segunda-feira, 12 de maio de 2014

ATX-BA - AINDA NÃO CHEGOU A AZATIOPRINA DE 50 MG PARA TRANPLANTADOS DA BAHIA.

ESTÁ FALTANDO NOVAMENTE A AZATIOPRINA PARA OS TRANSPLANTADOS DA BAHIA SEM PREVISÃO DE CHEGADA DE ACORDO A FARMÁCIA DOS HOSPITAL ANA NERI.
 
DESDE O DIA 05.05.2014 NÃO TEM AZATIOPRINA DE 50 MG PARA OS PACIENTES
TRANSPLANTADOS DA BAHIA
 
A AZATIOPRINA 50 MG É COMPRADA PELO ESTADO DA BAHIA PARA OS PACIENTES TRANSPLANTADOS SENDO DE VITAL IMPORTÂNCIA PARA QUE O ÓRGÃO TRANSPLANTADO NÃO SEJA REJEITADO.
 

EM 11  MARÇO DE 2014 A AZATIOPRINA 50 MG FALTOU PARA 800 PACIENTES TRANSPLANTADOS QUE PEGAM A MEDICAÇÃO NA FARMÁCIA DO HOSPITAL ANA NERI E NAS DIRES DO ESTADO DA BAHIA. DE ACORDO COM REPORTAGEM ABAIXO DO BA TV.



PEDIMOS RESPEITO PELA "VIDA" DE TODOS OS PACIENTES TRANSPLANTADOS DO ESTADO DA BAHIA. RESPEITO PELOS SEUS DOADORES VIVOS E/OU FALECIDOS E POR SEUS FAMILIARES QUE ACOMPANHARAM DURANTE ANOS A LUTA DESTES PACIENTES PELA VIDA.
 
SOLICITAMOS UMA RESPOSTA URGENTE DO GESTOR PUBLICO.
 
ATX-BA 



Falta remédio para pacientes transpl...
g1.globo.com
O medicamento "azatioprina" é usado para evitar a rejeição do órgão.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

ATX-BA - INFORMANDO: NOVAS EXIGÊNCIAS DA RDC 11/2014 PROIBE A REUTILIZAÇÃO DE DIALISADORES EM PORTADORES DE SOROLOGIA POSITIVA PARA HEPATITES B E C

DetalhesPublicado em Quarta, 07 Maio 2014 15:53

O Ministério da Saúde enviou resposta ao ofício da ABCDT que solicita explicações em razão das novas exigências da RDC 11/2014, principalmente em relação a fim do reuso. No ofício a entidade explica que proibir a reutilização de dialisadores em pacientes portadores de sorologia positiva para hepatites B e C, nos moldes do que já existe hoje com o HIV, determinará um aumento considerável do custo para o prestador de serviço, e mostra a preocupação da entidade para que sejam equacionados esses custos. O Ministério respondeu ao ofício e afirma que já foi feito o cálculo do impacto financeiro, porém estes valores terão que aguardar o fim do prazo estipulado no artigo 59 da RDC 11/2014. A principal preocupação hoje é o equilíbrio financeiros dos prestados e novamente foi enviado um ofício ao Ministério solicitando reajuste imediato. De acordo com o presidente da ABCDT, Dr. Hélio Vida Cassi "as clínicas precisam de pelo menos uma correção da inflação, o papel da ABCDT é continuar a pressão para que ocorra um reajuste emergencial", afirma o Dr. Hélio.

*Confira os ofícios na integra
Ofício n° 6/2014 - Consulta sobre impacto financeiro do fim do reuso.pdf
Brasília, 17 de março de 2014.

Oficio Nº 06/2014

 Ilmo.Senhor

Dr. José Eduardo Fogolin Passos

DD. Coordenador de Média e Alta Complexidade do Ministério da Saúde

Brasília - DF

 

Prezado Senhor,

A Associação Brasileira dos Centros de Diálise e Transplante - ABCDT vem à presença de Vossa Senhoria reafirmar seu apoio ao delineamento que se deu na portaria que define as linhas de cuidado do paciente com doença renal crônica, definindo de modo inovador como deverá ser feito o atendimento na clínica de diálise e nos ambulatórios em estágios pré-diálise desses pacientes.

Infelizmente ainda não há financiamento suficiente para tornar o programa sustentável. Mas o propósito da entidade é de se engajar nessa empreitada, com esperanças de num futuro próximo poder melhorar essa condição.

Um dos maiores avanços nesse processo de mudanças que constam na nova RDC/ANVISA é a proibição da reutilização de dialisadores em pacientes portadores de sorologia positiva para hepatites B e C, nos moldes do que já existe hoje com o HIV.

Como é de seu conhecimento, o descarte desses dialisadores, sem reuso, determinará um aumento considerável do custo para o prestador de serviço, daí advindo a preocupação da ABCDT em solicitar seus préstimos no sentido de que sejam equacionados esses custos. É necessário que haja uma determinação desse Ministério o mais breve possível para que o pagamento desse procedimento dialítico seja realizado também nos moldes de como é feito hoje o pagamento das diálises dos pacientes HIV positivo.

Na verdade isto já havia ficado acordado com sua assessoria na ocasião das reuniões para a confecção da nova RDC.

Assim, certos do cumprimento desses acordos, espera-se providências no sentido da readequação do pagamento desses procedimentos para que as clínicas de diálise do Brasil passem efetivamente a realizá-los em conformidade com as novas orientações da ANVISA.

Com votos de consideração e estima.

Atenciosamente,

Hélio Vida Cassi
Presidente da ABCDT

Ofício n° 127/2014 - Resposta do Ministério da Saúde ao ofício n° 6.pdf
 
FONTE:http://www.abcdt.org.br/abcdt-news/noticias/abcdt-news/abcdt-recebe-resposta-do-ministerio-e-cobra-novamente-reajuste.html
 

ATX-BA - TRANSPLANTADOS DA BAHIA PEDEM SOCORRO

HOJE (07.05.2014) AINDA NÃO CHEGOU NA FARMÁCIA DO HOSPITAL ANA NERI A AZATIOPRINA DE 50 MG PARA OS PACIENTES TRANSPLANTADOS. ESTA MEDICAÇÃO EVITA A REJEIÇÃO DO ÓRGÃO TRANSPLANTADO.
 


 
 
 

 
 
Pacientes fizeram protesto na Secretaria Estadual de Saúde.
G1 - O Portal de Notícias da Globo

terça-feira, 6 de maio de 2014

ATX-BA - TRANSPLANTADOS PEDEM SOCORRO

Esta faltando o medicamento AZATIOPRINA 50 MG para pacientes transplantados na farmácia do Hospital Ana Neri desde o dia 05.05.2014. Nesta farmácia cerca de 800 transplantados pegam esta medicação para evitar a rejeição do órgão transplantado.

 

Mais de 10 mil pessoas estão sem remédios na rede SUS da Bahia

 
05/05/2014 02:19
Pacientes fizeram protesto na Secretaria Estadual de Saúde.
   http://g1.globo.com/videos/bahia/batv/t/edicoes/v/mais-de-10-mil-pessoas-estao-sem-remedios-na-rede-sus-da-bahia/3326146/
 

segunda-feira, 5 de maio de 2014

ATX-BA - URGENTE: TRANPLANTADOS DA BAHIA SEM AZATIOPRINA 50 MG PEDEM SOCORRO.

ESTÁ FALTANDO NOVAMENTE A AZATIOPRINA PARA OS TRANSPLANTADOS DA BAHIA SEM PREVISÃO DE CHEGADA DE ACORDO A FARMÁCIA DOS HOSPITAL ANA NERI.
 
ACABOU DE NOS LIGAR JOÃO MARCOS PACIENTE TRANSPLANTADO DE RIM QUE FAZ USO DESTE MEDICAMENTO PARA EVITAR A REJEIÇÃO DO RIM DOADO POR SEU IRMÃO E VÁRIOS PACIENTES TRANSPLANTADOS  QUE ESTÃO NO LOCAL A ESPERA DE UMA SOLUÇÃO.
 
A AZATIOPRINA 50 MG É COMPRADA PELO ESTADO DA BAHIA PARA OS PACIENTES TRANSPLANTADOS SENDO DE VITAL IMPORTÂNCIA PARA QUE O ÓRGÃO TRANSPLANTADO NÃO SEJA REJEITADO.
 
EM 11  MARÇO DE 2014 A AZATIOPRINA 50 MG FALTOU PARA 800 PACIENTES TRANSPLANTADOS QUE PEGAM A MEDICAÇÃO NA FARMÁCIA DO HOSPITAL ANA NERI E NAS DIRES DO ESTADO DA BAHIA. DE ACORDO COM REPORTAGEM ABAIXO DO BA TV.

PEDIMOS RESPEITO PELA "VIDA" DE TODOS OS PACIENTES TRANSPLANTADOS DO ESTADO DA BAHIA. RESPEITO PELOS SEUS DOADORES VIVOS E/OU FALECIDOS E POR SEUS FAMILIARES QUE ACOMPANHARAM DURANTE ANOS A LUTA DESTES PACIENTES PELA VIDA.
 
SOLICITAMOS UMA RESPOSTA URGENTE DO GESTOR PUBLICO.
 
ATX-BA 


Falta remédio para pacientes transpl...
g1.globo.com
O medicamento "azatioprina" é usado para evitar a rejeição do órgão.

domingo, 4 de maio de 2014

ATX-BA - Comparando efeitos adversos no tratamento do G1 da Hepatite C

EASL-2014 - Comparando os efeitos adversos no tratamento do genótipo 1 da hepatite C ao utilizar interferon peguilado + ribavirina, ou com Boceprevir ou Telaprevir

05/05/2014

A Associação Alemã de Gastroenterologistas, com a colaboração da Roche, analisou os efeitos colaterais e adversos que aconteceram no tratamento de 1.305 infectados com o genótipo 1 da hepatite C, incluindo mono infectados, co-infectados HIV/HCV e usuários de drogas injetáveis.

183 pacientes foram tratados com terapia dupla de interferon peguilado e ribavirina, 287 com terapia tripla de Boceprevir, interferon peguilado e ribavirina, e 835 com terapia tripla de Telaprevir, interferon peguilado e ribavirina.

A cura foi obtida por 42,6% dos tratados em terapia dupla de interferon peguilado e ribavirina, por 53,3% dos que foram tratados com terapia tripla de Boceprevir, interferon peguilado e ribavirina e por 59,6% dos tratados com terapia tripla de Telaprevir, interferon peguilado e ribavirina.

Efeitos colaterais foram relatados por 81% dos tratados em terapia dupla e por 91% dos tratados com as terapias triplas.

Efeitos adversos considerados de maior gravidade foram msuperiores na terapia tripla que na terapia dupla, acontecendo em 7,1% dos tratados com terapia dupla de interferon peguilado e ribavirina, em 13,6% dos tratados com terapia tripla de Boceprevir, interferon peguilado e ribavirina e em 11,3% dos tratados com terapia tripla de Telaprevir, interferon peguilado e ribavirina.

Concluem os autores que a terapia tripla com Boceprevir e Telaprevir leva a um número significativamente maior de efeitos adversos considerados graves que quando comparada com o tratamento em terapia dupla de interferon peguilado e ribavirina.
Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
ADVERSE EVENTS AND CO-MEDICATION: A COMPARISON BETWEEN DUAL- AND TRIPLE-COMBINATION THERAPIES IN GENOTYPE 1 PATIENTS WITH CHRONIC HEPATITIS C - E. Schott, A. Schober, R. Link, B. Weber, A. Rieke5, G. Moog, U. Spengler, R. Heyne, M.-C. Jung, G. Teuber, M. Frank Doss, M. Roessle, S. Mauss, U. Alshuth, D. Hueppe - BNG Study Group - EASL-2014 - Abstract P730


- See more at: http://hepato.com/EASL-2014/012_EASL2014_port.php#sthash.Q7pEcTT8.dpuf

sábado, 26 de abril de 2014

ATX-BA - ACESSO E QUALIDADE DOS IMUNOSSUPRESSORES

 O objetivo é garantir a saúde dos pacientes com o uso de medicamentos de qualidade e eficácia comprovados, por meio de um processo definido e aprovado por uma instituição científico acadêmica;  isso não implica na aprovação ou desaprovação do uso de medicamentos genéricos, mas requer o cumprimento das condições legais.
 
A cobertura para os transplantes deve incluir a implementação de estratégias de saúde que garantam o acesso, qualidade, equidade, transparência e eficácia na atenção ao paciente; permitir o rápido registro na lista de espera, permanecer na lista de espera por períodos breves e oferecer a possibilidade do paciente receber um transplante com perspectiva de reinserção plena na sociedade.
 
A atividade de transplante implica em um compromisso ético do profissional, não só com o paciente, mas com a comunidade, com o seu espírito de solidariedade que torna possível a doação de um órgão comum e escasso, e também envolve a responsabilidade com o paciente que permanece na lista de espera.
 
 O Estado deve olhar para a manutenção do vínculo médico paciente no âmbito ético, que pressupõe o respeito pela dignidade e autonomia do indivíduo. Qualquer alteração ou disposição que altere o equilíbrio ameaça o bem-estar psicofísico do paciente.
 
A problemática sobre a incorporação de medicamentos imunossupressores genéricos no mercado é de grande pertinência. Esse é um debate universal e até agora não há informação bibliográfica suficiente sobre a segurança terapêutica dos imunossupressores genéricos e muito menos sobre os resultados do intercâmbio entre eles.
 
A fiscalização da qualidade do medicamento imunossupressor que o paciente recebe é obrigação ética do médico de transplante.Portanto, deve-se garantir o respeito pela prescrição feita e também devem ser dadas ao paciente todas as informações para ele poder exercer sua autonomia e tomar uma decisão livre.
 
Qualquer mudança no tratamento imunossupressor deve ser autorizada pelo paciente, por meio da assinatura do consentimento informado, legalmente previsto. Da mesma forma, deve haver um acordo sobre quem terá a responsabilidade legal pelas consequências devido à mudança na medicação.

Os imunossupressores formam uma categoria especial de medicamentos e apresentam características especiais que os tornam diferentes de outros grupos terapêuticos; são medicamentos com alto risco para a saúde, pois apresentam uma janela terapêutica reduzida e têm alto nível de variabilidade inter populacional e intraindividual.
Assim, erros na dosagem, mesmo quando pequenos podem resultar em:
 1) falta de eficácia com perda do transplante,
 2) imunossupressão excessiva acompanhada por infecções, ou
 3) efeitos indesejáveis graves devido à toxicidade peculiar do medicamento.
 
Isso resulta na grande variação da biodisponibilidade dos medicamentos imunossupressores em pacientes transplantados, significativamente maior do que em voluntários saudáveis. Consequentemente, os resultados de estudos sobre a bioequivalência farmacocinética realizados em voluntários saudáveis não podem ser extrapolados diretamente para a população, altamente heterogênea, dos pacientes transplantados.
 
Portanto, é necessária a realização de estudos clínicos sobre a eficácia e segurança dos imunossupressores genéricos que poderão fornecer provas de equivalência, ou pelo menos de não inferioridade, com relação aos imunossupressores com patentes certificadas.
 
Consideramos que há necessidade das autoridades de saúde, por meio das entidades dedicadas à regulamentação de medicamentos, submeterem os medicamentos imunossupressores genéricos para estudos de monitoração das concentrações terapêutica no soro, plasma ou no sangue de pacientes transplantados, a fim de avaliarem a variabilidade intra e inter individual das diferentes formulações  disponíveis. Além disso, estudos de farmacovigilância intensiva deverão ser iniciados visando reconhecer as variáveis que possam interferir na biodisponibilidade dos novos fármacos. 
 
Também é necessário implantar e ajustar um sistema para registrar informações e torná-lo disponível para que todos os médicos possam fornecer dados sobre os efeitos adversos, e que isso seja facilmente encontrado em páginas da web de sociedades científicas, em conjunto com as autoridades reguladoras, para facilitar o cumprimento da farmacovigilância.
 
Recomenda-se às sociedades científicas de cada país gerar um fluxo de informações sobre farmacovigilância para ser distribuído nos hospitais de transplante e nas unidades de saúde onde é feito o acompanhamento de pacientes com baixo risco imunológico. O intercâmbio entre imunossupressores inovadores e imunossupressores genéricos não é recomendável se todo o processo de verificação do efeito clínico do genérico não tiver sido realizado.
 
Pacientes pediátricos, adultos idosos e pacientes de alto risco imunológico representam grupos vulneráveis e não devem ser incluídos em qualquer protocolo de intercâmbio de drogas.
 
O argumento de aquisição de imunossupressores genéricos a preços mais baixos não é válido no âmbito dos princípios da bioética que devem ser cumpridos na atenção do paciente, tais como beneficência e não maleficência. Além disso, deve ser levado em consideração que a Farmacoeconomia não inclui apenas os custos de aquisição, mas também os custos associados com a falta de eficácia e segurança de um medicamento.

Se o uso de genéricos resultar em maior taxa de rejeição do transplante, a economia gerada pelo baixo preço do medicamento será superada pelos custos associados a uma falha terapêutica. Portanto, o uso de um imunossupressor genérico de má qualidade poderá gerar despesas adicionais. Em contraste, um imunossupressor genérico que apresenta eficácia e segurança, comparável com a do tipo inovador, mas com um custo menor, pode gerar uma economia significativa. Esse é o tipo de medicamento imunossupressor genérico que deve ser estimulado pelas autoridades regulatórias.
Finalmente, consideramos que é uma oportunidade para que as autoridades de saúde definam políticas que permitam garantir a cobertura universal do tratamento imunossupressor e que, em conjunto com as entidades reguladoras, autorizem a comercialização dos novos medicamentos genéricos, quando esses medicamentos tenham assegurado um padrão de qualidade.
 
FONTE: I FORUM DE BIOÉTICA EM TRANSPLANTE DA AMERICA LATINA E CARIBE: O DOCUMENTO DE AGUASCALIENTES.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

ATX-BA - "TODO MUNDO MERECE UMA SEGUNDA CHANCE".

Todo mundo merece uma segunda chance? Empresa lança ação incentivando doação de órgãos

Com cenas chocantes mostrando "quase acidentes", a Propeg promove a ideia de doar órgãos como segunda chance

Redação, Administradores.com.br,
    
Reprodução / Youtube
O filme mostra acidentes nos quais a pessoa parece ter se prejudicado muito, mas na verdade saiu ilesa
Com cenas chocantes e reais de acidentes, a campanha feita pela Propeg para a ATX - Associação de Pacientes Transplantados da Bahia traz pessoas que sofrem acidentes graves e parecem não terem sobrevivido, mas que acabam saindo ilesas, como se a vida tivesse lhes dado uma segunda chance. A ação é intitulada “Almost” (“quase”, em tradução livre).

O filme, que tem como conceito “Dê uma segunda chance”, faz uma associação com as pessoas que estão nas filas de transplantes e mostra que, quando nos tornamos doadores, podemos dar uma segunda chance a alguém. Atualmente, cerca de quatro mil pessoas esperam por um transplante no estado da Bahia e qualquer pessoa pode se declarar doadora de órgãos, basta avisar a família.

O comercial estreia em breve na TV aberta e tem versões para a veiculação para internet. Confira: 
 

quarta-feira, 16 de abril de 2014

ATX-BA - Informando: Preços dos novos medicamentos orais para HEPATITE C.

Falando do preço dos novos medicamentos orais para hepatite C - EASL 2014

15/04/2014

O preço do primeiro medicamento aprovado nos Estados Unidos de 84.000.- dólares apavoraram governos, médicos e pacientes, mas passados poucos meses já se observa que tal preço não será único no mundo e, também, não será referencia para os outros novos medicamentos orais, livres de interferon, que estarão chegando nos próximos meses.

A guerra comercial com a chegada de outros medicamentos já começou. Em julho o FDA deverá aprovar a combinação da Gilead de Sofosbuvir com Ledipasvir, em agosto a EMEA deverá aprovar a combinação da Bristol-Myers Squibb de Assunapravir com Daclastavir e aproximadamente no final do ano Abbvie deverá ter a aprovação de seus tratamentos orais, isso sem contar que outras empresas deverão chegar ao mercado em 2015. Todas elas com tratamentos orais, sem interferon, e com duração entre 8 e 12 semanas (em alguns poucos casos chegando as 24 semanas de tratamento) e atendendo todos os genotipos, graus de fibrose e cirrose, co-infectados e inclusive já em estudos avançados de transplantados.

Em curto espaço de tempo teremos umas quatro ou cinco empresas farmacêuticas com medicamentos compatíveis lutando pelos mesmos pacientes que por enquanto não são os 170 milhões de infectados que tanto se fala, pois a grande maioria ainda não foi diagnosticada, por tanto, não poderão receber medicamentos. Diagnosticar entre 50% e 70% dos infectados poderá levar sete anos aproximadamente, isso se forem deflagradas grandes campanhas de alerta e diagnostico.

Durante o congresso de Londres ficou muito claro que o preço de cada medicamento será diferente para cada país. Países com compra centralizada, como é o caso do Brasil, terão maior poder de barganha já que se o governo compra somente um dos medicamentos para os outros quedará somente o mercado privado, que é mínimo. Países onde as diferentes regiões compram separadamente perderão o poder de negociar preços devido a quantidades pequenas de medicamentos adquiridos. Países com maiores recursos pagarão mais caro que países mais pobres.

Isso vai levar a oferecer preços atrativos para cada empresa tentar dominar regiões do mundo. Estimo que já em 2015 o custo do tratamento com os medicamentos orais seja igual ou inferior que o tratamento atual com interferon peguilado e ribavirina, consequentemente muitas vezes menor que com os inibidores de proteases boceprevir e telaprevir. Todos os tratamentos que necessitam do interferon peguilado injetável serão paulatinamente abandonados, em alguns países rapidamente em outros poderão sobreviver por algum período mais longo, dependendo da vontade política e da pressão da sociedade civil.

Correu um rumor durante o congresso, em conversas reservadas, que a Gilead deverá ter uma política de preços específica, chamada de "compassiva", para Índia, Egito e Brasil, garantindo o acesso a Sofosbuvir/Ledipasvir, mas como tudo rumor foi impossível de confirmar com os executivos de Gilead. Em Egito o acordo já foi assinado e serão ofertados em cinco anos 1 milhão de tratamentos ao custo de 330.- dólares mensais, um desconto de 99% sobre o preço dos Estados Unidos.

A ideia de lutar por quebra de patentes, licenciamento compulsório ou transferência de tecnologias já nasceu morta. A manifestação marcada na porta de congresso fracassou. Quando se transfere tecnologia ou se quebra patente o medicamento demora em chegar aos pacientes entre 2 e 3 anos, pois é necessário se preparar para fabricar, fazer o ensaio clínico de bioequivalência e registrar o medicamento nas agencias reguladoras. Como serão vários fabricantes é mais inteligente negociar reduções drásticas de preços e, se acertado um preço condicente o medicamento chega no dia seguinte aos pacientes. Porque demorar até 3 anos para ter um medicamento similar se pode ser negociado um preço para atender imediatamente os pacientes com o medicamento original?
 

segunda-feira, 14 de abril de 2014

quarta-feira, 2 de abril de 2014

ATX-BA: " TODO MUNDO PODE TER UMA SEGUNDA CHANCE. DOE ÓRGÃOS."

ABAV>>Variedades >>Solidariedade

Doe Órgãos. Salve Vidas!     

 


Doe Órgãos. Salve Vidas!
 A Associação de Pacientes Transplantados da Bahia (ATX-BA) é uma entidade sem fins lucrativos que desenvolve várias atividades para oferecer qualidade de vida aos associados transplantados de coração, rim, fígado, pâncreas, medula óssea, córnea. Para isso oferece assistência social, jurídica, orientação psicológica, noções de higiene e hábitos saudáveis para que possam reintegrar-se socialmente após a cirurgia. A entidade também doa medicamentos não fornecidos pelos órgãos públicos aos transplantados carentes.
 
A ATX-BA atende cerca de quatrocentos transplantados, além de pacientes portadores de hepatites B e C que procuram o apoio da entidade.
 
A Associação orienta os transplantados sobre direitos previdenciários tais como: auxílio doença, aposentadoria, passagens para tratamento fora do domicilio. Encaminha pacientes que necessitam de transplantes no estado da Bahia e quando necessário em outros estados é mais um serviço oferecido pela ATX-BA, assim como as constantes campanhas para conscientização da sociedade sobre a importância da doação de órgãos e tecidos com o objetivo de salvar vidas.
 
Para a presidente da entidade, Márcia Chaves, outro ponto relevante do trabalho desenvolvido é o aprimoramento moral, educativo, artístico e cultural dos transplantados. “Aqui nós capacitamos e criamos condições para efetiva reintegração econômica e social do nosso público. Para isso, temos oficinas de artesanato e cursos profissionalizantes que funcionam como um verdadeiro banco de talentos. Dessa forma nossos associados podem reintegrar-se tranquilamente no mercado de trabalho”.
 
Depois de quase uma década de trabalho dedicado aos mais necessitados, Márcia Chaves se diz realizada. “Para mim este trabalho é de fundamental importância, pois, com tudo o que temos feito me sinto gratificada lutando pela vida e qualidade de vida dos pacientes transplantados da Bahia”
 
Histórico
 
A presidente, Márcia Chaves, criou a entidade motivada pela própria experiência de passar por todo o processo que envolve um transplante e a oportunidade de “nascer de novo”, depois de receber um rim do pai.
 
Ao vivenciar o drama da necessidade extrema de um novo órgão, Márcia percebeu que diferentemente dela, muitos pacientes humildes não tinham as mesmas condições de sobrevida após se submeterem a um transplante por falta de alimentação básica, medicamentos, informações, etc.
 
Para fundar a ATX-BA, Márcia contou com a colaboração do marido, familiares e amigos que acompanharam de perto a evolução da doença dela, bem como a escalada da esperança até o momento de receber o novo órgão.
 
A Associação de Pacientes Transplantados da Bahia (ATX-BA) foi fundada em 17.11.1999 em Salvador por  Márcia  Fraga  Maia  Chaves  após  seu  transplante de rim doado por seu pai Raimundo Fraga Maia aos setenta e cinco anos, realizado no Hospital do Rim e Hipertensão em São Paulo.
 

sexta-feira, 14 de março de 2014

ATX-BA URGENTE: FALTA AZATIOPRINA DE 50MG PARA OS TRANSPLANTADOS DA BAHIA.

Desde o dia 11.03.2014 está faltando a AZATIOPRINA de 50MG na farmácia do Hospital Ana Nery. Hoje já é sexta feira e amanhã a farmácia não abre!!!!
A farmácia nos informou que não há previsão para chegar  este medicamento.
Pela legislação o paciente não pode pular dia ou hora de acordo com a prescrição médica, sob pena de perder o órgão transplantado ou mesmo vir a falecer
 
O problema da falta dos imunossupressores (MEDICAMENTOS QUE EVITAM A REJEIÇÃO DO ÓRGÃO TRANSPLANTADO) para estes pacientes já é crônico no Estado da Bahia faltando por vários anos e em vários período do ano.

Cerca de 500 pacientes pegam AZATIOPRINA na farmácia do Hospital Ana Nery.

A falta de responsabilidade do gestor público na Bahia em relação a estes pacientes é enorme. Não existe um estoque regulador para as medicações que  estes pacientes utilizam.
 
De acordo com a PORTARIA SAS N.º 221, DE 2 DE ABRIL DE 2002, o Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, 
Resolve:
 
 
Art. 1.º Aprovar o PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS – TRANSPLANTADOS RENAIS – DROGAS IMUNOSSUPRESSORAS – Ciclosporina, Azatioprina, Tacrolimus, Micofenolato Mofetil, Sirolimus, Anticorpo Monoclonal Murino Anti-CD3 (OKT3), Basiliximab, Daclizumab, Globulina Antilinfocitária, Globulina Antitimocitária, Metilprednisolona, Prednisona, na forma do Anexo desta Portaria.
 
Lutamos pela vida e qualidade de vida. Depois de esperarmos anos em uma lista pela doação de um órgão ou tecido o mínimo que pode ser feito pelo gestor público é fornecer a medicação para continuarmos a viver.
ATX-BA

 

domingo, 9 de março de 2014

ATX-BA: COMO AJUDAR A SALVAR VIDAS.


A ATX-BA através de seu grupo de apoio ao paciente que deseja se candidatar a um transplante seja de fígado, coração, pâncreas, córneas, medula óssea e rim, vem observando as grandes dificuldades que estes pacientes tem tido para tomar conhecimento dos seus direitos e como chegar até a sua inscrição da "lista" para transplante.

No caso do paciente portador de insuficiência renal crônica que esta realizando hemodiálise, ouvimos diversos relatos de pacientes que após vários anos em hemodiálise ainda não estavam inscritos na fila para transplante de rim, não tinham conhecimento desta possibilidade e sequer foram consultados, baseado na RDC nº 154 que estabelece o Regulamento Técnico para o funcionamento dos Serviços de Diálise, onde fica claro no regimento no artigo  4.6 que " No prazo de 90 (noventa) dias após o início do tratamento dialítico, o serviço deve, obrigatoriamente, apresentar ao paciente apto ou ao seu representante legal, a opção de inscrição na Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO) local ou de referência. "

Há menos de quinze dias recebi em um sábado à noite uma ligação pedindo ajuda para uma paciente que estava em hospital público de Salvador precisando realizar uma hemodiálise com urgência e não tinha local de imediato para fazê-la.

Ao fazermos uma reflexão o que nos ocorre é que se as vagas para hemodiálise são insuficientes para população do Estado da Bahia, por que há tantos pacientes que fazem hemodiálise não são inscritos na "lista" para transplante de rim pelas clínicas onde realizam o tratamento e que levaria à disponibilização de mais vagas para hemodiálise?

De acordo com o RBT da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO/2013) temos apenas 400 pacientes ativos na Lista de espera para transplante de rim.

De acordo a Coordenação de Transplantes do Estado da Bahia, existem 1027 pacientes inscritos na lista esperando por um transplante de rim, 889 de córnea e 60 de fígado.  

Por que só 400 pacientes estão ativos (aptos para o transplante) na "lista" para transplante de rim. Qual o problema com os 627 que estão na "lista" e não estão ativos?

O que fazer para  solucionar a situação dos pacientes que não estão ativos e pensam que estão concorrendo a um transplante só porque estão na "lista" durante anos?

Atualmente pacientes que precisam de hemodiálise estão falecendo sem ter acesso ao tratamento. Precisamos que toda sociedade participe desta reflexão.                                           

 

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

ATX-BA - APRENDA A CUIDA DOS SEUS RINS



 

Dia 14 de março se comemora o DIA MUNDIAL DO RIM, e a Parceiros do Rim - Associação de Pacientes Renais do Paraná começará uma campanha diária com vários vídeos alertando para o risco da doença renal crônica. No Brasil hoje temos quase 100.000 pessoas em tratamento dialítico. Conforme pesquisa da SBN = Sociedade Brasileira de Nefrologia temos mais de 2.000.000 de pessoas que devem estar portando a doença renal em algum estágio. Só a prevenção pode evitar a proliferação dessa doença trágica. 
VIDEO:


 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

ATX-BA - Informando: Número de transplantes de órgãos no Brasil cresce timidamente

Número de transplantes de órgãos no Brasil cresce timidamente, diz levantamento
Nos últimos cinco anos, a espera na fila por um transplante caiu cerca de 40%

Por Epoch Times 15.01 às 9:20

Última atualização: 15.01 às 9:26
 

 

Transplantes de pulmão no Brasil ainda são poucos (Imagem: O Nacional)
"Família, hoje minha mãe acordou! Ficou oito horas respirando sem ajuda de máquinas". Este é parte do depoimento de Silvia Munari retirado do livro Mare Decide Viver, que descreve a história de superação da família que lutou por mais de 2 anos em busca de um transplante de pulmão.
Todos os dias, pelos quatro cantos do Brasil, depoimentos como o de Silvia inspiram, dão força e coragem a milhares de pessoas que passam horas ao lado do telefone esperando pela doação de um órgão, além de contribuir para a tomada da mais importante decisão nestes casos: decidir viver!
Wilson Munari, autor do livro, relata que a vontade de viver da esposa, para poder usufruir da companhia de seus filhos, marido, amigos, cães e flores, foi fundamental na tomada de decisão que mudou toda a vida da família. Em 2007, Maria Helena Munari, ou apenas Mare, ficou doente e em 2009, recebeu a notícia de que precisaria de um transplante duplo de pulmão. "Na época em que recebemos a notícia, nem sabíamos que isto existia", conta Munari. "O médico disse que se ficássemos no Brasil, ela morreria esperando o transplante, devido ao pequeno número de cirurgias feitas no país e ao grande número de pessoas necessitadas" finaliza Munari.
A saída para a família foi procurar auxílio fora do país, levando-os a mudar para os Estados Unidos. "A razão foi que em um país com muitos doadores, a lei diz que todos doam e poucas pessoas se manifestam para não serem doadores, mas em um país com poucos doadores, a lei é omissa e poucas pessoas se manifestam para serem doadores" explica José Wilson.
Cenário Brasileiro
O cenário de transplantes de órgãos vem avançando de forma lenta, mas crescendo timidamente a cada ano. Nos três primeiros trimestres de 2013, a taxa de doadores cresceu 5,5% em relação à 2012, os doadores efetivos cresceram 3,3% registrando cerca de 12,4 doadores por milhão da população. Segundo um levantamento do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DataSUS), as estatísticas para 2014 são de 27.951 receptores de órgãos. Destes 19.393 são receptores de rim e 142 de pulmão.
De acordo com a Aliança Brasileira pela Doação de Órgãos e Tecidos (ADOTE), um levantamento realizado pelo Ministério da Saúde aponta que nos últimos cinco anos a espera na fila por um transplante caiu cerca de 40%, de 64.774 em 2008, para 38.759 em 2013. De acordo com o Ministério da Saúde, em Pernambuco, no Paraná, no Rio Grande do Sul, em São Paulo e no Distrito Federal não há mais fila de espera para o procedimento de córnea.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

ATX-BA - Informando: Brasil aumenta doações de órgãos, mas não atinge meta da ABTO

19/02/2014 15h41 - Atualizado em 19/02/2014 16h22

Brasil aumenta doações de órgãos, mas não atinge meta de associação

Entidade brasileira contabiliza 7.649 transplantes em 2013. Taxa é de 13,2 doadores por 1 milhão de habitantes; meta era 13,5.

Thiago Reis Do G1, em São Paulo

Doações de órgãos (Foto: Arte/G1)
 
O número de doações e transplantes de órgãos cresceu no país em 2013. O Brasil, no entanto, não conseguiu atingir a meta proposta pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) de uma taxa de 13,5 doadores por 1 milhão de habitantes. O índice ficou em 13,2.
Segundo os dados da entidade, divulgados nesta quarta-feira (19), foram realizados no ano passado 7.649 transplantes de órgãos – ante 7.456 em 2012.
 
Ao todo, 2.526 doaram órgãos – sendo que 68% doaram mais de um. O número só não foi maior porque a recusa das famílias em autorizar a retirada subiu: de 41% para 47% das consultadas. Além da negativa dos parentes, outros fatores como paradas cardíacas e contraindicações médicas fizeram com que 6.345 potenciais doadores fossem perdidos.
 
O presidente da ABTO, Lúcio Pacheco, diz que em 2014 o objetivo é retomar o crescimento e atingir a meta de 15 doadores por milhão. "Essa taxa (de 2013) não era esperada. Nos últimos sete anos, a gente desenhou uma meta (de 1,5 doador por milhão a mais por ano) e conseguiu atingir todas as vezes. Em 2013, apesar de ter identificado mais prováveis doadores, cerca de 10% a mais, a taxa de doação efetiva só aumentou 5%, muito por causa da negativa familiar", afirma.
 
Para ele, é preciso que as pessoas conversem com os parentes e manifestem claramente o desejo de doar. “Em qualquer pesquisa de opinião que a gente faz, a quantidade de pessoas que se dizem doadoras é muito maior que o número de autorizações familiares. É que quando você faz a entrevista esse dado cai. O momento da abordagem é ímpar. Para o povo latino, é muito difícil a morte, ser comunicado do falecimento de um filho, de um pai. Então, se não há uma decisão pré-formada, complica. A gente precisa trabalhar melhor essa questão.”
 
Por estado Os índices de doações e transplantes variam de estado para estado. No Distrito Federal, por exemplo, a taxa de doadores por milhão de habitantes é de 33,1. Em Santa Catarina, ela chega a 27,2. Já no Amapá, em Mato Grosso, em Roraima e em Tocantins, nenhum procedimento foi realizado durante o ano.
 
Foram realizados no país 5.433 transplantes de rim. A fila de espera, entretanto, ainda comporta 16 mil pessoas hoje. Houve ainda 1.723 transplantes de fígado. Atualmente, 1,3 mil esperam pelo procedimento.
 
Córneas

 Já o número de transplantes de córnea caiu, interrompendo um crescimento de quatro anos consecutivos. Foram realizadas 13.744 cirurgias no ano passado – uma diminuição de 10% em relação a 2012, quando foram contabilizadas 15.281.
 
Para o presidente da ABTO, no entanto, o dado não pode ser visto de forma negativa, já que muitos estados zeraram a fila de espera e, por isso, realizaram menos procedimentos no ano passado.
 
De acordo com a associação, o Brasil figura na segunda posição entre os países que mais realizam transplantes no mundo, atrás apenas dos EUA. Contudo, se for levada em conta a população, a taxa é baixa, fazendo o país ocupar apenas a 30ª colocação, atrás de Argentina e Irã. Países como Croácia e Espanha têm uma taxa de 36,5 e 35,1 doadores por milhão, respectivamente.

Perfil

 A maior parte dos doadores em 2013 era homem (60%), teve como causa de morte o Acidente Vascular Cerebral (49%), tinha de 54 a 60 anos (30%) e possuía tipo sanguíneo O (47%).

VEJA A TAXA DE DOADORES POR MILHÃO, POR ESTADO
(em ordem decrescente)


Distrito Federal - 33,1
Santa Catarina - 27,2
Ceará - 22,2
São Paulo - 19,4
Rio Grande do Sul - 18,8
Paraná - 18,3
Rio de Janeiro - 14,1
Rio Grande do Norte - 13,9
Pernambuco - 13,3
Espírito Santo - 12,2
Minas Gerais - 11,6
Acre - 9,5
Mato Grosso do Sul - 7,3
Bahia - 6,9 Rondônia - 6,4
Piauí - 5,8
Amazonas - 4,9
Paraíba - 4,5
Goiás - 3,5
Pará - 2,5
Sergipe - 1,5
Alagoas - 1
Maranhão - 0,3
Amapá - 0
Mato Grosso - 0
Roraima - 0
Tocantins - 0

FONTE: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/02/brasil-registra-aumento-nas-doacoes-de-orgaos-mas-nao-atinge-meta.html