sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

ATX-BA - Dia Internacional do Combate ao Câncer Infantil

Arimateia se pronuncia sobre o Dia Internacional do Combate ao Câncer Infantil


Em alusão ao Dia Internacional do Combate ao Câncer Infantil, celebrado nesta quarta-feira (15), o presidente e idealizador da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde e Institutos de Pesquisas Afins na Bahia, deputado estadual José de Arimateia (PRB-BA), utilizou a Tribuna da Assembleia Legislativa da Bahia para destacar a importância de ações voltadas à prevenção e combate à doença no Brasil.
Segundo informações do Ministério da Saúde, pelo menos 12,6 mil crianças e adolescentes brasileiros devem ser vítimas da enfermidade entre os anos de 2016 e 2017. Entre esses, 500 novas incidências surgem somente no estado da Bahia por ano.
No ensejo, o republicano destacou que o câncer nessa fase da vida pode ser vencido em aproximadamente 70% dos casos quando se consegue obter um diagnóstico precoce. “Quero aqui, como presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde deixar este aviso para que todos os pais sigam atentos a problemas relativamente banais, porém persistentes, e procurem, o quanto antes, orientação médica. Prevenir sempre será o melhor remédio”, advertiu.
No final do seu pronunciamento Arimateia cobrou uma maior agilidade do Governo do Estado com o Fundo Estadual da Criança e Adolescente, como também o dos idosos. Preocupado com a amorosidade na regulamentação da Política Estadual da Pessoa Idosa, o deputado pontuou a Lei, que foi relator, criada para definitivamente assegurar os direitos da terceira idade, dando condições para promover a garantia dos seus direitos fundamentais, autonomia, integração e participação efetiva na família e sociedade.
Texto: Ludmilla Cohim
Fotos: Cris Oliveira

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017






ESTADÃO Opinião»Doação de órgãos como obra de misericórdia 
             Doação de órgãos como obra de misericórdia
“Um ato de amor e uma testemunha genuína de caridade que se estende além da morte”
José Medina Pestana,
O Estado de São Paulo
09 Fevereiro 2017 | 03h00

Líderes de religiosos estão em posições decisivas para expressar suporte teológico categórico e dissipar a resistência a incorporar conceitos recentes na interpretação das suas escrituras, quando envolvem questões advindas da atividade contemporânea da sociedade. O transplante de órgãos é uma dessas questões e representa um dos maiores avanços da medicina nas ultimas décadas: órgãos ou tecidos de uma pessoa distinta são incorporados e adquirem função normal em novo receptor. 
Assim, milhares de pessoas recuperaram a visão com um transplante de córnea, readquiriram qualidade de vida sem diálise após transplante de um único rim, ou tiveram sua vida salva por um transplante de coração, fígado ou pulmão – órgãos que, doentes, não lhes dariam vida por período superior a um ou dois anos. A grande maioria desses procedimentos é realizada com órgãos doados após a morte, fruto da intenção manifesta em vida ou após autorização formalizada pelos familiares.
Atos em benefício dos semelhantes estão na base e no credo das religiões. Embora a maioria dos conselhos ou líderes das crenças predominantes se posicione de maneira favorável aos transplantes e considere a doação post mortem um ato nobre, persistem conflitos quanto ao conceito de morte encefálica, bem como acerca da necessidade de integridade do corpo para as cerimônias fúnebres ou para alcançar benefícios espirituais.
Entre os mais de 2,3 bilhões de seguidores do cristianismo, tanto católicos romanos como ortodoxos e protestantes, predomina a decisão favorável à doação, o que contribui para que a grande maioria dos transplantes seja realizada em países onde predomina a fé cristã. Testemunhas de Jeová, que não aceitam a transfusão de sangue, não se opõem ao transplante de órgãos. Para a maioria dos pastores evangélicos, a doação de órgãos é um ato de amor e de generosidade. Para o judaísmo a doação de órgãos é um ato de justiça e misericórdia, embora existam seguidores contrários, por não aceitarem a violação do corpo ou o diagnóstico de morte encefálica como o fim da vida. 
A maioria do 1,3 bilhão muçulmanos considera a integridade do corpo como condição para o acesso à vida eterna, assim o número de transplantes é pequeno nessa comunidade. Entretanto, o Conselho Muçulmano Britânico apoia a doação, dando prioridade ao mérito do ato de salvar vidas. Os mais de 1 bilhão de seguidores do hinduísmo atribuem mérito espiritual à doação de órgãos, mas ainda contam com pequeno número de transplantes, dado o incipiente desenvolvimento dessa atividade nas suas regiões. O xintoísmo, predominante no Japão, e o confucionismo, na China e na Coreia, são crenças que preconizam o sepultamento do corpo inviolado e, embora apresentem legislações que normatizam a doação, número reduzido de transplantes é realizado nesses países. Os mesmos conflitos existem para os seguidores do budismo.
Entre todas as religiões e crenças, foi a Igreja Católica que mais categoricamente acatou o diagnóstico de morte encefálica como fim da vida e reconheceu o mérito do ato de doar órgãos. O papa São João Paulo II, na encíclica Evangelium Vitae, de 1995, estabeleceu que entre os atos de heroísmo cotidiano “merece particular apreço a doação de órgãos feita, segundo formas eticamente aceitável, para oferecer uma possibilidade de saúde e até de vida a doente por vezes sem esperança”. Em pronunciamento ulterior, durante o Congresso Internacional de Transplantes, em 2000, em Roma, afirmou que “a morte da pessoa é um evento único, que consiste na total desintegração do complexo unitário que a pessoa é em si mesma, como consequência da separarão do princípio vital, ou da alma, da realidade corporal da pessoa”. E reconheceu “a constatação, segundo parâmetros bem determinados e em geral compartilhados pela comunidade científica internacional, da cessação total e irreversível de qualquer atividade encefálica (cérebro, cerebelo e tronco encefálico) como sinal da perda da capacidade de integração do organismo individual como tal”.

É legítimo entender que, sendo a doação de órgãos post mortem fruto de forte espiritualidade, num momento de perda e sofrimento familiar, muitas vezes inesperado, a dimensão do desprendimento e solidariedade justifica sua inclusão entre as “obras de misericórdia”. Definida nos primórdios do cristianismo como a virtude de ter compaixão e aliviar o desconforto do semelhante, a misericórdia é reconhecida pela Igreja Católica como ações que fortalecem a espiritualidade, expressa em sete obras corporais:
 1) dar de comer, 2) dar de beber, 3) vestir os nus, 4) visitar os doentes, 5) visitar os presos, 6) acolher os peregrinos e 7) enterrar os mortos. 
Estas são listadas em paralelo com sete obras de misericórdia espirituais: 1) dar bom conselho, 2) corrigir os que erram, 3) ensinar os ignorantes, 4) suportar com paciência as fraquezas do próximo, 5) consolar os aflitos; 6) perdoar os que nos ofenderam e 7) rezar pelos vivos e pelos mortos. Para enfatizar a importância espiritual da prática sistemática desses atos nos nossos dias o papa Francisco proclamou 2016 o ano do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, incluído entre as ações que celebraram os 50 anos do Concílio Ecumênico Vaticano II.
A inclusão da doação de órgãos entre as “obras de misericórdia” atenderia a uma necessidade contemporânea em harmonia com as escrituras desse concílio, cuja essência foi abrir a Igreja para a modernidade. O papa Bento XVI em 2008 pode ter antecipado essa proposta ao definir a doação como “um ato de amor e uma testemunha genuína de caridade que se estende além da morte”. Assim a misericórdia e o mérito de salvar vidas poderiam ser prioridades na controversa interpretação de parte das escrituras religiosas.
* PROFESSOR TITULAR DA UNIFESP/ ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA, É MEMBRO DA ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA. E-MAIL: MEDINA@HRIM.COM.BR

Fonte: http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,doacao-de-orgaos-como-obra-de-misericordia,70001658552

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

ATX-BA - CRISE NO SISTEMA DE HEMODIÁLISE NA BAHIA.

 Crise do sistema de hemodiálise na Bahia exige medidas emergenciais


O agravamento na crise do sistema de hemodiálise na Bahia vem preocupando o Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb), que agora vem tornar público os problemas enfrentados pelos portadores de insuficiência renal crônica dialítica no estado. O Conselho tem sido com frequência notificado, e recebido cobranças, acerca das dificuldades enfrentadas por estes pacientes.


Dois serviços de nefrologia conveniados com Sistema único de Saúde (SUS) já notificaram aos gestores da saúde e informaram ao Cremeb que não tem mais intenção de renovar o contrato de prestação de serviços de diálise sem que haja o devido reequilíbrio financeiro. Os contratos, que estão ativos desde janeiro de 2013, irão expirar na próxima sexta-feira, dia 16, podendo deixar desassistidos cerca de 290 pacientes em Salvador.
Como problema principal está a baixa remuneração dos procedimentos, em valores inferiores ao custo, pois são corrigidos abaixo da inflação desde 2001. Além disso, desde 2013 o valor deste procedimento não é reajustado na Tabela SUS, de responsabilidade do Ministério da Saúde. Isto tem inviabilizado a ampliação e a manutenção de alguns serviços conveniados com o SUS e remunerados de acordo com essa tabela. Consequentemente, há grande dificuldade de surgimento de vagas tanto para hemodiálise como para a diálise peritoneal.
O Cremeb tinha a informação de que haviam pacientes com insuficiência renal crônica e que permaneciam internados em hospitais enquanto aguardam uma vaga em serviços ambulatoriais de diálise. Tal situação, além de trazer transtornos ao paciente renal e seus familiares, contribui para aumentar o déficit de leitos de enfermaria e em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), já que, em alguns hospitais, esse procedimento só é realizado em UTIs.
No último dia 06, o Cremeb, atendendo a uma convocação do Ministério Público do Estado da Bahia, participou de uma reunião, na sede do órgão, para discutir este problema junto a gestores do Estado, ao coordenador do Centro de Apoio Operacional da Saúde Pública (Cesau), promotor de Justiça Rogério Queiroz, e outros integrantes de MPE, além da presidente do Conselho Estadual de Secretários Municipais de Saúde (Cosems), Stela Souza.
Dados apresentados no encontro revelam que há, hoje, no estado mais de 160 pacientes internados aguardando vagas para hemodiálise. A maioria está, apenas por este motivo, impedida de receber alta. Na oportunidade, foram discutidas medidas para minorar o problema com propostas que envolvem gestores municipais, estaduais e federais, mas, infelizmente, nenhuma terá grande impacto a curto prazo.
Para o vice-presidente do Cremeb, conselheiro Júlio Braga, apesar da maior responsabilidade por esta situação ser decorrente dos gestores do SUS a nível federal, que não reajustam a tabela SUS há três anos, os gestores municipais e estadual e a sociedade precisam unir esforços para resolver o problema. “Não podemos deixar que a população continue correndo riscos.

O paciente com insuficiência renal com indicação de diálise pode falecer após alguns dias sem realizá-la. É necessário que seja tomada uma atitude o mais rápido possível, principalmente, porque a disponibilização de novos serviços não se consegue em poucos meses”, afirma.

fonte:http://www.cremeb.org.br/index.php/noticias/crise-do-sistema-de-hemodialise-na-bahia-exige-medidas-emergenciais/



terça-feira, 20 de dezembro de 2016

ATX-BA - Feliz Natal...



Nós pacientes transplantados queremos encerrar o a ano de 2016 agradecendo aos nossos contribuintes, voluntários e todos àqueles que veem nos ajudando lutando pela nossa causa e, nos dando uma “Segunda Chance de VIVER”.

Ou mesmo nos abastecendo de amor e carinho através de um olhar, de uma palavra, da presença, nos dando a certeza que a nossa luta pela “VIDA” não é solitária e sim solidária.

              Feliz Natal e um Ano Novo para todos.
                                              
                                           ATX-BA
                                    Márcia Chaves

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

ATX-BA - O QUE É HEPATITE?

A hepatite C provoca cerca de 350.000 mortes por ano em todo o mundo – ainda que muitas pessoas nem sequer sabem que têm a doença infecciosa.

A hepatite é uma inflamação do fígado, e vírus da hepatite C é uma inflamação do fígado causada pelo vírus da hepatite C.Outros tipos de hepatites virais incluem a hepatite A , B, D, e E hepatite A e E são geralmente adquiridos a partir de alimentos e bebidas contaminados, enquanto a hepatite B , C, e D são transmitidos através de fluidos corporais. Causas e riscos da hepatite C O vírus da hepatite C (VHC) faz com infecções hepatite C.Existem seis grandes estirpes de HCV ou genótipos do HCV e mais de 50 subtipos de vírus da hepatite C, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Estes genótipos respondem de forma diferente aos tratamentos, e é possível de ser infectado com mais do que um genótipo de HCV, ao mesmo tempo.A hepatite C é uma doença contagiosa que é transmitida quando o sangue de uma pessoa infectada entra no corpo de alguém que não está infectado.Hoje, as formas mais comuns isso ocorre é através de:A partilha de agulhas e seringas para o uso de drogas intravenosasferimentos acidentais provocados pela agulha em serviços de saúdeDurante o nascimento se a sua mãe tem hepaite C. Embora menos comum, também é possível adquirir uma infecção da hepatite C por ter sexo desprotegido com alguém que tem o vírus, ou usar itens de higiene pessoal – incluindo lâminas de barbear e escovas de dentes – que tenham estado em contacto com sangue infectado com HCV.Alguns fatores que aumentam o risco da hepatite C:Trabalhando no ambiente de saúde ou outro campo em que você tem contato regular com sangueTendo HIVReceber uma tatuagem ou piercing com instrumentos não esterilizadosdiálise renal que submete-se por muitos anosEmbora os vírus são as causas mais comuns de hepatite, também existem numerosos tipos de hepatite não-viral, incluindo:A hepatite alcoólica causado pelo abuso prolongado de álcoolHepatite auto-imune, em que o sistema imunitário ataca as células saudáveis do fígadoHepatite induzida por drogas de vários medicamentos, incluindo acetaminofeno , não-esteróides anti-inflamatórias (NSAIDs) , esteroides anabolizantes, pílulas anticoncepcionais e tetraciclina antibióticosA hepatite resultante de doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA), uma condição que se desenvolve quando grandes quantidades de gordura se acumula no fígado de alguém que bebe pouco ou nenhum álcool e que normalmente é obesa. Prevalência de Hepatite C A hepatite C vem em duas formas: aguda e crônica.De acordo com o Centers for Disease Control and Prevention (CDC), aproximadamente 15 a 25 por cento das pessoas infectadas com a hepatite C só desenvolver uma infecção aguda, que limpa de forma espontânea do corpo dentro de seis meses.O outro 75 a 85 por cento das pessoas passam a se tornar portadores de hepatite C e desenvolver uma infecção crônica, que pode durar uma vida e levar a complicações da hepatite relacionados com o C , incluindo doença hepática crônica, cirrose (cicatrizes irreversíveis do fígado), e câncer de fígado.Os homens são menos propensos do que as mulheres para limpar espontaneamente uma infecção aguda de seu sangue, e mais propensos a desenvolver complicações hepáticas a partir da infecção, de acordo com um artigo de 2006 na revista Gut.Havia aproximadamente 21.870 novos casos agudos de hepatite C nos Estados Unidos em 2012, e infecções crônicas de HCV afetar cerca de 3,2 milhões de americanos, de acordo com o CDC.Em uma escala global, 2-3 por cento da população mundial está vivendo com hepatite C e cerca de 350.000 pessoas morrem anualmente devido a complicações relacionadas com a doença, de acordo com a 2012 publicado na revista Clinical Infectious Diseases.Cerca de 70 a 80 por cento das pessoas infectadas com aguda da hepatite C não apresenta sintomas no início, observa o CDC.Aqueles que o fazem, no entanto, pode ter:IcteríciaFadigaFebreurina escuraproblemas gastrointestinaisAs pessoas com hepatite C crônica, por outro lado, normalmente não mostrar quaisquer sintomas até que o fígado ficar danificado.O padrão de tratamento para a hepatite C é uma terapia de combinação de fármacos antivirais.Este tratamento medicamentoso é eficaz para 50 a 90 por cento das pessoas, segundo a OMS.Com as informações Meio Ambiente RioRead more https://meioambienterio.com/2016/11/o-que-e-a-hepatite-c-causas-e-riscos/

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Sessão especial - ALBA implantação frente parlamentar em defesa da saúde

Criação de frente ocorrerá durante sessão especial no plenário da Casa (ALBA).

A Assembleia Legislativa da Bahia lança, na tarde desta quinta-feira (10), a Frente Parlamentar em Defesa da Saúde e Institutos de Pesquisas Afins na Bahia.
 A iniciativa é do vice-presidente da Comissão de Saúde e Saneamento, deputado estadual José de Arimateia (PRB).A sessão especial acontecerá às 15h, no Plenário da Casa e objetiva também discutir a crescente demanda de pacientes por acesso igualitário à saúde, garantido pela Constituição Federal, atlém de contribuir para a melhoria dos sistemas de saúde.Para ilustrar a relevância da ação, o parlamentar destacou a importância de levantar o tema da saúde devidas melhorias no setor. “A saúde pública do Brasil carece de cuidados e melhor assistência, especialmente por partes de autoridades e órgãos competentes. A frente parlamentar consiste também em planejar a saúde e, acima de tudo, estabilizar um setor que está distante de ser favorável”, explicou Arimateia, ressaltando o valor da nova Frente como ferramenta para uma gestão eficiente.Na sessão especial, vão estar presentes médicos de diversas especialidades, o secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas Boas, associações de pacientes e de classe, empresas vinculadas à saúde, promotores de Justiça e outras autoridades.TAGSAssembleiaDefesa da saúdeFrente parlamentar

domingo, 6 de novembro de 2016

ATX-BA - VOCÊ PODE FAZER MAIS...

                   

VOCÊ PODE FAZER MAIS!!!

Hoje no Brasil são mais de 40.000 pessoas que esperam por um transplante de rim, fígado, pâncreas, coração, medula óssea, pulmão e córnea e na Bahia são 4.000 que ficam na fila, às vezes por mais de 20 anos, no caso de precisar de um transplante de rim e outras que precisam de outros órgãos e cerca de 50% falecem na fila à espera de um transplante.

O mais triste é saber que a maioria dessas pessoas são carentes, sem acesso à informação, aos tratamentos preventivos e curativos, aos medicamentos e alimentação básica para sobreviver.

Mas na Bahia existe a Associação de Pacientes Transplantados da Bahia (ATX-BA) que atende por ano mais de 7.000 pessoas no programa de apoio ao transplantado e sua família e na orientação no pré-transplante e pós transplante.

Assim temos desenvolvido um programa de trabalho representado pela doação de alimentos, doação de medicamentos, cursos profissionalizantes em parceria com o SENAC, grupo de artesanato, apoio psicológico e jurídico, encaminhamento e orientação do paciente para realização de transplante aqui e em outro Estado quando necessário, orientação dos direitos do transplantado junto a Previdência Social (auxílio doença, aposentadoria, amparo assistencial, tratamento fora de domicílio), campanhas educativas sobre doação de órgãos/tecidos, transplantes e prevenção das hepatites, na mídia escrita e falada, através de outdoor, palestras em escolas, empresas, universidades, igrejas, hospitais, dentre outras, inclusão no mercado de trabalho dos transplantados e seus familiares através do  artesanato mineral, grupo de apoio ao pré transplante. Na falta de fornecimento pelo Estado dos imunossupressores (medicamentos que impedem a rejeição do órgão transplantado), a ATX-BA interfere para que não haja interrupção, seja comunicando aos responsáveis ou registrando o fato por diversas vezes na imprensa falada, escrita e Ministério Público Estadual e Federal.

Temos contado com a colaboração dos sócios contribuintes para poder levar esta luta adiante, dando continuidade aos nossos projetos e atividades e manutenção da entidade. Focamos a assistência aos transplantados mais carentes excluídos do mercado de trabalho e que sequer conseguem uma alimentação básica.

A ATX-BA tem cerca 600 pacientes transplantados associados (coração, fígado, rim, pâncreas, córneas, medula óssea), e luta pelos direitos dos 7.000 transplantados do Estado da Bahia.


COMO FAZER MAIS???

O paciente associado ou não que queira ajudar a ATX-BA em seus projetos e atividades pode por exemplo:

- Juntar NF (qualquer valor). Depois contar – Programa Sua Nota é Um Show de Solidariedade;
- Ir pelos menos uma manhã durante o mês para ajudar nas atividades do dia;
- Participar das Campanhas de Doação de Órgãos, dando seu depoimento até chegar ao transplante;
- Participa das Campanhas sobre hepatite B e C;
- Organizar os arquivos;
- Participar do Projeto “Arte pela Vida”;
- Ajudar no Projeto “Educar para Doar”;
- Ajudar na distribuição, arrumação e arrecadação de alimentos, cestas básicas e pães doados pela Perini, outras empresas e pessoas físicas;
- Promover atividades para arrecadar fundos para entidade;
E muito mais...................

Você também pode indicar um amigo, uma empresa ou alguém de seu relacionamento para se juntar a nossa luta, sendo mais um sócio contribuinte da ATX-BA.

     Você não faz parte do problema. Mas pode fazer parte da solução.
                                        
SÓ BASTA PENSAR MAIS UM POUQUINHO E ENTRAR DE CABEÇA PARA SALVAR VIDAS.

                                        VISTA ESTA CAMISA. SALVE VIDAS

sábado, 22 de outubro de 2016

ATX-BA - UTILIDADE PUBLICA: O MINISTRO DA SAÚDE ADMITE QUE O BRASIL VIVE UMA EPIDEMIA DE SÍFILIS.

  Ministro da Saúde admite que Brasil vive uma epidemia de sífilis
Ricardo Barros anunciou estratégia para combater a doença, com ampliação de testes e tratamento de gestantes
Lígia Formenti,
O Estado de S. Paulo
      20 outubro 2016 | 17h23

BRASÍLIA - O ministro da Saúde, Ricardo Barros, admitiu que o País vive uma epidemia de sífilis.

 "Os casos subiram em número significativo. Estamos tratando o problema como epidemia até para que resultados da redução sejam mais expressivos possíveis", disse o ministro, durante o anúncio de uma estratégia para combater a doença. 

O pacto, conforme o Estado anunciou há duas semanas, pretende mobilizar profissionais de saúde e a sociedade para tentar reduzir o avanço da doença. Entre as medidas que serão adotadas está a ampliação de testes rápidos para diagnóstico da sífilis e o tratamento da doença em gestantes, até o primeiro trimestre da gestação.

Números antecipados pelo Estado indicam que pelo menos 50% dos casos de sífilis em gestante são diagnosticados no terceiro trimestre de gestação, quando as chances de se proteger o bebê já são bem menores do que quando a terapia começa na primeira fase da gestação.

                                                       

                                                                      Foto: Reuters


A taxa entre gestantes aumentou de 3,7 para 11,2 a cada 1 mil nascidos vivos entre 2010 e 2015.

Um dos braços do programa de enfrentamento prevê a realização de campanhas para que gestantes iniciem o pré-natal ainda no primeiro trimestre.

De acordo com a diretora do programa de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Adele Benzaken, há ainda uma falsa ideia de que as mulheres devem esperar a barriga crescer para procurar o pré-natal.

FONTE:http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,ministro-da-saude-admite-que-brasil-vive-uma-epidemia-de-sifilis,10000083382

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

ATX-BA - ABTO CAMPANHA COM LETREIROS DOS RELÓGIOS DE SÃO PAULO



27 de setembro - Dia Nacional da Doação de Órgãos



Dia Nacional da Doação de Órgãos
Diversas ações buscam conscientizar a população sobre importância a doação de órgãos.


 - Brasil Verde: Em parceria com as centrais estaduais de transplante, a campanha tem como objetivo chamar a atenção da população para o tema doação de órgãos. Neste ano, até o momento, 17 estados aderiram, estão iluminando 58 monumentos em diversas cidades e falando sobre causa. Confira a relação: http://goo.gl/YOvgNx

- Ato Inter-Religioso na Catedral da Sé: São Paulo (SP) – 24/09, às 9:00 horas será realizado Ato Ecumênico, com as principais lideranças religiosas do país, onde serão homenageados os doadores de órgãos. Serão convidados para esse ato, familiares de doadores e pacientes transplantados.

- Pedalada com a Sampa Bikers: 24/09, às 19h, no Memorial da América Latina, em parceria com a equipe do Sampa Bikers, que faz parte do Projeto Bike Amigo, com o objetivo de chamar a atenção e sensibilizar a população paulistana para a necessidade da doação de órgãos e tecidos. http://sampabikers.com.br/passeio/pedal-setembro-verde/

- Letreiros dos relógios nas cidades de São Paulo: Entre os dias 26 e 30 de setembro, os relógios estarão com seus letreiros na cor verde, com a mensagem: “Doe Órgãos, Doe vida. Avise a sua família”. 

- Mensagem nos letreiros das rodovias do estado de SP: A ARTESP (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) solicitou às 20 concessionárias de rodovias, que operam 6,9 mil quilômetros de pistas no estado que, durante todo o mês de setembro, exibissem em seus 338 painéis de mensagens variáveis (PMVs), instalados em pontos de grande movimentação nas rodovias paulistas concedidas, o texto motivacional da campanha: “DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA. AVISE SUA FAMÍLIA”.

- Mensagem em pontos de ônibus: Entre 27 de setembro e 3 de outubro, divulgaremos mensagem sobre doação de órgãos em 100 painéis cedidos pela empresa Ótima, em pontos de ônibus espalhados pela capital de São Paulo.

FONTE: http://www.abto.org.br/abtov03/default.aspx?c=1090

domingo, 25 de setembro de 2016

ATX-BA - COMEMORAÇÃO DO DIA NACIONAL DOS DOADORES DE ÓRGÃOS NA ALBA






Deputado celebra Dia de Incentivo à Doação de Órgãos com moção e exposição fotográfica na ALBA

Na próxima terça-feira, 27 de setembro, é comemorado o Dia Nacional de Incentivo à Doação de Órgãos e Tecidos. Para celebrar a data, o deputado estadual José de Arimateia (PRB) apresentou uma Moção de Congratulação e Aplausos e abrirá as portas da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) para uma exposição fotográfica que mostrará 10 imagens de transplantados no Saguão da Casa Legislativa, do dia 27 a 30 de setembro, das 9h às 17h. Para completar, a ALBA ganhará iluminação verde, a partir de segunda-feira, 26.
Na moção, o parlamentar classificou o Dia de Incentivo à Doação de Órgãos e Tecidos como uma data de expressiva reflexão para todos os brasileiros, por representar um marco no estímulo a um ato de amor e fraternidade que pode salvar milhares de vidas a cada ano no país. Arimateia aproveitou a oportunidade para lembrar também a passagem do Dia Mundial do Doador de Medula Óssea, em 17 de setembro, uma homenagem a todos os praticantes de um ato igualmente valoroso, na opinião do deputado.
José de Arimateia reforçou o apoio constante à causa da doação que, desde o primeiro mandato, foi uma bandeira defendida. “Como vice-presidente da Comissão de Saúde e Saneamento da ALBA e, antes de mais nada, defensor constante da doação de órgãos e tecidos, aplaudo, não só estas datas. Parabenizo e apoio toda e qualquer ação em nome do incentivo a uma decisão simples, mas que reflete num grandioso resultado: a preservação de vidas. Congratulo também os atores principais deste processo, os doadores, sem cuja coragem e louvável ato, vidas não seriam salvas”, declarou.
A celebração, no entanto, não se encerra por aí. Arimateia abrirá uma exposição fotográfica que vai permanecer no Saguão da ALBA para visitação pública, entre os dias 27 e 30 de setembro, das 09h às 17h. Organizada em parceria com a equipe da Coordenação Estadual de Transplantes (COSET), da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB), a mostra trará imagens de 10 pacientes transplantados e tem autoria do fotógrafo Pedro Hermes. O objetivo, segundo a COSET, é sensibilizar a sociedade baiana quanto à importância da doação de órgãos e tecidos para o transplante, principalmente na última semana de setembro, marcada anualmente como a Semana Nacional de Incentivo à Doação de Órgãos.
Transplantes – Segundo informações da SESAB, até o último mês de julho, foram realizados na Bahia, 317 transplantes, enquanto em 2015 foram feitos 225 procedimentos, o que significa um aumento de 40%. Apesar dos avanços, a taxa de recusa familiar na Bahia está em 63%, superior à média nacional, que está em 56%. Em todo o país, as doações possibilitaram a realização de 12.091 transplantes entre janeiro e julho. Segundo o Ministério da Saúde, atualmente, 89% dos transplantes de órgãos sólidos são realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e um dos maiores desafios é diminuir a taxa de recusas familiares à doação de órgãos.
Fonte:http://pastorjosedearimateia.com.br/saude/deputado-celebra-dia-de-incentivo-doacao-de-orgaos-com-mocao-e-exposicao-fotografica-na-alba/

domingo, 18 de setembro de 2016

ATX-BA - CRISE FAZ NÚMERO DE TRANSPLANTE NO BRASIL - MINISTERIO DA SÁUDE

Crise faz número transplantes de órgãos cair em 2016, diz ministério.

O  crescimento no número de transplantes perdeu fôlego com a crise econômica e deve crescer em ritmo menor que o numero de doares

A projeção do Ministério da saúde para este ano é de que o transplante de órgãos sólidos caia de 7.772 para 7.550 em relação ao ano passado. Esta é a primeira queda desde 2005. Os dados foram apresentados neste sábado (17) no lançamento nacional de Doação de Órgãos na Casa Brasil, zona portuária do Rio de Janeiro. 

A campanha brasileira coincide com a da campanha mundial de doação de sangue.

A coordenadora do Sistema Nacional de Transplante, Rosana Rios Nothem, explicou que, apesar da diminuição desse tipo de transplantes, o crescimento segue sustentável. 

A projeção do Ministério da Saúde para este ano é 24.182 transplantes, 600 a mais que em 2015. Em 2014, foram 23.227."Em um contexto de crise é perfeitamente esperado, os estados estão passando por dificuldades, qualquer modalidade assistencial acaba sofrendo algum revés. E o transplante é uma modalidade assistencial cara, de difícil absorção tecnológica", disse.Cerca de 42.523 mil pessoas aguardavam na fila para transplante até 30 de junho deste ano. 

No ano passado havia 41.236 pessoas na lista de espera. SITUAÇÃO PARA QUEM ESPERA POR TRANSPLANTE É CRÍTICA NO BRASIL 0:002:24"Provavelmente os transplantes que demandam tecnologias mais avançadas estão tendo mais dificuldade de serem feitos. Leitos foram fechados em alguns estados e os hospitais de ponta acabaram mais demandados. 

A capacidade instalada talvez não tenha se conseguido manter por conta dessa situação mais crítica de desabastecimento dos hospitais", disse. "Isso faz com que a gente tenha que aperfeiçoar as estratégias de cuidado do doador, pois quanto melhor for o órgão que entregarmos, mais tranquilo será para o sistema de saúde administrar esse transplante e o pós-operatório desse transplante". 

 Diagnóstico:

Outro grande desafio do sistema é o de diagnóstico e certificação em tempo hábil da morte encefálica, quando o coração continua batendo, mas o cérebro deixa de funcionar. Atualmente, 30% das pessoas com mortes encefálicas acabam tendo seus órgãos doados. 

Boa parte dos casos em que não há doação, deve-se à recusa familiar. A projeção anual considerando o 1.º semestre é de que das cerca de 9,86 mil notificações de morte encefálica, 2,87 mil são doadores efetivos. 

Na Paraíba e no Acre, esse percentual não passa de 5%, já em Santa Catarina é de quase 50%, maior percentual do país.Suzana alertou da importância de se qualificar os profissionais da assistência para orientarem com sensibilidade a família do morto sobre a relevância da doação. "A população precisa sentir muita firmeza nas informações sobre doação e diagnóstico de morte. E a família precisa ser respeitada na sua dor e ter privacidade no hospital", disse.

O ministério estima que devido à realidade violenta das grandes cidades e no trânsito e à pouca adesão ao tratamento de doenças como hipertensão e diabetes, o potencial de doadores possa chegar a 100 por milhão de habitantes. Entretanto, a meta do ministério é chegar a 50 notificações por milhão de habitante no ano que vem.

Atletas transplantados:

A atleta gaúcha Liège Galtério, 43 anos, ganhou medalha de ouro nos 100 metros e prata nos 200 metros rasos pelo Brasil na Olimpíada para Transplantados no ano passado em Mar del Plata, na Argentina, e já está se preparando para concorrer na de Málaga, na Espanha. Primeira mulher brasileira a concorrer nesse tipo de Olimpíada, criada há 20 anos, Liege vive com um pulmão há cinco anos."Em 2003, fui diagnosticada com fibrose pulmonar e a única solução seria um transplante. Em 2011, já não conseguia mais caminhar, escovar os dentes. Esse órgão veio na hora exata e sou extremamente grata a essa família que a autorizou a doação", disse. "As pessoas precisam se declarar doadoras em vida para que os familiares saibam na hora de autorizar a doação dos órgãos. 

São necessárias campanhas para conscientizar as pessoas sobre a importância de doar os órgãos".O judoca Bruno Cunha, 25 anos, que teve um rim transplantado há quatro anos, após descobrir que tinha um grave problema renal durante uma competição. Para ele, o doador realiza um verdadeiro milagre ao dar uma segunda vida ao próximo. "Ele é o verdadeiro herói desta história, pois salva pessoas que teriam a vida interrompida por uma doença e voltam a plenitude da saúde por um ato de amor". 

Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) tem um estudo que aponta que mais de 2,3 mil pessoas morreram à espera de um transplante de órgão no Brasil no ano passado. Sistema funcionando O governo federal gasta cerca de R$1 bilhão para manter o sistema de transplantes funcionando, sem considerar os gastos com pré e o pós-operatório, que envolvem medicações onerosas para os cofres públicos.

No caso dos transplantes de órgãos, o imunossupressor, medicação para evitar que órgão transplantado seja rejeitado pelo corpo, é continuo e vital para o paciente."Não temos notícia de desabastecimento grave acontecendo, por conta das políticas federais, mas sabemos que pontualmente um ou outro estado às vezes se atrapalha na encomenda do quantitativo que precisa ou na discriminação de perfil de remédio e algumas coisas são contrapartidas estaduais", explicou a representante do Ministério da Saúde.

Suzana não soube precisar o quantitativo dos gastos com manutenção com medicamentos, mas garantiu que corresponde à metade de todo o custo nessa área. "E tende a aumentar, pois, felizmente as pessoas estão vivendo mais e precisam de mais remédios".O Brasil tem o maior sistema público de transplantes do mundo em números absolutos.

O transplante de rim é o mais comum, representando 91% dos transplantes feitos no país. A taxa de doadores no país é de aproximadamente 14 por milhão de habitantes, maior que em países como a China e o Japão, mas está aquém da média considerada ideal de 15 doadores por milhão de habitantes, como ocorre em nações como Canadá e na Austrália. crescimento no número de transplantes perdeu fôlego com a crise econômica e deve crescer em ritmo menor que o número de doadores. 

FONTE: ABTO/RBT(SEMESTRAL/2016)

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

ATX-BA - Doe órgãos. Salve vidas




Doe Órgãos. Salve Vidas!

Campanha criada pela Propeg para ATX-BA 





"TODO MUNDO MERECE UMA SEGUNDA CHANCE"
Quase/Almost - Campanha criada pela Propeg para ATX-BA




Campanha de Doação de Órgãos da ATX-BA - Coração.
Realizada pela Propeg - ganhou um Grand Prix em TV no Bahia Recall 2008

VTS_01_1.VOB


Campanha de Doação de Órgãos da ATX-BA - Coração.
Realizada pela Propeg - ganhou um Grand Prix em TV no Bahia Recall 2008.