituto Oncoguia e Vinícius de Abreu, representante jurídico da Ong Saúde Legal, que apontam dez passos necessários para conseguir os medicamentos.
Primeiro passo
Apresente o Cartão Nacional de Saúde
Apresente o Cartão Nacional de Saúde
Para conseguir um, basta você se dirigir a qualquer posto básico de saúde e apresentar o documento de identidade e comprovante de residência. A carteirinha será feita na hora. Leve também uma cópia simples do documento.
Segundo passo
Apresente uma cópia do documento de identidade
Apresente uma cópia do documento de identidade
Para todos os efeitos, leve também o exemplar original junto a uma cópia simples.
Terceiro passo
Apresente o laudo médico preenchido
Apresente o laudo médico preenchido
O laudo médico para solicitação, avaliação e autorização de Medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica geralmente é fornecido e preenchido pelo próprio médico. Caso ele não forneça, peça o formulário em uma unidade de saúde e volte ao consultório para ele preencher.
O laudo detalha aspectos da doença do paciente e do tratamento, de modo a deixar clara a necessidade do uso do medicamento. Nesse relatório, o médico deve mencionar o código da doença na Classificação Internacional de Doenças e indicar seu número de cadastro no Conselho Regional de Medicina, assinar e carimbar o seu nome completo. Leve uma cópia simples junto a original.
Quarto passo Apresente a receita médica
O laudo médico não exclui a necessidade da apresentação da receita médica, que deve ser anexada junto com os demais documentos. Nela, o médico deve mencionar o nome do remédio com seu princípio ativo e o nome genérico, a quantidade necessária a ser usada por dia, semana ou mês e a indicação de comprimidos, frascos ou refis. A receita é válida somente por 30 dias. Leve uma cópia simples também.
Quinto passo Apresente uma cópia do comprovante de residência
É mais seguro levar a unidade de saúde o exemplar original junto a uma cópia simples.
Sexto passo
Vá a uma das unidades responsáveis pelos remédios de alto-custo
Vá a uma das unidades responsáveis pelos remédios de alto-custo
Informe-se na unidade de saúde onde você passou por consulta ou onde pegou o laudo médico sobre esse espaço. Somente neles você poderá fazer o pedido administrativo do remédio. Essas unidades funcionam geralmente de segunda a sexta-feira das 7h às 17h30 e aos sábados das 7h às 10h. Lá, apresente a lista de documentos listados abaixo.
Sétimo passo Peça cópia do protocolo do pedido
Ao fazer o pedido, peça uma cópia do protocolo. Isso fará toda a diferença se você não receber o medicamento. Para poder ingressar com uma ação judicial, você vai precisar do documento que comprova que houve solicitação. Feito isso, o funcionário que pegou os documentos vai iniciar um procedimento administrativo para obtenção do medicamento. Por meio de um telegrama, você saberá quando e onde – geralmente uma unidade de saúde mais próxima de sua casa – o remédio vai estar disponível. No entanto, não há prazos regulares, podendo ser entregue na hora, em dias ou em até três meses (em casos extremos).
Oitavo passo
Fazer um requerimento administrativo
Fazer um requerimento administrativo
Nem sempre os pedidos são aceitos, mesmo casos considerados urgentes. Quando isso acontece, o paciente pode entrar com um requerimento administrativo na Secretaria de Saúde de seu estado ou com uma ação na Justiça. O procedimento é simples: o paciente escreve uma carta informando ter determinada doença para qual o médico lhe receitou o medicamento. O pedido médico deve estar anexado ao documento.
É possível partir para uma ação judicial tão logo ocorra à negativa, mas, segundo os advogados, vale fazer o requerimento primeiro porque, além de não haver necessidade de um advogado para isso – qualquer pessoa pode fazer – o juiz pode não dar ganho de causa justamente por achar que o paciente “queimou etapas”, explica Farina.
- Muitas vezes o juiz não dá ganho de causa ao paciente alegando que não entrou anteriormente com o pedido administrativo.
Se o paciente não receber o medicamento em até 15 dias, pode entrar com medida judicial.
Se o paciente não receber o medicamento em até 15 dias, pode entrar com medida judicial.
Nono passo
Procure um Juizado Especial da Fazenda Pública
Procure um Juizado Especial da Fazenda Pública
Qualquer pessoa pode ingressar com ações nos Juizados de forma gratuita e sem a necessidade de contratar advogado. Mas isso só é possível desde que o custo do medicamento seja de no máximo 60 salários mínimos, num período de 12 meses. Em alguns estados brasileiros, os Juizados Especiais ainda não estão em pleno funcionamento. Por isso, vale checar se já há um juizado no seu Estado de origem.
Os Juizados Especiais da Fazenda Pública foram criados para julgar causas contra Estados, Distrito Federal e Municípios, ou seja, é por essa via que uma pessoa comum pode processar o governo. Portanto, cabe a esses juizados apreciarem ações de fornecimento de medicamentos, disponibilidade de vagas em leitos de hospitais e UTIs (Unidades de Terapia Intensiva), além de realização de exames e cirurgias.
Décimo passo
Procure a Defensoria Pública (FEDERAL)
Procure a Defensoria Pública (FEDERAL)
Os defensores públicos são advogados que prestam serviços gratuitos de orientação jurídica e de defesa para quem não pode pagar um advogado. Via de regra, o defensor público atende pessoas que têm renda familiar de até três salários mínimos. É indicado para casos de urgência. Ao entrar em contato com um, mostre os mesmos documentos que foram entregues na unidade de saúde junto à cópia do protocolo. Ela é a prova de que houve a solicitação para contestar a negativa.
domingo, 11 de agosto de 2013
ATX-BA - Utilidade Pública - " Projeto Gestão Dá Vida "
"Melhora Brasil", vamos doar nossos pensamentos e ações para salvar e melhorar nosso país! Vamos mostrar que somos uma nação que se importa com todos, em todos os tempos. Podemos fazer mais, podemos fazer com menos, podemos fazer melhor!
A doação de órgãos é um símbolo da solidariedade do brasileiro e da esperança em uma vida melhor em um Brasil de Todos! Compartilhem esta ideia a: fazer melhor, fazer mais, fazer com menos! Em tudo, em todos os tempos

Sobre
O Projeto Gestão Dá Vida visa a aumentar o número de pessoas beneficiadas pelo transplante de órgãos e tecidos.
Descrição
O Projeto Gestão Dá Vida tem como objetivo conscientizar a sociedade sobre a importância da doação de órgãos e tecidos para transplante, aumentando, assim, a parcela de beneficiados por essa ação de solidariedade. Seja você também um doador! Permita que sua família saiba dessa vontade de salvar vidas, pois é ela que vai decidir se você será um herói!
Informação Geral
Conheçam mais o projeto Gestão Dá Vida. http://www.slideshare.net/rafaelpaim/gestao-da-vida
terça-feira, 6 de agosto de 2013
ATX-BA - UTILIDADE PÚBLICA -Em um ano, 135 mil brasileiros tornaram-se doadores de órgãos
Em um ano, 135 mil brasileiros tornaram-se doadores de
órgãos
Para ser doador, basta informar à família o desejo, sem
a necessidade de deixar documento escrito

Campanha realizada pela rede social Facebook, como resultado de uma parceria
firmada com o Ministério da Saúde, foi responsável por transformar brasileiros
em novos doadores de órgãos. Em um ano, 135 mil usuários da rede expressaram
intenção aos amigos virtuais.
De acordo com o ministério, que divulgou o balanço, a ideia é que as pessoas divulguem a real vontade de ser um doador de órgão, pois a rede social é um espaço público e a informação fica disponível na linha do tempo do usuário do Facebook. Segundo o governo, a campanha vai continuar por tempo indeterminado. Em 2012, 24 mil cirurgias de transplante de órgãos foram feitas no Brasil, sendo 95% delas no Sistema Único de Saúde (SUS). Uma das metas do ministério é aumentar o número de doadores e cirurgias.
Segundo Ilídio Antunes de Oliveira Júnior, coordenador da Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante, no Hospital de Clínicas da UFTM, destaca que o trabalho de busca ativa pelos óbitos que ocorrem 24h no hospital é constante a fim de aumentar a possibilidade de transplantes aos que aguardam por um órgão na fila. Isto porque um caso de morte cerebral constatada a tempo pode salvar no mínimo seis vidas.
O Hospital de Clínicas registra, em média, cerca de 80 óbitos por mês, o que representa aproximadamente mil óbitos por ano, dos quais 70% são notificados pela busca ativa. No entanto, o coordenador ressalta que o hospital não dispõe de equipe suficiente para entrevistar as cerca de 60 famílias sobre a vontade ou não de permitir a doação de órgãos e para avaliar todos os pacientes.
Isto porque pacientes com infecção generalizada, Aids, Hepatites B e C, tuberculose ativa, entre outros fatores que impedem a doação. “A questão é a seguinte, precisamos formar a consciência coletiva, especialmente da família, para a doação de órgãos e tecidos, motivar a sociedade, para no momento da solicitação dizer sim à vida. Mas tudo vai depender daquilo que a equipe médica vai avaliar, porque por mais que nos esforcemos, a condição clínica do paciente não permite que ele doe órgãos”, frisa.
De acordo com o ministério, que divulgou o balanço, a ideia é que as pessoas divulguem a real vontade de ser um doador de órgão, pois a rede social é um espaço público e a informação fica disponível na linha do tempo do usuário do Facebook. Segundo o governo, a campanha vai continuar por tempo indeterminado. Em 2012, 24 mil cirurgias de transplante de órgãos foram feitas no Brasil, sendo 95% delas no Sistema Único de Saúde (SUS). Uma das metas do ministério é aumentar o número de doadores e cirurgias.
Segundo Ilídio Antunes de Oliveira Júnior, coordenador da Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante, no Hospital de Clínicas da UFTM, destaca que o trabalho de busca ativa pelos óbitos que ocorrem 24h no hospital é constante a fim de aumentar a possibilidade de transplantes aos que aguardam por um órgão na fila. Isto porque um caso de morte cerebral constatada a tempo pode salvar no mínimo seis vidas.
O Hospital de Clínicas registra, em média, cerca de 80 óbitos por mês, o que representa aproximadamente mil óbitos por ano, dos quais 70% são notificados pela busca ativa. No entanto, o coordenador ressalta que o hospital não dispõe de equipe suficiente para entrevistar as cerca de 60 famílias sobre a vontade ou não de permitir a doação de órgãos e para avaliar todos os pacientes.
Isto porque pacientes com infecção generalizada, Aids, Hepatites B e C, tuberculose ativa, entre outros fatores que impedem a doação. “A questão é a seguinte, precisamos formar a consciência coletiva, especialmente da família, para a doação de órgãos e tecidos, motivar a sociedade, para no momento da solicitação dizer sim à vida. Mas tudo vai depender daquilo que a equipe médica vai avaliar, porque por mais que nos esforcemos, a condição clínica do paciente não permite que ele doe órgãos”, frisa.
Atualmente, somente uma média de 32% dos familiares de pacientes com morte cerebral, entrevistadas para doação de órgãos e tecidos, permitem o procedimento, o que para o coordenador Ilídio Antunes, é um percentual baixo diante da necessidade. Por isso, o médico ressalta que o mais importante para quem deseja ser um doador de órgãos é manifestar à família o interesse pelo gesto, conscientizando-a para que seu desejo seja respeitado, já que para o hospital a vontade exprimida no documento de identidade, na carteira de motorista ou em documento registrado em cartório não tem validade.
O ideal é que, para ser doador, a pessoa informe à família o seu desejo, sem a necessidade de deixar documento escrito. Na linha do tempo no Facebook, o internauta deve clicar em Evento Cotidiano e selecionar a opção Saúde e Bem-estar, e clicar em Doador de órgãos. Ainda assim, a doação só poderá ocorrer após autorização da família.
Fonte: JM ONLINEhttp://www.jmonline.com.br/novo/?noticias,7,SA%DADE,83997
terça-feira, 30 de julho de 2013
ATX-BA - PROJETO " ARTE PELA VIDA" - ECONOMIA SOLIDÁRIA
A Associação dos Pacientes Transplantados da Bahia preocupada
com as despesas com remédios e a autoestima dos mesmos criou o projeto "Arte
pela Vida", visando estimular a criatividade, gerar
renda e incluí-los no mercado de trabalho.
Outra vertente do projeto é a produção de bijuterias de
artesanato mineral, com peças que também são feitas pelos artesãos
transplantados sob a orientação da designer Ana Magalhães.
A ATX-BA atende cerca de 500 associados transplantados e suas
famílias, além de defender os interesses dos 6.000 pacientes transplantados do Estado da
Bahia.
O objetivo da associação é dar assistência e orientar os transplantados
e seus familiares na reintegração na vida, bem como promover obras e atividades
sociais e de serviços visando a proporcionar melhor qualidade de vida
às pessoas que passaram por um transplante.
Faça uma visita e aproveite para adquirir
os produtos da ATX-BA que estão sendo comercializados na
sede da entidade: Av. Sete de Setembro, 282 - 2ºandar - Ed. Brasilgás
Centro
Salvador/BA Tel.: (71) 3264-1334/9125-8581 e Centros
Públicos de Economia
Solidária (CESOL).

CESOL Comércio - Rua Álvares Cabral, nº 16 prédio Oscar Cordeiro, (antiga Junta Comercial da Bahia) – Comercio CEP - 40015 - 330 Salvador/BA Tel: (71) 3117-1589/1591
Tel: (71) 3023-2641
Ação pioneira em todo o Brasil no âmbito das ações de governos estaduais, a
criação dos Centros Públicos de Economia Solidária (CESOL) é o símbolo mais
expressivo das iniciativas que vão desenhando uma política pública para a economia
solidária, articulando formação, incubação, crédito e apoio direto a empreendimentos.
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