domingo, 24 de julho de 2016

ATX-BA - CAMPANHA JULHO AMARELO DISTRIBUINDO FOLDER SOBRE PREVENÇÃO DA HEPATITE C PELA CIDADE DE SALVADOR

Vários eventos serão realizados pela Associação de Pacientes Transplantados da Bahia (ATX-BA).

Iniciamos a campanha Julho Amarelo com nosso associado Nestor Linhares coordenando a distribuição de folder pela cidade para população de Salvador cuja finalidade é sensibilizar, informar e prevenir a população sobre a hepatite C.

                                                         Ele entregará nos demais ônibus.
Ela está muito interessada nas informações do folder.



Distribuição na passarela de acesso ao shopping Bahia, ex Iguatemi.

Temos programado testagens rápidas para hepatite B e C em parceria com várias instituições:
- Associação Comunitária de Cajazeiras e Adjacências (Accaja))/Salvador - 27/07/2016.
 Clube da Mães das Irmãs Unidas de Pirajá/Salvador - 29/07/2016
- PRB JUVENTUDE - Simões Filho/BA - 30/07/2016.
- Cooperativa DE Transporte Alternativo de Simões Filho/BA - 30/07/2016.
- ATAKAREJO (sete lojas) - datas a definir.

Outras entidades faltam confirmar as datas. Vamos continuar em agosto devido a demora da entrega dos kits de testagem para hepatite B e C. No total testaremos 2.000 pessoas para hepatite C e 2000 pessoas para hepatite B.


A campanha Julho Amarelo de realização da ATX-BA recebeu apoio do Ministério da Saúde, DIVEP/SESAB.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

ATX-BA - HEPATITES

https://www.facebook.com/955265171164969/videos/11675995
https://www.facebook.com/hashtag/hepatiteb?source=feed_text&story_id=1167599593264858






Fonte: http://www.tudosobrefigado.com.br/videos

terça-feira, 7 de junho de 2016

ATX-BA - Falta medicamentos para transplantados de fígado na Bahia.

O transplantado de fígado Nestor Linhares pega seus medicamentos na farmácia do Hospital Otávio Mangabeira.

Em 03/06/2016 foi pegar a ciclosporina de 50 mg e forneceram a ciclosporina em cápsulas moles que devem ser preservadas em geladeira.

Outros pacientes transplantados de fígado usam esta medicação também e têm que fazer o transporte em caixa de isopor e gelo.  

Alguns deles que residem no interior e não possuem geladeira.
Como conservar este medicamento que evitam a rejeição do órgão transplantado?





Lista de medicamentos que estão em falta de acordo com a farmácia do Hospital Otávio Mangabeira:



No caso do ursacol ele é utilizado nos casos de rejeição crônica do fígado como coadjuvante. 

quinta-feira, 26 de maio de 2016

ATX-BA - Utilidade publica: falta de medicamentos coloca vida de pacientes em risco.

Desorganização na distribuição de remédios pela Sesab coloca pacientes em risco

 
Por Luiz Fernando Lima, Chayenne Guerreiro e Brenda Ferreira
A desorganização na compra e distribuição de medicamentos de responsabilidade da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab), mais precisamente da Superintendência de Assistência Farmacêutica, Ciência e Tecnologia (Saftec), tem colocado em risco a saúde das pessoas que dependem do tratamento das mais diversas naturezas na Bahia.
 
É o caso de Shirley Cavalcante que há 17 anos passou por um procedimento cirúrgico e recebeu da filha caçula um rim. O transplante foi bem-sucedido, mas Shirley precisa tomar diariamente duas doses de 75 mg de um medicamento chamado Ciclosporina para minimizar, mesmo após tanto tempo, os riscos de rejeição.
 
De acordo com o marido de Shirley, Manoel Batista, a quem cabe um verdadeiro périplo mensal, o fornecimento é descontinuado e todos os meses existe a apreensão para saber se haverá ou não o remédio nos postos de distribuição.
 
“Já tem um tempo que passamos por esse problema, um mês tem o medicamento, outro mês não tem. Eles tentam adequar a dosagem que ela precisa, adicionando mais comprimidos. Minha esposa toma 15 deles por dia, imagine ter que aumentar mais dois sem necessidade. É uma falta de consciência do comprador desses medicamentos, por que o mesmo dinheiro que ele compra dois de 25 mg, ele compraria, gastando menos, um de 50 mg e não judiaria tanto do paciente, como vem acontecendo. Para ter uma ideia do descaso, eu liguei na sexta-feira (29 de abril) e me informaram que tinha, quando eu cheguei lá na segunda, oito da manhã, já não tinha mais. É um absurdo“.
 
Questionada sobre o estoque da Ciclosporina, a superintendência responsável informou, através da assessoria de comunicação, que o medicamento ciclosporina para microemulsão de 75 mg cápsula não é adquirido, pois não consta nas apresentações definidas na portaria 1554/2013 do Ministério da Saúde. “Ressaltamos que estão disponíveis as apresentações de 25 mg, 50 mg e 100 mg. A ciclosporina para microemulsão de 10 mg cápsula está em processo licitatório para regularização do estoque”.
 
O problema é que o volume de medicamento disponível não é suficiente para atender toda a demanda e, portanto, os números apresentados à reportagem do Bocão News nesta segunda-feira (23) podem ser alterados na manhã de quarta-feira (24). É esta falta de continuidade que a presidente da Associação de Pacientes Transplantados da Bahia (ATX-BA), Márcia Chaves questiona e critica.
 
“Na associação o principal objetivo é a defesa dos pacientes transplantados, são cerca de sete mil. A maior dificuldade é a interrupção da medicação que evita a rejeição do órgão. Temos todos os tipos de transplantes: pulmão, rins, córnea, medula óssea, pâncreas, entre outros. Tem faltado (medicamento) durante vários anos e de maneira continua, se agravando no ano passado. Dois medicamentos básicos que são de responsabilidade do Estado: a Ciclosporina, nas suas diversas dosagens, e o Imuran faltam constantemente. O Imuran pode ser comprado em farmácia comum, custa caro, cerca de R$ 400, mas a Ciclosporina nenhuma farmácia fornece, a não ser os hospitais e unidades de transplantes, através da Secretária de Saúde do Estado”.
 
De acordo com a representante da ATX-BA, a falta da dosagem correta do medicamento é o que traz prejuízos para o paciente transplantados. 
 
“A prescrição médica é algo muito importante. Se o paciente tem que receber 75 mg de determinado medicamento, ele tem que receber um comprimido de 50 mg e outro de 25 mg, duas vezes ao dia, isso mantem o nível sanguíneo do paciente. Se não tem a de 25 mg, eles dão a de 50 mg e a de 100 mg, totalmente diferente da indicação médica e o nível sanguíneo do paciente não vai ser mantido, o que prejudica a imunossupressão que evita a rejeição do órgão. No caso de um transplante de rim, ele tem a opção de voltar para a hemodiálise, o que já é um enorme trauma. Imagine você, depois de passar 15 anos fazendo esse tratamento, ganhar um órgão e perder por falta de medicação? Os outros pacientes que são de outros transplantes, como de coração, pulmão e etc, que não tem hemodiálise, se faltar remédio ele vai, a depender do estado do transplante, falecer.  Muitas vezes o paciente viaja quilômetros e chega aqui e não tem. É uma falta de respeito com o transplantado e com o doador, seja falecido ou vivo. Transplante de órgão é um tratamento que não pode ser interrompido”, explica Márcia.
 
Voltando ao caso de Shirley, Manoel revela que “em março, a farmácia me deu 90 comprimidos de 25 mg e faltou o Liptol, outra medicação que ela precisa. Eu teria que pegar cinco medicamentos para ela e normalmente volto para casa com três, que são os principais, e tem horas que os principais ficam para trás. Preciso sair correndo atrás do remédio, vou na associação ver se sobrou de algum outro paciente. A minha esposa não ficou sem tomar o Ciclosporina até hoje por que eu corro atrás, eu sei o estrago que faz para um paciente ficar sem tomar uma dose. Eu ligo para outros transplantados, pergunto se eles têm, se podemos trocar, emprestar. Se dependesse do Estado eu já tinha enterrado a minha esposa”.
 
Doenças Falciformes
 
A situação dos transplantados é semelhante à de pacientes portadores de doenças falciformes. De acordo com o presidente da Associação Baiana das Pessoas com Doenças Falciformes, Altair Lira, o remédio que mais falta e com fornecimento irregular desde o ano de 2014 é o Hidroxiureia, de uso contínuo para quem faz parte deste grupo.
 
"O remédio é essencial, pois aumenta a hemoglobina, melhora a circulação e até a respiração. A associação apela para a distribuição correta destes medicamentos, já que a falta deles provoca problemas como infecções e crises de dor".
 
Em nota oficial, a superintendência argumenta que o medicamento Hidroxiuréia é produzido nacionalmente pelo laboratório Bristol-Myers Squibb e que este indica dificuldade no abastecimento no país. Nesse sentido, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) fica impossibilitada de manter a regularidade no abastecimento.
 
Para os cidadãos que dependem do remédio é torcer para não ter interrompido o fornecimento, até porque, os acordos firmados com a Justiça não foram cumpridos. Ainda segundo o presidente da associação, outras duas medicações estão em falta, há cerca de sete meses, nos hospitais para portadores de doenças falciformes. “O Ácido Fólico que é efetivo no tratamento das anemias e uma vitamina necessária para a formação de proteínas na hemoglobina, além da Penicilina Oral, que tem o mesmo princípio ativo do antibiótico injetável, vendido comercialmente como Benzetacil”.
 
Caso grave
 
A reportagem do Bocão News teve acesso a duas listas com medicamentos que deveriam ser fornecidos pela Sesab a pacientes. Trata-se do catalogo da própria secretária com o controle de estoque, preço, previsão de chegada e licitações pendentes. A tabulação aponta para um quadro grave.
 
Para se ter uma ideia, na planilha de medicamentos específicos para tratamento de doenças graves associadas a tecidos transplantados, cirrose, epilepsia, Alzheimer, hepatites, diabetes, esquizofrenia, osteoporose, degeneração macular e infarto agudo do miocárdio, entre inúmeras outras, constam 204 itens, destes 93 estavam zerados em 19 de maio, data do recebimento da denúncia por este site. Em outra lista, de medicamentos básicos como amoxicilina e insulina, são 159 medicamentos catalogados, destes 98 não tinham na mesma data.
 
Destaca-se que no que se refere ao preço de medicamentos específicos alguns chegam a custar R$ 3.794,7 como o Tenecteplase  para infarto agudo do miocárdio. Para degeneração macular (doença no olho que leva à perda da visão) falta o Ranibizumabe. O custo dele chega, na planilha da própria Sesab, a R$ 2.671,76.
 
Você repórter:
 
Os pacientes em tratamento podem denunciar ao Bocão News caso enfrentem dificuldades para receber os medicamentos prescritos e que devem ser distribuídos gratuitamente pelo Estado através do email recadao@bocaonews.com.br 
 
Colaborou: Eliezer Santos 
Publicada originalmente dia 24/05/2016 às 15h

FONTE: http://www.bocaonews.com.br/noticias/politica/saude/145056,desorganizacao-na-distribuicao-de-remedios-pela-sesab-coloca-pacientes-em-risco.html
 

sexta-feira, 6 de maio de 2016

ATX-BA - BELA EXPOSIÇÃO DE CHICO SALLES

Foi um sucesso a exposição de Chico Salles.  Como ele mesmo costuma dizer "aqui, até a tristeza pula de alegria..."

Contatos: avesales@superig.com.br 
Telefones: (73) 999740440/991423500

Exposição

Porta                                                              Quadro
  

                                              Quadros 








sexta-feira, 29 de abril de 2016

ATX-BA - CHICO SALLES UM ARTISTA QUE CHAMA ATENÇÃO.

CHICOSALLES, médico veterinário, formado pela UFBA no ano de 1984, mesmo ano que ingressa no serviço publico federal. Filho, esposo, pai e artista plastico, inicia essa nova carreira em 2004 como tratamento para uma depressão.

As cores enraizadas em seu sangue baiano despertam nele novamente, o sentido da vida,tomando forma através dos mosaicos, bonecos, baianas, entre tantas outras fontes de alegria.... 

Algumas de suas obras já circulam em outros continentes e agora pela terceira vez estará presente na  Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (ALBA), de 02 a 06 de maio de 2016, no espaço reservado a amostras culturais, das 08:00 ás 17:00 horas.




quinta-feira, 28 de abril de 2016

ATX-BA - UTILIDADE PUBLICA - MIMPARA QUAL A SITUAÇÃO NO SEU ESTADO?

MIMPARA - Qual a situação da DISTRIBUIÇÃO em seu ESTADO?



Enquanto o Ministério da Saúde não cumpre o prazo legal para disponibilizar os medicamentos já incorporados para o tratamento do Hiperparatireoidismo secundário, conforme portaria n. 48 de 29/ Set/2015, pacientes são submetidos a cirurgias.. Alegando fatores econômicos. Vamos denunciar. ...


 A FENAPAR, tem trabalhado muito junto ao Ministério da Saúde para incorporar os medicamentos para Hiperparatireoidismo. O que temos notado o grande jogo de empurra entre os governos Federais, Estaduais e Municipais, de quem vai adquirir as Novas Tecnologias. Enquanto isso os usuários do SUS, pagam com sofrimento. Vamos fazer uma grande divulgação desses casos e recomendamos que quem tiver passando por casos semelhantes nos comuniquem. Em nosso entendimento o grande responsável é o Ministério da Saúde. Disse a nossa reportagem o Sr. Renato Padilha, presidente da Fenapar - Federação Nacional das Associações de Pacientes Renais e Transplantados do Brasil.

Pedimos aos pacientes que forem em suas FARMÁCIAS ESPECIAIS e não receberem o medicamento MIMPARA, que denunciem a FENAPAR, para que a mesma possa cobrar ao MINISTÉRIO DA SAÚDE.

FONTE:http://www.niltondorim.com.br/2016/04/mimpara-qual-situacao-da-distribuicao.html

ATX-BA- CHICOSALLES UM ARTISTA QUE CHAMA ATENÇÃO.

CHICOSALLES, médico veterinário, formado pela UFBA no ano de 1984, mesmo ano que ingressa no serviço publico federal. Filho, esposo, pai e artista plastico, inicia essa nova carreira em 2004 como tratamento para uma depressão.

As cores enraizadas em seu sangue baiano despertam nele novamente, o sentido da vida,tomando forma através dos mosaicos, bonecos, baianas, entre tantas outras fontes de alegria.... 

Algumas de suas obras já circulam em outros continentes e agora pela terceira vez estará presente na  Assembleia Legislativa do Estado da Bahia ( ALBA ), de 02 a 06 de maio de 2016 ,no espaço reservado a amostras culturais, das 08:00 ás 17;00 horas"

segunda-feira, 25 de abril de 2016

ATX-BA - Utilidade Publica: Transpantes fila zero



O projeto em foco!

Iniciativa única no país desenvolvida pelo Hospital de Olhos do Paraná, o Programa Transplante Fila Zero tem por objetivo reduzir o drama das pessoas que aguardam na fila à espera de um doador de córnea.
Paciente do Maranhão vira símbolo da campanha
O Sr. Adalberto Fraga, de 65, residente no Maranhão, acabou tornando-se símbolo da campanha "Transplante Fila Zero". Foi notícia recentemente em jornais de todo o país.

Cadastre-se ao transplante!

FONTE: http://transplantefilazero.com.br/

Depoimentos e entrevistas

https://youtu.be/nQf5qww5-6c

sexta-feira, 22 de abril de 2016

ATX-BA - UTILIDADE PUBLICA - Ampliação da Capacidade de Diagnóstico das hepatites virais

Cidades
A | A
Quarta-Feira, 20 de Abril de 2016, 07h:50 | Atualizado:
Estado orienta municípios a participar da Jornada de Hepatologia
Da Redação
Com o objetivo de ampliar a capacidade de diagnóstico das hepatites virais e garantir o acompanhamento desses pacientes nas unidades básicas de saúde, a Secretaria de Estado de Saúde, por meio das áreas de Vigilância em Saúde e Atenção a Saúde, orienta que os municípios participem da III Jornada de Hepatologia. O evento promovido pela Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH) será realizado no período de 09 a 11 de junho, em Cuiabá.

A Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica explica que o evento propõe capacitar um profissional de perfil médico da atenção primária de cada município do estado. Além disso, os profissionais indicados pelos municípios não pagarão a taxa de inscrição do evento.

“Aqueles municípios que não puderem mandar um profissional dentro do perfil solicitado, podem enviar outros profissionais da atenção básica ou que trabalhem nos Serviços de Atenção Especializada (SAEs)”, explica a coordenadora de vigilância epidemiológica, Flávia Guimarães. Ela ressalta a importância da participação dos 141 municípios “para que possamos fortalecer o serviço oferecido para os pacientes com diagnósticos de hepatites virais”.

Os profissionais de saúde que participarem da Jornada serão capacitados para realizar o diagnóstico precoce das hepatites virais, que são doenças lentas e silenciosas e podem evoluir para cirrose e câncer hepático.

Para participar da III Jornada de Hepatologia os interessados devem entrar no site da Secretaria de Estado de Saúde, preencher a ficha de inscrição e encaminhar para o e-mail coatba@ses.mt.gov.br. O prazo para envio das fichas é até dia 29 de abril.

Hepatites virais
A hepatite é causada por vírus e compromete o fígado, um dos órgãos mais importantes do corpo humano. As hepatites virais mais comuns são a A, B e C, entretanto, há outros tipos como os vírus D e E.

A transmissão da hepatite A ocorre pela transmissão fecal-oral ou por água e alimentos contaminado. Os vírus tipo B, C e D são transmitidos por meio da relação sexual desprotegida, transfusão de sangue e derivados contaminados, uso de drogas, compartilhamento de seringas agulhas, escova de dentes, lâmina de barbear e outros objetos.

Para a detecção da doença são oferecidos testes rápidos para as hepatites B e C, que ficam disponíveis para a população no decorrer do ano todo nas Unidades Básicas de Saúde. Além disso, todo o tratamento farmacológico, assim como a imunização contra hepatite A e B, é ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Algumas medidas de prevenção devem ser adotadas como o uso de preservativos em todos os tipos e em todas as relações sexual, além de não compartilhar utensílios pessoais são fundamentais para não ser contaminado. No caso da hepatite B é preciso manter o esquema vacinal, com as três doses, em dia.
Fonte:http://www.folhamax.com.br/cidades/estado-orienta-municipios-a-participar-da-jornada-de-hepatologia/83168


segunda-feira, 18 de abril de 2016

ATX-BA - UTILIDADE PUBLICA - VALORIZAÇÃO DA VIDA.


        Captação de órgãos para transplantes pode parar na Bahia
Postada em 12/04/2016 às 20:57:00

A valorização da vida é um princípio humano fundamental que deve ser compartilhado por todos na sociedade. Já vimos diversas campanhas para doação de órgãos que sensibilizam a população e alcançam grandes resultados. Na Bahia, porém, não é isso que está acontecendo. Os médicos da Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos enfrentam graves dificuldades de estrutura, condições de trabalho e, mais recentemente, de redução dos salários.

Essa foi a gota d’água de uma situação praticamente insustentável, que vem se agravando. A Central de Órgãos está com equipamento defasado. Os computadores são obsoletos, não tem sequer aparelho de fax e a internet, quando funciona, é tão lenta que não reponde pela demanda entre a vida e a morte que os profissionais encaram no dia a dia do serviço.

Fora da lei

O governo do Estado, desde novembro, cortou o adicional de insalubridade de várias carreiras médicas, entre elas a dos captadores de órgãos, responsáveis pela base de todo o sistema de transplantes da Bahia. A insalubridade desses profissionais é prevista em lei, por atenderem diretamente os pacientes e fazerem a supervisão do protocolo de morte encefálica, para manutenção de potenciais doadores.

O corte salarial foi questionado através de processo administrativo, mas seis meses se passaram sem que a Secretaria de Saúde sequer se dignasse a responder quando ou mesmo se vai regularizar os salários. Empacou na burocracia. O problema também foi levado ao Ministério Público. Os médicos avisam que, se dentro de 15 dias não houver uma solução, podem entrar em greve, paralisando totalmente os transplantes no Estado.

No final do ano passado, houve um repasse de verbas para a Central de Captação, proveniente do programa de Tratamento Fora de Domicílio (TFD), que consiste em garantir o encaminhamento do usuário para tratamento médico a ser prestado em outra localidade, quando esgotados todos os meios de atendimento onde reside. Até hoje, porém, não se sabe o que foi feito desses recursos, porque a estrutura da Central se deteriora a cada dia.

Colapso iminente

O trabalho de notificação e captação de órgãos, por exemplo, no HGE, enfrenta tantas deficiências que é frequente equipes de outros estados virem à Bahia buscar os órgãos disponíveis porque a Sesab não dá estrutura para os transplantes nos pacientes daqui. Falta até gelo para conservação do que é captado pela Central.

Segundo os médicos, é comum que equipes de Pernambuco, Ceará, Brasília, São Paulo e até do Rio Grande do Sul venham buscar órgãos na Bahia para os transplantes em seus estados de origem. A infraestrutura daqui não sustenta a conservação adequada, nem transporte ou gerenciamento de informação para garantir o direcionamento regional dos órgãos. A situação é tão grave que no último mês de março, apenas oito córneas foram captdas na Bahia.

Até mesmo a entrevista com os familiares dos possíveis doadores é feita em ambiente inadequado, sala minúscula, sem climatização, com grande desconforto para os profissionais e as pessoas que naquele grave momento precisam tomar decisões difíceis e com rapidez suficiente para salvar outras vidas.

FONTE:http://www.sindimed-ba.org.br/2011/noticias/3472-capta%C3%A7%C3%A3o-de-%C3%B3rg%C3%A3os-para-transplantes-pode-parar-na-bahia.html