sábado, 21 de julho de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
ATX-BA - Utilidade Pública - Anemia Falciforme
Anemia Falciforme é tema de audiência na OAB
Há acerca de 100 anos a anemia Falciforme foi identificada pela primeira
vez no mundo. Trata-se de uma doença genética mais frequente no Brasil e atinge
preferencialmente as pessoas de origem negra.Na Bahia, a cerca cerca de 650 que
nascem com essa enfermidade.
Foi realizado a 1° Audiência Pública da Saúde da Comunidade Negra com
enfâse na Anemia Falciforme, no auditório da OAB-Secção Bahia,
reuniu políticos, profissionais de saúde e representantes de associações e
movimentos pela igualdade racial.
O evento foi
proposto pelo Deputado Federal Márcio Marinho que ressaltou ''a
importância de debates como esse para encontrarmos formas de melhorar a
qualidade de vida dos portadores da doença" afirmou..
Para o Deputado
Estadual José de Arimatéia, discutir a anemia falciforme é uma forma de
trazer a luz questões que ficam na sombra, encobertas muitas vezes pelo
preconceito institucional. "Felizmente temos hoje uma voz no parlamento
que traz a baila questões graves como é a situação dos portadores de Anemi
Falciforme na Bahia". Afirmou.
Fonte: Izabela Reis - DRT1644
domingo, 15 de julho de 2012
ATX-BA - INFORMANDO - PORTAL DA PROPAGANDA
| Qua, 20 de Junho de 2012 17:01 |
|
www.bahiarecall.com.br Estão abertas até 22 de junho, as inscrições para o Bahia Recall e Bahia Recall Revelação 2012, o maior prêmio da publicidade baiana. Podem concorrer peças veiculadas em um dos veículos da Rede Bahia no período de 18 de junho de 2011 a 11 de junho de 2012. As inscrições gratuitas devem ser realizadas através do site www.bahiarecall.com.br. Em 2012, algumas mudanças no regulamento vão tornar a premiação ainda mais competitiva. “Chegamos a maioridade e queremos que o prêmio seja cada vez mais representativo da qualidade do nosso mercado publicitário”, avalia João Gomes, Diretor de Relações Institucionais e Eventos da Rede Bahia. Um das novidades desse ano é que os finalistas só serão conhecidos no dia da premiação e não antes, como vinha acontecendo. “Assim vamos aumentar o suspense e criar mais engajamento dos participantes”, explica João. NOVIDADES NO REVELAÇÃO O Bahia Recall Revelação também está com inscrições abertas até o dia 17 de agosto e tem novidades esse ano. A mais importante é que a equipe vencedora vai fazer parte do programa de estágio da Associação Baiana do Mercado Publicitário (ABMP), garantindo uma experiência de trabalho em agências e empresas associadas. O tema deste ano é "Doações de Órgãos". Os estudantes devem formar uma equipe de no mínimo 02 e no máximo 06 integrantes e criar uma campanha de esclarecimento e mobilização da sociedade civil sobre a importância da doação de órgãos para realização de transplantes. A campanha deve também motivar os cidadãos a informarem suas famílias que são doadores, independentemente de preconceito ou questões religiosas, ou identificarem sua opção no documento de identidade, por exemplo. Os interessados em participar do Bahia Recall Revelação, que é uma parceria da Rede Bahia e do Instituto ACM, devem se inscrever através do endereço eletrônico www.bahiarecall.com.br/revelacao. A carta de inscrição e todas as peças da campanha precisam ser entregues até as 17h do dia 18 de agosto, na sede da Rede Bahia, em Salvador, e nas emissoras da Rede Bahia de Televisão, localizadas no interior do estado. HISTÓRIA A campanha do Bahia Recall, criada pela agência Bahia Comunicação, tem como principal conceito fortalecer a história do prêmio e sua representatividade no cenário local. Em 18 anos de existência, o prêmio a Recall acompanhou de perto as mudanças do mercado publicitário baiano e incentivou e ajudou a revelar grandes nomes que hoje se destacam no cenário nacional e internacional. “Grandes nomes da publicidade da Bahia e do Brasil já subiram no palco do Bahia Recall. Além disso, com o prêmio Revelação, temos ajudado a preparar os futuros publicitários para o mercado e garimpando talentos”, comenta João Gomes. Ficha técnica: Criação: Gabriela Martinez e Wanderley Gomes Atendimento: Carol Dantas, Paulo Vianna e Aline Pinheiro Produção: Fabiano Lacerda e Milena Coutinho Arte-final: Márcio Abreu Produtora de Vídeo: Ilha Filmes Direção: Maila Louback Aprovação pelo cliente: Lília Gramacho e João Gomes http://www.portaldapropaganda.com.br/portal/propaganda/30636-abertas-as-inscricoes-para-o-bahia-recall-e-bahia-recall-revelacao-2012 |
terça-feira, 10 de julho de 2012
ATX-BA - UTILIDADE PÚBLICA - UOL SAÚDE
Clarissa ThoméNo Rio de Janeiro
Estudo defende teste mais preciso em bolsas de sangue
-
Filipe Redondo/Folhapress
O teste convencional (Elisa) só informa a presença do vírus se o organismo já estiver produzindo anticorpos - o que pode ocorrer 70 dias depois da infecção
Estudo inédito sobre o cenário das transfusões de sangue no Brasil
revelou que o risco de se contrair hepatite B por contaminação da bolsa
de sangue é de uma pessoa para 30 mil doações. O risco é cinco vezes
superior ao de se contrair hepatite C e Aids, cujas proporções são de um
contaminado para 150 mil doações.
O trabalho foi apresentado ontem pelo médico Silvano Wendel, diretor do banco de sangue do Hospital Sírio Libanês e presidente da Sociedade Internacional de Transfusão de Sangue, no congresso da entidade, em Cancún, no México. Wendel fez um levantamento nos serviços que realizam os testes NAT (sigla em inglês para teste de ácido nucleico) nas bolsas de sangue.
O trabalho foi apresentado ontem pelo médico Silvano Wendel, diretor do banco de sangue do Hospital Sírio Libanês e presidente da Sociedade Internacional de Transfusão de Sangue, no congresso da entidade, em Cancún, no México. Wendel fez um levantamento nos serviços que realizam os testes NAT (sigla em inglês para teste de ácido nucleico) nas bolsas de sangue.
Esse exame reconhece o material genético do vírus e detecta a sua
presença mais cedo no organismo. O teste convencional (Elisa) só informa
a presença do vírus se o organismo já estiver produzindo anticorpos - o
que pode ocorrer 70 dias depois da infecção, dependendo do vírus.
Ao comparar os resultados dos testes NAT e Elisa, ele identificou bolsas de sangue contaminadas que teriam sido liberadas para transfusão se não tivessem passado pelo exame mais moderno. Os dados de risco no Brasil são de um infectado pelo vírus da hepatite B para 29.240 doações, um contaminado por HIV para 159.744 doações e uma pessoa contrairá o vírus da hepatite C para 154.321 doações.
“Todos os anos o país recebe 4 milhões de doações de sangue, estamos falando de 20 a 30 casos de janela imunológica (tempo entre a infecção e a detecção do vírus no organismo) para hepatite C e Aids. Preocupa ainda mais a hepatite B: são cem casos com potencial de contaminação por ano no país”, afirmou Wendel.
Segunda classe
Para o hematologista Cármino Antonio de Souza, professor da Universidade de Estadual de Campinas e presidente da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular, o país está caminhando lentamente na disseminação do NAT.
Ao comparar os resultados dos testes NAT e Elisa, ele identificou bolsas de sangue contaminadas que teriam sido liberadas para transfusão se não tivessem passado pelo exame mais moderno. Os dados de risco no Brasil são de um infectado pelo vírus da hepatite B para 29.240 doações, um contaminado por HIV para 159.744 doações e uma pessoa contrairá o vírus da hepatite C para 154.321 doações.
“Todos os anos o país recebe 4 milhões de doações de sangue, estamos falando de 20 a 30 casos de janela imunológica (tempo entre a infecção e a detecção do vírus no organismo) para hepatite C e Aids. Preocupa ainda mais a hepatite B: são cem casos com potencial de contaminação por ano no país”, afirmou Wendel.
Segunda classe
Para o hematologista Cármino Antonio de Souza, professor da Universidade de Estadual de Campinas e presidente da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular, o país está caminhando lentamente na disseminação do NAT.
“É preciso universalizar o teste e tornar obrigatório que toda bolsa de sangue seja testada. Os
planos
de saúde não são obrigados a pagar o NAT aos segurados que recebem
transfusão. É um absurdo você ter um banco de sangue em que uma
geladeira tem bolsas testadas pelo NAT e outra em que as doações não
foram testadas. Isso cria pacientes de segunda classe”, afirmou o
médico.
Para Souza, o risco calculado por Wendel “não pode ser considerado
desprezível”. “É preciso levar em conta o número de doações feitas no
país”. Em 2010, o Brasil começou a implementar o NAT nos bancos de
sangue públicos, para a detecção dos vírus HIV e da hepatite C. A
previsão do Ministério da Saúde era de que em março o teste estivesse
disponível em toda a rede. Mas, em junho, o
coordenador
da Política Nacional de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde,
Guilherme Genovez, informou que portaria sobre o tema só será publicada
em novembro.
O Ministério da Saúde informou, por e-mail, que não houve atraso. “O teste NAT é implementado progressivamente nos Estados brasileiros. A republicação da portaria trará como obrigatório o teste em toda a rede de saúde: pública e privada”. Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Brasília e Minas Gerais são Estados que já fazem o teste.
O Ministério da Saúde informou, por e-mail, que não houve atraso. “O teste NAT é implementado progressivamente nos Estados brasileiros. A republicação da portaria trará como obrigatório o teste em toda a rede de saúde: pública e privada”. Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Brasília e Minas Gerais são Estados que já fazem o teste.
Outros cinco serviços farão o exame ainda este ano - Ribeirão Preto
(SP), Ceará, Paraná, Amazonas e Pará. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/estado/2012/07/10/estudo-defende-melhoria-de-teste-em-bolsas-de-sangue.htm
quinta-feira, 5 de julho de 2012
ATX-BA - Informando - MS Notícias
Bebê de 2
meses é o mais
jovem a fazer transplante
de fígado
Localizado
no lado direito do abdômen, o fígado é uma
glândula constituída por milhões de
células,
que produzem substâncias essenciais para o
equilíbrio do organismo.
Apesar da capacidade de
recuperação do órgão, algumas doenças provocam
insuficiência hepática aguda ou crônica grave, que
podem levar ao óbito. Nestes
casos, o transplante é
o único recurso.
Cirurgia
Realizada no Hospital das
Clínicas de São Paulo, a cirurgia
demorou 10 horas e contou com uma equipe formada por cinco cirurgiões e três anestesistas. O transplante foi um
sucesso
e os sinais de melhora em Artur foram imediatos.
Recuperação
Em julho de
2012, dois meses depois do procedimento e
de quase ter morrido em decorrência
da hepatite fulminante,
o menino ganhou peso, já se alimenta
normalmente e sua
saúde está ótima, como se nada tivesse acontecido.
O fígado Localizado no lado direito do abdômen, o fígado é
uma glândula constituída por
milhões de células,
que produzem substâncias essenciais para o equilíbrio
do
organismo. Apesar da capacidade de recuperação
do órgão, algumas doenças
provocam insuficiência
hepática aguda ou crônica grave, que podem levar ao
óbito.
Nestes casos, o transplante é o único recurso.
Primeiros
transplantes
O primeiro transplante de fígado no mundo aconteceu
em 1963, em Denver, nos
Estados Unidos, mas com
curta sobrevida dos pacientes. Em 1967, na mesma
cidade, outro procedimento parecido resultou no primeiro
paciente que
sobreviveu por período mais longo.
Na América
Latina, o primeiro transplante do órgão foi
realizado em 1968, no Hospital das
Clínicas da Faculdade
de Medicina da Universidade de São Paulo. Desde então,
a
técnica é desenvolvida no Brasil e o número de
transplantados aumenta a cada
ano.
Taxa de sobrevida De acordo com dados da Associação Brasileira de
Transplantes de Órgãos (ABTO),
a taxa de sobrevida
após transplante de fígado era de 30% nos anos 1970
e no
final da década de 1980 passou a 90%.
Fonte:
RankBrasil
Redação:
Fátima Pires
http://www.msnoticias.com.br/?p=ler&id=88977
|
quinta-feira, 28 de junho de 2012
ATX-BA - A FILA ÚNICA PARA TRANSPLANTES
No site da SESAB (www.saude.ba.gov.br) encontramos os dados abaixo sobre a " fila única" em o paciente que precisa de uma doação de um órgão ou tecido para realizar um transplante de rim, fígado ou córnea. O transplante lhe dá VIDA e qualidde de vida.
O que nos chamou atenção e causou grande indignação foi a informação de que "Algumas vezes a equipe médica responsável pela realização do transplante não está disponível (acontece em feriados prolongados, época de Congressos das especialidades) e o paciente selecionado não pode ser transplantado."
Então um paciente que está esperando por um transplante de rim a mais de 15 anos e chega um órgão compatível para ele e de acordo com o informado pela COSET caso a equipe responsável esteja em congresso, em um feriado prolongado o paciente perde a chance de ser transplantado ?????? Um absurdo.
O que a lei do SNT diz a respeito??????
Lista de Espera
| Órgão | Pacientes |
| CÓRNEA | 766 |
| FÍGADO | 53 |
| RIM | 1508 |
Atualizado em 21/03/12
Como funciona a "fila única"?
É muito importante que as pessoas saibam como funciona a assim chamada "fila única". Quando ouvimos esta expressão naturalmente pensamos na fila de entrada do cinema que respeita a ordem de chegada do espectador para entrar na sala.
No caso dos transplantes este termo é impróprio pois as coisas não são exatamente como na fila do cinema e é esta a maior causa de confusão, até para os próprios pacientes. Vejamos como funciona a lista no caso dos transplantes.
A cada vez que surge um doador a Central é informada e processa a seleção dos possíveis receptores para os vários órgãos. Esta seleção leva em conta o tempo de espera para o transplante, o grupo sangüíneo, o peso e altura do doador, com nuanças próprias para cada órgão. Só isto faz com que nem sempre o mais antigo (o que chegou primeiro na fila do cinema) fique em primeiro lugar na "fila" daquele doador.
É muito importante que as pessoas saibam como funciona a assim chamada "fila única". Quando ouvimos esta expressão naturalmente pensamos na fila de entrada do cinema que respeita a ordem de chegada do espectador para entrar na sala.
No caso dos transplantes este termo é impróprio pois as coisas não são exatamente como na fila do cinema e é esta a maior causa de confusão, até para os próprios pacientes. Vejamos como funciona a lista no caso dos transplantes.
A cada vez que surge um doador a Central é informada e processa a seleção dos possíveis receptores para os vários órgãos. Esta seleção leva em conta o tempo de espera para o transplante, o grupo sangüíneo, o peso e altura do doador, com nuanças próprias para cada órgão. Só isto faz com que nem sempre o mais antigo (o que chegou primeiro na fila do cinema) fique em primeiro lugar na "fila" daquele doador.
Além disso é preciso levar em
conta alguns exames feitos no doador para ver se ele é portador de
infecções, como por exemplo, as hepatites por vírus B ou C. Caso um
desses exames seja positivo as equipes não aceitam os órgãos para
transplantar receptores negativos para a tal infeção pois isto
representa um risco de contaminar o receptor com uma doença que colocará
em risco sua saúde. Nesses casos algumas equipes aceitam os órgãos para
transplantá-los em receptores que tenham a mesma infecção e estes podem
não ser os primeiros da "fila".
Outras vezes o receptor que foi selecionado em primeiro lugar pode não estar momentaneamente em condições de receber um transplante em conseqüência de complicações clínicas ou não pode ser localizado, não quer ser transplantado naquele momento, etc e portanto, para aquele doador ele é preterido. Algumas vezes a equipe médica responsável pela realização do transplante não está disponível (acontece em feriados prolongados, época de Congressos das especialidades) e o paciente selecionado não pode ser transplantado. Enfim são várias as razões que fazem com que a "fila única" para o transplante seja diferente da fila única do cinema.
Outras vezes o receptor que foi selecionado em primeiro lugar pode não estar momentaneamente em condições de receber um transplante em conseqüência de complicações clínicas ou não pode ser localizado, não quer ser transplantado naquele momento, etc e portanto, para aquele doador ele é preterido. Algumas vezes a equipe médica responsável pela realização do transplante não está disponível (acontece em feriados prolongados, época de Congressos das especialidades) e o paciente selecionado não pode ser transplantado. Enfim são várias as razões que fazem com que a "fila única" para o transplante seja diferente da fila única do cinema.
O importante é saber
que se ele não for transplantado com aquele doador ele não perde o seu
lugar na lista. É como se ele saísse da fila do cinema e voltasse noutro
dia, seu lugar do dia anterior, estaria reservado para ele. Isto não
acontece na fila do cinema...
Sem entender estas coisas não será possível para a sociedade acompanhar o progresso da "lista única" para os transplantes com órgãos provenientes de doadores cadavéricos, onde cada caso é um caso e deve ser tratado isoladamente.
Sem entender estas coisas não será possível para a sociedade acompanhar o progresso da "lista única" para os transplantes com órgãos provenientes de doadores cadavéricos, onde cada caso é um caso e deve ser tratado isoladamente.
É possivel acompanhar a sua situação de cadastro, é só acessar:
ou acesse snt.saude.gov.br clique em PRONTUARIO DO PACIENTE e em seguida selecione o tipo de transplante desejado
Para maiores informações favor fazer contato com o seu médico responsável ou com a central de transplantes da Bahia.
Para maiores informações favor fazer contato com o seu médico responsável ou com a central de transplantes da Bahia.
http://www.saude.ba.gov.br/transplantes/index.php?option=com_content&view=frontpage&Itemid=34
quinta-feira, 21 de junho de 2012
ATX-BA - HEPATITES - Portal Clica Tribuna
Geral
quarta | 20/06/2012 09:22:00
Textos: Redação
Profissionais da saúde são treinados sobre hepatites virais
Profissionais envolvidos na Estratégia da Saúde da Família (ESF) de
Cocal do Sul foram capacitados para planejar e executar ações para o
controle das hepatites virais no município. O trabalho faz parte de uma educação continuada realizada pela Secretaria Municipal de Saúde à equipe de saúde.
O encontro foi ministrado pela infectologista Drª. Mônica Junkes Antero. Mais de 50 profissionais participaram. De acordo com a coordenadora da vigilância epidemiológica, Gilmara Viel, o treinamento visa dar capacidade técnica e operacional para que os profissionais possam detectar, investigar e notificar os casos de hepatites do tipo A, B, C e D.
http://www.atribunanet.com/noticia/profissionais-da-saude-sao-treinados-sobre-hepatites-virais-81227
O encontro foi ministrado pela infectologista Drª. Mônica Junkes Antero. Mais de 50 profissionais participaram. De acordo com a coordenadora da vigilância epidemiológica, Gilmara Viel, o treinamento visa dar capacidade técnica e operacional para que os profissionais possam detectar, investigar e notificar os casos de hepatites do tipo A, B, C e D.
“Nosso alerta é devido aos milhares de casos silenciosos da doença no
país e o crescimento dos números no município. Se não for diagnosticada
com rapidez, a hepatite (inflamação no fígado) pode ter consequências
graves em todo o organismo. A doença é um vírus agressivo e que causa
cirrose, câncer de fígado e até mesmo a morte dos infectados”,
ressalta.
ATX-BA - Informando - Globo TV Beta
Profissional que trabalha com transplante há 10 anos morre e órgãos são doados
01/06/2012
03:48
A técnica de enfermagem morreu depois de sofrer um AVC. Os atos de solidariedade que permitiam o trabalho de Irani Dias de Araújo, também envolveram a família dela, que decidiu pela doação de órgãos, depois de ser confirmada a morte.
http://globotv.globo.com/rede-globo/netv-1a-edicao/v/profissional-que-trabalha-com-transplante-ha-10-anos-morre-e-orgaos-sao-doados/1974036
domingo, 10 de junho de 2012
ATX-BA - Informando - G1 Tratamento pacientes oncologicos
05/06/2012 21h07
- Atualizado em
05/06/2012 21h16
SUS terá de tratar paciente com câncer em até 60 dias, decide Câmara
Prazo começa a contar a partir do diagnóstico, segundo projeto aprovado.
Como sofreu modificações, texto voltará ao Senado antes de ir à sanção.
Nathalia Passarinho
Do G1, em Brasília
A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (5) projeto
de lei que prevê prazo máximo de 60 dias, a partir do diagnóstico, para o
início do tratamento de pacientes com câncer pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Como tem origem no Senado e sofreu alterações na Câmara, a proposta
volta para análise dos senadores antes de ir à sanção presidencial.
“O paciente com neoplasia maligna (câncer) tem direito de se submeter
ao primeiro tratamento junto ao Sistema Único de Saúde, no prazo de até
60 dias contados a partir do dia em que for firmado o diagnóstico em
laudo patológico ou em prazo menor, conforme a necessidade terapêutica
do caso registrado no prontuário único”, diz o projeto aprovado pelos
deputados.
O texto
estabelece como início do tratamento a realização de cirurgia, início
da quimioterapia ou da radioterapia, conforme o tratamento indicado para
o tipo de câncer diagnosticado no paciente.
Segundo o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) uma paciente com câncer
de mama pode levar, atualmente, até seis meses para iniciar o
tratamento. "Nesse período, o que era um nódulo já avançou para uma fase
mais grave, e a chance de cura cai de 80% para 10%", disse.
O projeto aprovado pelo plenário prevê ainda que os pacientes com
câncer “acometidos por manifestações dolorosas” terão acesso “gratuito e
privilegiado” a analgésicos derivados do ópio e “correlatos”, como a
morfina.O texto afirma também que os estados onde houver regiões sem serviços especializados em oncologia deverão produzir “planos regionais de instalação dos mesmos, para superar a situação”.
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/06/sus-tera-de-tratar-paciente-com-cancer-em-ate-60-dias-decide-camara.html
Governo anuncia R$ 505 milhões para tratamento de câncer pelo SUS
Verba será usada para melhorar infraestrutura e acesso à radioterapia.
Saúde também anunciou acordo para produzir remédio contra leucemia.
Do G1, em Brasília
O Ministério da Saúde anunciou na manhã desta quarta-feira (18) o
investimento de R$ 505 milhões nos próximos cinco anos, nas redes de
unidades para tratamento de câncer no Sistema Único de Saúde (SUS). De
acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o governo também vai
estimular a produção nacional de medicamentos de tratamento e combate ao
câncer.
Segundo o ministério, R$ 325 milhões serão usados para melhorar a
infraestrutura de 32 hospitais que já tratam a doença e para construir
48 novas unidades.
Além disso, R$ 180 milhões vão para comprar 80 aceleradores lineares, que são usados para a radioterapia -- um dos tratamentos contra o câncer.
“Vamos adquirir 80 aceleradores nucleares para radioterapia no período de cinco anos”, informou Padilha. Conforme o ministro, a medida vai aumentar o acesso à radioterapia no país, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, para mais 28.800 pacientes.
Medicamentos
Além do investimento em radioterapia e infraestrutura, o ministério anunciou também uma parceria entre laboratórios públicos e privados para produção de um medicamento usado contra a leucemia mieloide crônica -- uma doença que atinge mais adultos, mas que é muito agressiva nos raros casos infantis. O remédio é o mesilato de imatinibe, que tem um custo que pode chegar a R$ 11 mil por caixa (com 30 comprimidos).
Segundo o acordo, os laboratórios particulares EMS, Laborvida, Cristália, Globe Química e Alfa Rio vão transferir tecnológica para os públicos Farmanguinhos e Instituto Vital Brasil.
Além disso, R$ 180 milhões vão para comprar 80 aceleradores lineares, que são usados para a radioterapia -- um dos tratamentos contra o câncer.
“Vamos adquirir 80 aceleradores nucleares para radioterapia no período de cinco anos”, informou Padilha. Conforme o ministro, a medida vai aumentar o acesso à radioterapia no país, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, para mais 28.800 pacientes.
Medicamentos
Além do investimento em radioterapia e infraestrutura, o ministério anunciou também uma parceria entre laboratórios públicos e privados para produção de um medicamento usado contra a leucemia mieloide crônica -- uma doença que atinge mais adultos, mas que é muito agressiva nos raros casos infantis. O remédio é o mesilato de imatinibe, que tem um custo que pode chegar a R$ 11 mil por caixa (com 30 comprimidos).
Segundo o acordo, os laboratórios particulares EMS, Laborvida, Cristália, Globe Química e Alfa Rio vão transferir tecnológica para os públicos Farmanguinhos e Instituto Vital Brasil.
Segundo Padilha, sete mil brasileiros são portadores da doença. Destes,
seis mil recebem atendimento na rede pública com medicamentos
importados. Com a parceria, o governo deve economizar R$ 70 milhões ao
ano.
Http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/04/governo-anuncia-r-505-milhoes-para-tratamento-de-cancer-pelo-sus.html
sexta-feira, 8 de junho de 2012
ATX-BA - Inclusão social através da pesca
A ATX-BA parabeniza Dra. Silvia Cerqueira pela posse na Superintendência
da Pesca e Aquicultura do Estado da Bahia. Vários associados da entidade são pescadores e marisqueiras
que precisam juntamente com suas famílias serem incluídos na economia solidária
através da pesca.
Dra. Silvia Cerqueira é a nova superintendente da Pesca da Bahia
08/06/2012 as 14:06
O
Auditório do Ministério da Fazenda em Salvador esteve lotado na manhã,
desta sexta-feira (8), para o ato de posse da nova superintendente da
Pesca e Aquicultura do Estado da Bahia, Dra. Silvia Cerqueira. A
cerimônia reuniu autoridades, parceiros, amigos e representantes de
associações e cooperativas de pescadores da capital baiana.
O
presidente Estadual do Partido Republicano Brasileiro (PRB), deputado
José de Arimatéia, considerou a indicação de Dra. Silvia como um
progresso, especialmente, para os aquicultores e pescadores da Bahia por
acreditar que ela vai potencializar a prática pesqueira em todo o
estado, junto ao ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella
(PRB).
“Dra. Silvia vai brilhar a frente da superintendência, assim como tudo que faz na vida. Precisamos realmente
de pessoas com garra, que realmente estimulem ações voltadas a cultura e
o fomento da pesca. Ela, inclusive, pode contar comigo na Assembleia
Legislativa da Bahia.”, registrou Arimatéia.
“Ato
da felicidade”, dessa forma o deputado federal, Márcio Marinho,
caracterizou a cerimônia, que segundo ele representa um avanço para
áqueles que levam o sustento para casa. “Agradecemos ao superintendente
anterior, Abelardo de Jesus Filho, pelas suas contribuições. Agora, Dra. Silvia assuma e trabalhe para o nosso Estado. Tenho certeza que a senhora atende a todos os pré-requisitos”, disse Marinho.
Após
os pronunciamentos Dra. Silvia assinou o termo e afirmou que será uma
superintendência de todos, visando assegurar o respeito a pessoa humana.
A nova superintendente abordou ainda a busca em proporcionar melhores
condições de trabalho,
através da articulação de políticas públicas visando o desenvolvimento e
fomento da pesca, gerando uma melhor qualidade de vida a esses
profissionais.
“Mestres
do saber, que driblam as dificuldades de forma digna. Saibam e
acreditem que enquanto eu estiver a frente perseguirei com o olhar
atento a transformação porque sei decifrar a voz das pessoas simples que
só querem oportunidade. Muito em breve cantaremos como é doce viver no
mar”, ressaltou Dra. Silvia.
Convidados que Compuseram a Mesa: o
presidente da Ordem dos Advogados da Bahia (OAB), Dr. Saul Quadros, Juiz
Baltazar Miranda, além do secretário Municipal da Reparação, Ailton
Ferreira e o deputado Estadual, Sidelvan Nóbrega.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
ATX-BA - HEPATITE C - TRATAMENTO
O Controle social, conforme garantido pela Lei 8080 (Lei do SUS) e
a Constituição Federal, tem entre seus objetivos que as organizações da
sociedade civil realizem a analise e fiscalização dos atos do governo. O Grupo
otimismo nos últimos 11 anos cumpre a risca essa tarefa, analisando e
fiscalizando o consumo de medicamentos para os tratamentos das hepatites, sendo
também uma forma de colaborar com os gestores ao auxiliar na analise dos dados.
Foi o Grupo Otimismo que solicitou a abertura do procedimento administrativo no Ministério Público Federal e na Controladoria Geral da União quando observou discrepância no faturamento do valor repassado aos estados no consumo de interferon peguilado, resultando após 2 anos de trabalho e 16 processos abertos, na recuperação de R$. 231 milhões pelo ministério da saúde e, demonstrado o descontrole, aconteceu a centralização das compras dos insumos no ministério da saúde, resultando em uma redução do preço de até 70%.
Na analise atual trabalhamos sobre as quantidades de medicamentos enviadas a cada estado no primeiro semestre de 2012, aplicando redutores por interrupções de tratamento, estimamos dessa forma a projeção de pacientes que estarão recebendo tratamento efetivo na hepatite C no ano de 2012.
Todos os valores encontrados foram cruzados por diversas formulas para verificar a existência de erros de lançamento. Caso algum estado não concorde com o resultado encontrado, por favor, nos informe a discrepância para juntos verificarmos no ministério da saúde onde se encontra o erro.
Ainda, para efeito comparativo a última coluna mostra os tratamentos realizados em cada estado no ano de 2010, sempre calculados pelo consumo de medicamentos. Ao comparar os tratamentos estimados em 2012 e 2010 é possível comprovar que na maioria dos estados os números estão corretos, ficando alguma interrogação em relação a aqueles que apresentam grandes diferenças na diminuição dos tratamentos. Pode ser que dados de lançamentos estejam errados ou a capacidade de atendimento está esgotada. Uma duvida que cada estado devera analisar.
Foi o Grupo Otimismo que solicitou a abertura do procedimento administrativo no Ministério Público Federal e na Controladoria Geral da União quando observou discrepância no faturamento do valor repassado aos estados no consumo de interferon peguilado, resultando após 2 anos de trabalho e 16 processos abertos, na recuperação de R$. 231 milhões pelo ministério da saúde e, demonstrado o descontrole, aconteceu a centralização das compras dos insumos no ministério da saúde, resultando em uma redução do preço de até 70%.
Na analise atual trabalhamos sobre as quantidades de medicamentos enviadas a cada estado no primeiro semestre de 2012, aplicando redutores por interrupções de tratamento, estimamos dessa forma a projeção de pacientes que estarão recebendo tratamento efetivo na hepatite C no ano de 2012.
Todos os valores encontrados foram cruzados por diversas formulas para verificar a existência de erros de lançamento. Caso algum estado não concorde com o resultado encontrado, por favor, nos informe a discrepância para juntos verificarmos no ministério da saúde onde se encontra o erro.
Ainda, para efeito comparativo a última coluna mostra os tratamentos realizados em cada estado no ano de 2010, sempre calculados pelo consumo de medicamentos. Ao comparar os tratamentos estimados em 2012 e 2010 é possível comprovar que na maioria dos estados os números estão corretos, ficando alguma interrogação em relação a aqueles que apresentam grandes diferenças na diminuição dos tratamentos. Pode ser que dados de lançamentos estejam errados ou a capacidade de atendimento está esgotada. Uma duvida que cada estado devera analisar.
| HEPATITE C - Tratamentos em cada estado | Tratamentos com Peguilado | Tratamentos com Convencional | Total de tratamentos | - | Tratamentos em 2010 |
| 1) SÃO PAULO | 5.350 | 438 | 5.788 | - | 5.493 |
| 2) RIO GRANDE DO SUL | 1.149 | 320 | 1.469 | - | 1.763 |
| 3) MINAS | 616 | 16 | 632 | - | 785 |
| 4) RIO DE JANEIRO | 631 | 0 | 631 | - | 685 |
| 5) PARANÁ | 557 | 68 | 625 | - | 545 |
| 6) SANTA CATARINA | 416 | 0 | 416 | - | 521 |
| 7) ACRE | 310 | 0 | 310 | - | 234 |
| 8) AMAZONAS | 177 | 0 | 177 | - | 94 |
| 9) DISTRITO FEDERAL | 107 | 2 | 172 | - | 120 |
| 10) BAHIA | 113 | 28 | 141 | - | 252 |
| 11) PARÁ | 119 | 16 | 135 | - | 145 |
| 12. GOIÁS | 135 | 0 | 135 | - | 232 |
| 13. MARANHÃO | 79 | 22 | 101 | - | 78 |
| 14. CEARÁ | 98 | 2 | 100 | - | 102 |
| 15. ESP. SANTO | 78 | 6 | 84 | - | 97 |
| 16. MATO GROSSO DO SUL | 66 | 18 | 84 | - | 97 |
| 17. PERNAMBUCO | 68 | 4 | 72 | - | 109 |
| 18. PARAÍBA | 67 | 0 | 67 | - | 57 |
| 19. RIO GRANDE DO NORTE | 57 | 10 | 67 | - | 15 |
| 20. RONDÔNIA | 47 | 0 | 47 | - | 4 |
| 21. PIAUÍ | 46 | 0 | 46 | - | 32 |
| 22. ALAGOAS | 44 | 2 | 46 | - | 64 |
| 23. MATO GROSSO | 38 | 2 | 40 | - | 64 |
| 24. SERGIPE | 10 | 4 | 14 | - | 16 |
| 25. RORAIMA | 10 | 0 | 10 | - | 6 |
| 26. TOCANTINS | 8 | 2 | 10 | - | 15 |
| 27. AMAPÁ | 8 | 0 | 8 | - | 7 |
| TOTAL BRASIL | 10.467 | 962 | 11.429 | - | 11.632 |
Fonte dos dados: Levantamento realizado nas grades de distribuição dos medicamentos de compra centralizada enviados a cada estado no primeiro semestre de 2012 - DAF/Componente Especializado da Assistência Farmacêutica - Ministério da Saúde
domingo, 3 de junho de 2012
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