sexta-feira, 27 de março de 201515:24 \ Brasil
Tratamento mais rápido
Anvisa: autorização para remédio
A Anvisa liberou a comercialização de remédios com a substância Sofosbuvir, que pode mudar radicalmente as chances de cura da hepatite C.Sob o nome comercial de Sovaldi, o remédio, segundo alguns estudos, diminui o tempo de tratamento de 48 para 12 semanas e atenua efeitos colaterais.A decisão sai no Diário Oficial na semana que vem.
Por Lauro JardimTags: Anvisa, Hepatite C, Sofosbuvir
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/brasil/anvisa-libera-veda-do-sofosbuvir-para-hepatite-c/
sexta-feira, 27 de março de 2015
quinta-feira, 19 de março de 2015
ATX-BA - CONTINUA FALTANDO CICLOSPORINA 0.25 PARA TRANSPLANTADOS DA BAHIA.
BALANÇO GERAL /BAHIA - 18/03/2015
Falta de medicação para transplantados da Bahia
Pacientes reclamam da falta de
medicação para transplantados.
Pacientes
reclamam da falta de medicação para transplantados.
Fonte: http://videos.r7.com/falta-de-medicacao-para-transplantados-da-bahia/idmedia/550954860cf20eea0d0e80a7-1.html
quinta-feira, 12 de março de 2015
ATX-BA - DIA MUNDIAL DO RIM
Dia Mundial do Rim - dia 12 março de 2015.
Elevador Lacerda será iluminado durante a campanha
Elevador Lacerda será iluminado durante a campanha
O tema desde ano será "RINS SAUDÁVEIS" com
o slogan "CAMPANHA PARA RINS SAUDÁVEIS". Participe! As cores da campanha deste ano serão Vermelha e Azul.
Fatos e
dados
• Mais
de 100 mil pessoas fazem diálise no Brasil.
• Existem 750 unidades de diálise cadastradas no Brasil. Somente na cidade
de São Paulo, são 35 unidades.
• Depois dos 40 anos, o indivíduo perde em média 1% ao ano da função renal
• 84% dos pacientes têm o tratamento pago pelo Sistema Único de Saúde
• 16% dos pacientes têm o tratamento pago pelo Sistema de Saúde
Suplementar
• Incidência das DRC é maior em pessoas de mais idade
• 31% dos pacientes estão com mais de 65 anos.
• 58% dos pacientes são homens.
• Hipertensão (35%), diabetes (30%) e glomerulopatias (12%) são as
principais causas das DRC em adultos.
• 10% da população mundial têm Doença Renal Crônica (DRC)
• DRC afeta pessoas de todas as idades e raças
• Um a cada cinco homens e uma a cada quatro mulheres com idades entre 65
e 74 anos têm DRC
• Metade da população mundial acima de 75 anos tem DRC
• Terapia Renal Substitutiva (TRS) é um tratamento indicado para
casos nos quais o rim não efetua mais o papel vital de "filtro do
organismo"
• Três formas de TRS são: Hemodiálise, Diálise peritoneal e Transplante
renal.
• 70% dos pacientes em diálise descobrem a doença renal tardiamente
• 15% é a taxa de mortalidade de pacientes em diálise
• 1 em cada 6 hipertensos terá doença renal
• Para cada 1 paciente em diálise há entre 20 e 25 pessoas com algum grau
de DRC ainda sem sintomas
• Estima-se que há cerca de 1,2 milhão a 1,5 milhão de brasileiros com
doença renal crônica
• Em média, cada sessão individual de diálise consome algo entre 300 e 400
litros por paciente.
• Em média, cada paciente realiza três sessões de diálise por semana.
• O tempo de cada sessão e a frequência é definida com o nefrologista e
varia de caso a caso.
Fonte: Censo SBN, ABCDT, Ministério da Saúde, IFKF
Links úteis : www.sbn.org.br
FONTE:
http://www.sbn.org.br/dia-mundial-do-rim-2015
sábado, 28 de fevereiro de 2015
ATX-BA - Ainda faltam medicamentos para o transplantados da Bahia.
Os transplantados não podem ficar sem os medicamentos que evitam a rejeição do órgão transplantado sob pena de perder o órgão transplantado ou até mesmo dependendo do estágio e complicações vir a falecer.
http://g1.globo.com/…/pelo-menos-tres-tipos-de-rem…/3999018/
http://g1.globo.com/…/pelo-menos-tres-tipos-de-rem…/3999018/
os medicamentos deveriam ser distribuídos pela Secretaria Estadual da Saúde e estão em falta há...
G1.GLOBO.COM
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
ATX-BA - FALTA CICLOSPORINA DE 25 MG DESDE 17/01/2015 PARA TRANSPLANTADOS DA BAHIA.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
sábado, 21 de fevereiro de 2015
ATX-BA - CONTINUA FALTANDO MEDICAMENTOS PARA PACIENTES TRANSPLANTADOS DA BAHIA.
Desde o dia 17/01/2015 falta ciclosporina de 25 MG para pacientes transplantados na farmácia do Hospital Ana Nery. Ligamos ontem para farmácia e a situação é a mesma. Este medicamento é usado para evitar a rejeição do órgão transplantado.
Também faltando para os pacientes transplantados de fígado no Estado da Bahia o URSACOL de 150 MG, de acordo com informações dos pacientes e da farmácia do Hospital Manoel Vitorino onde eles recebem a medicação.
ALGUNS PACIENTES QUE FIZERAM O RE-TRANSPLANTE DE FÍGADO ESTÃO EM SITUAÇÃO DE URGÊNCIA, POIS, ESTE MEDICAMENTO É USADO NA PROFILAXIA DA REJEIÇÃO DO FÍGADO TRANSPLANTADO.
Além destes medicamentos que evitam a rejeição do órgão transplantado está em falta o CALCITRIOL que promove a absorção intestinal do cálcio e regula a mineralização óssea.
LEIS:
RECOMENDAÇÃO nº 001/2011 MPE/BA/GESAU/CESAU
(Processo SIMP nº 003.0.53070/2011)
Recomendação à Diretoria de Assistência:
Farmacêutica – DASF, da Secretaria Estadual de Saúde, para que implemente estoque de segurança para medicamentos imunossupressores dispensados a pacientes transplantados, evitando-se as constantes soluções de continuidade no fornecimento de tais produtos, dentre outras providências.
RECOMENDA:
à Diretoria de Assistência Farmacêutica – DASF, da Secretaria Estadual de Saúde, que adote todas as medidas necessárias para garantir a efetiva dispensação dos imunossupressores – cuja aquisição seja de sua responsabilidade - aos pacientes transplantados do Estado da Bahia, tais como implementar um estoque de segurança, aplicando-se o padrão máximo de eficiência preconizado pela moderna logística, evitando-se uma nova solução de continuidade, com sérios prejuízos de ordem humana e financeira, já que o Poder Público investe vultosas quantias na realização de transplantes, investimento que pode ser perdido em poucos dias sem a imunossupressão.
Salvador, 02 de dezembro de 2011
ROGÉRIO LUÍS GOMES DE QUEIROZ
Promotor de Justiça
Grupo Especial de Defesa da Saúde Pública
MÁRCIA REGINA RIBEIRO TEIXEIRA
Promotora de Justiça
Coordenadora do CESAU
PORTARIA SAS N.º 221, DE 2 DE ABRIL DE 2002
O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, considerando a necessidade de estabelecer Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas – Transplantados Renais, que contenha critérios de diagnóstico e tratamento, observando ética e tecnicamente a prescrição médica, racionalize a dispensação dos medicamentos preconizados para o tratamento, regularmente suas indicações e seus esquemas terapêuticos e estabeleça mecanismos de acompanhamento de uso e de avaliação de resultados, garantindo assim a prescrição segura e eficaz;
ANEXO
Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas Transplantados Renais
DROGAS IMUNOSSUPRESSORAS
Medicamentos: Ciclosporina, Azatioprina, Tacrolimus, Micofenolato Mofetil, Sirolimus, Anticorpo Monoclonal Murino Anti-CD3 (OKT3), Basiliximab, Daclizumab, Globulina Antilinfocitária, Globulina Antimonocitária, Metilprednisolona, Prednisona.
7.1.2 Manutenção
O tratamento de manutenção deve necessariamente seguir uma sequência racional de continuidade em relação à estratégia utilizada na terapia inicial.Modificações dessa terapia inicial podem todavia ser necessárias em função principalmente de ineficácia do regime inicial como regime de manutenção (por exemplo, a ocorrência de rejeição aguda), toxicidade das drogas inicialmente empregadas ou, mais tardiamente, necessidade de uma menor quantidade de imunossupressão. Adicionalmente o surgimento de nefropatia crônica do enxerto pode determinar alterações na terapia imunossupressora (18-24).
De acordo com a Portaria GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.439, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2010 Altera os arts. 3º, 15, 16 e 63 e os Anexos I, II, III, IV e V à Portaria Nº 2.981/GM/MS, de 26 de novembro de 2009.
CAPÍTULO II - DA ORGANIZAÇÃO
Art. 9º Os medicamentos que fazem parte das linhas de cuidado para as doenças contempladas neste Componente estão divididos em três grupos com características, responsabilidades e formas de organização distintas.
Grupo 1 - Medicamentos sob responsabilidade da União
Grupo 2 - Medicamentos sob responsabilidade dos Estados e Distrito Federal
Grupo 3 - Medicamentos sob responsabilidade dos Municípios e Distrito Federal
Art. 49. O Ministério da Saúde, as Secretarias Estaduais de Saúde e o Distrito Federal poderão pactuar a aquisição centralizada dos medicamentos pertencentes ao Grupos 1B (conforme o Anexo I) e Grupo 2 (conforme Anexo II) deste Componente, desde que seja garantido o equilíbrio financeiro entre as esferas de gestão, observando, entre outros, o benefício econômico da centralização frente às condições do mercado e os investimentos estratégicos do governo no desenvolvimento tecnológico e da capacidade produtiva junto aos laboratórios públicos e oficiais.
PEDIMOS AO GESTOR PUBLICO RESPONSÁVEL PELO FORNECIMENTO DESTAS MEDICAÇÕES URGÊNCIA PARA DISPONIBILIZAR OS MEDICAMENTOS QUE ESTÃO FALTANDO, POIS, PODE LEVAR A REJEIÇÃO DO ÓRGÃO TRANSPLANTADO E EM ÚLTIMO CASO À MORTE DO PACIENTE DEPENDENDO DA SITUAÇÃO DO PACIENTE.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
ATX-BA - UTILIDADE PUBLICA: TRANSPLANTE USA METADE DO FÍGADO
TRANSPLANTE USA METADE DO
FÍGADO
O
HOSPITAL ANGELINA CARON, EM CURITIBA, REALIZOU HÁ DIAS UMA TÉCNICA CIRÚRGICA
PELA QUAL APENAS A METADE DE UM FÍGADO RETIRADO DE DOADOR FOI NECESSÁRIA PARA
SUBSTITUIR UM FÍGADO DOENTE. TENTATIVAS SEMELHANTES HAVIAM SIDO TENTADAS
ANTERIORMENTE NO PARANÁ, PORÉM SEM SUCESSO.
O TRANSPLANTE DIVIDIDO, COMO É CHAMADO, SALVOU A VIDA DE RUBENS PEREIRA
DE OLIVEIRA, DE 45
ANOS, QUE DESDE 2005 SOFRIA DE CIRROSE HEPÁTICA. DURANTE TODO
ESSE PERÍODO ELE
REALIZOU SESSÕES SEMANAIS DE HEMODIÁLISE, FOI APOSENTADO
POR INVALIDEZ E HÁ
MAIS DE SETE MESES ESTAVA NA FILA DOS TRANSPLANTES.
COMO ELE, MAIS DE 500 PESSOAS ATUALMENTE ESTÃO À ESPERA
DE UM
TRANSPLANTE HEPÁTICO NO PARANÁ. O ÍNDICE DE MORTALIDADE DE QUEM
AGUARDA A
SUA VEZ DE REALIZAR A CIRURGIA É SUPERIOR A 40%. A ESPERANÇA
É A DE QUE A
TÉCNICA COLABORE PARA REDUZIR A FILA DOS TRANSPLANTES,
JÁ QUE UM MESMO ÓRGÃO
PODE SER APROVEITADO POR ATÉ DOIS PACIENTES.
A TÉCNICA
O TRANSPLANTE DE FÍGADO É UM DOS MAIS COMPLEXOS.
QUANDO CAPTADO, O ÓRGÃO É COLOCADO EM UMA GELADEIRA PORTÁTIL E PRESERVADO EM
TEMPERATURA INFERIOR A QUATRO GRAUS CELSIUS. O TEMPO DE ISQUEMIA (EM QUE O
ÓRGÃO PERMANECE CONGELADO) DEVE SER O MENOR POSSÍVEL PARA QUE POSSA FUNCIONAR
COM SUCESSO.
O NÍVEL DE DIFICULDADE DO TRANSPLANTE DE FÍGADO
DIVIDIDO É AINDA MAIOR. O ÓRGÃO É EXTREMAMENTE VASCULARIZADO, SENDO QUE O LADO
ESQUERDO É INDEPENDENTE DO DIREITO.
POR ESSAS PECULIARIDADES DA CIRURGIA, JOÃO EDUARDO
NICOLUZZI, RESPONSÁVEL PELO SERVIÇO DE TRANSPLANTES DO HOSPITAL, INFORMOU QUE
POUCOS CENTROS DO PAÍS TEM ESTRUTURA E EQUIPE TREINADA PARA REALIZAR ESSA FORMA
DE PROCEDIMENTO.
O ESPECIALISTA DESTACOU QUE O PROCEDIMENTO ENTRARÁ
EM DEFINITIVO NA ROTINA DO ANGELINA CARON. ELE ACRESCENTOU QUE BASTA O
POTENCIAL DOADOR TER UM FÍGADO QUE POSSA SER DIVIDIDO E APROVEITADO POR
DOIS PACIENTES.
NICOLUZZI DESTACOU AINDA QUE A NOVA REALIDADE SÓ É
POSSÍVEL, TAMBÉM, GRAÇAS À NOVA POLÍTICA DE CAPTAÇÃO DE ÓRGÃOS IMPLEMENTADA
PELA CENTRAL DE TRANSPLANTES DO PARANÁ. AS DIVERSAS ESTRATÉGIAS ADOTADAS PELA
CENTRAL PERMITIRAM AO HOSPITAL ANGELINA CARON REALIZAR, SOMENTE NO MÊS DE
ABRIL, UM TOTAL DE 11 TRANSPLANTES DE DIVERSOS ÓRGÃOS.
FONTE: HTTP://WWW.MEDICODOFIGADO.COM.BR/CASO-CLINICO/TRANSPLANTE-USA-METADE-FIGADO/
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
ATX-BA - CONTINUA FALTANDO CICLOSPORINA DE 25 MG PARA TRANSPLANTADOS NA BAHIA.
Hoje dia 10.02.2015 ligamos para farmácia do Hospital Ana Nery e continua faltando ciclosporina de 25 MG para os pacientes transplantados que necessitam desta medicação para evitar a rejeição do órgão transplantado. Pior, a farmácia só vai funcionar até a próxima quarta (amanhã). E o direito a "VIDA"?
DESDE O DIA 17/01/2015 ESTÁ FALTANDO CICLOSPORINA DE 25 MG PARA CERCA DE
900 TRANSPLANTADOS QUE RECEBEM O MEDICAMENTO NA FARMÁCIA DO HOSPITAL ANA NERY.
SEM PREVISÃO DE CHEGAR. DE ACORDO COM INFORMAÇÃO DO FUNCIONÁRIO DA FARMÁCIA
HOJE.
APELAMOS PARA O GESTOR PÚBLICO QUE RECOLOQUE ESTÁ MEDICAÇÃO QUE EVITA A
REJEIÇÃO DO ÓRGÃO TRANSPLANTADO E EM ALGUNS CASOS PODE LEVAR O PACIENTE À
MORTE DEPENDENDO DO ESTAGIO ATUAL DE SEU TRANSPLANTE.
Lutamos pela vida e qualidade de vida. Depois de esperarmos anos em uma
lista pela doação de um órgão ou tecido o mínimo que pode ser feito pelo gestor
público é fornecer a medicação para continuarmos a viver.
É o ESTADO DA BAHIA que compra esta
medicação e não o Ministério da Saúde.
LEIS:
RECOMENDAÇÃO nº 001/2011 MPE/BA/GESAU/CESAU
(Processo SIMP nº 003.0.53070/2011)
Recomendação à Diretoria de Assistência
Farmacêutica – DASF, da Secretaria Estadual de Saúde, para que
implemente estoque
de segurança para medicamentos imunossupressores dispensados a
pacientes transplantados, evitando-se as constantes soluções de continuidade no fornecimento de tais
produtos, dentre outras providências.
RECOMENDA
à Diretoria de Assistência Farmacêutica – DASF, da
Secretaria Estadual de Saúde, que adote todas as medidas necessárias para
garantir a efetiva dispensação dos imunossupressores – cuja aquisição seja
de sua responsabilidade - aos pacientes transplantados do Estado da Bahia,
tais como implementar um estoque de segurança, aplicando-se o padrão
máximo de eficiência preconizado pela moderna logística, evitando-se uma
nova solução de continuidade, com sérios prejuízos de ordem humana e
financeira, já que o Poder Público investe vultosas quantias na realização
de transplantes, investimento que pode ser perdido em poucos dias sem a
imunossupressão.
Salvador, 02 de dezembro de 2011
ROGÉRIO LUIS GOMES DE QUEIROZ
Promotor de Justiça
Grupo Especial de Defesa da Saúde Pública
MÁRCIA REGINA RIBEIRO TEIXEIRA
Promotora de Justiça
Coordenadora do CESAU
PORTARIA
SAS N.º 221, DE
2 DE ABRIL DE 2002
O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, considerando
a necessidade de estabelecer Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas –
Transplantados Renais, que contenha critérios de diagnóstico e tratamento,
observando ética e tecnicamente a prescrição médica, racionalize a dispensação
dos medicamentos preconizados para o tratamento, regulamente
suas indicações e seus esquemas terapêuticos e estabeleça mecanismos de
acompanhamento de uso e de avaliação de resultados, garantindo assim
a prescrição segura e eficaz;
ANEXO
Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas Transplantados Renais
DROGAS
IMUNOSSUPRESSORAS
Medicamentos: Ciclosporina, Azatioprina, Tacrolimus,
Micofenolato Mofetil, Sirolimus, Anticorpo Monoclonal Murino Anti-CD3
(OKT3), Basiliximab, Daclizumab, Globulina Antilinfocitária, Globulina
Antimocitária, Metilprednisolona, Prednisona.
7.1.2
Manutenção
O
tratamento de manutenção deve necessariamente seguir uma sequência
racional de
continuidade em relação à estratégia utilizada na
terapia inicial.Modificações dessa terapia inicial podem todavia ser
necessárias em função principalmente de ineficácia do
regime inicial como regime de manutenção (por exemplo, a ocorrência de
rejeição aguda), toxicidade das drogas inicialmente empregadas ou, mais
tardiamente, necessidade de uma menor quantidade de imunossupressão.
Adicionalmente o surgimento de nefropatia crônica do enxerto pode determinar
alterações na terapia imunossupressora (18-24).
De acordo com a Portaria GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 3.439, DE 11 DE NOVEMBRO DE
2010 Altera os arts. 3º, 15, 16 e 63 e os Anexos I, II, III, IV e V à
Portaria Nº 2.981/GM/MS,
de 26 de novembro de 2009.
CAPÍTULO II - DA ORGANIZAÇÃO
Art.
9º Os
medicamentos que fazem parte das linhas de cuidado para as doenças contempladas
neste Componente estão divididos em três grupos com características,
responsabilidades e formas de organização distintas.
Grupo 1 - Medicamentos sob responsabilidade da União
Grupo
2 - Medicamentos sob responsabilidade dos Estados e Distrito Federal
Grupo 3 - Medicamentos sob responsabilidade dos Municípios e Distrito
Federal
Art.
49. O Ministério
da Saúde, as Secretarias Estaduais de Saúde e o Distrito Federal
poderão pactuar a aquisição centralizada dos medicamentos pertencentes ao
Grupos 1B (conforme o Anexo I) e Grupo 2 (conforme Anexo II) deste Componente,
desde que seja garantido o equilíbrio financeiro entre as esferas de gestão,
observando, entre outros, o benefício econômico da centralização frente às
condições do mercado e os investimentos estratégicos do governo no
desenvolvimento tecnológico e da capacidade produtiva junto aos laboratórios
públicos e oficiais.
Os pacientes transplantados não suportam
mais a falta dos imunossupressores (medicamentos que evitam a rejeição do órgão
transplantado), isto prejudica o estado geral do paciente além de colocar
sua "VIDA" a mercê do ESTADO DA BAHIA.
Queremos respeito pela nossa vida e pelo
doador vivo ou falecido que nos deu uma segunda chance de viver.
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