Ter, 05 de Outubro de 2010 11:27
terça-feira, 5 de outubro de 2010
abcdt
Ter, 05 de Outubro de 2010 11:27
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Portal Fator Brasil
Insuficiência renal crônica: à espera do transplante
Cerca de 75 mil pacientes estão no programa de tratamento dialítico e 40% deste total aguarda por um novo órgão na fila pelo transplante.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Notícias ATX-BA
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
NOTÍCIAS ATX-BA
"Meu irmão,
cada gota de sangue em teu sangue
é sangue bom..."
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Revista Espaço Aberto
Por Circe Bonatelli
De acordo com a interpretação de Rachel Sztajn, professora da Faculdade de Direito da USP, é mais valiosa a atenção a quem fica do que a quem se foi. “Tanto no Direito quanto na Bioética, existe uma enorme consideração à autonomia do indivíduo. Mas, morto não tem vontade. E de quem é o corpo? O corpo é da família e a lei respeita a autonomia dos familiares. Se o corpo fosse do Estado, caberia à lei presumir a doação.”
O vice-coordenador da OPO (Organização para Procura de Órgãos), Edvaldo Leal, concorda que a legislação atende aos requerimentos éticos populares. “A doação depende do consentimento da família, mas é raríssimo alguém ir contra a vontade do falecido. No nosso país, respeitar o desejo de quem morreu é algo que as pessoas levam muito a sério, mesmo que contrarie as convicções próprias.”
Conforme disse Leal, é rara uma decisão diferente da vontade do falecido. Mas pode acontecer, como é o caso de Janaína Ronaneli. Ela e o marido já se declaram doadores, mas esbarram na posição da sogra. “Ela tem um apego muito grande ao filho e não iria permitir que mexessem no corpo dele”, conta Janaína, supondo uma situação de tragédia. “E eu acataria a decisão dela para não ter um clima ruim depois. Com certeza ela ficaria muito mal. E estou sendo muito imparcial, porque se eu fosse levar em conta a minha profissão [enfermeira], pensaria na importância de doar os órgãos ao invés de deixar que se decomponham enterrados.”
Como os casos de morte cerebral são abruptos e inesperados, é comum a família ter dificuldades em decidir. Nesses casos, a orientação geral dos profissionais da saúde é para os parentes pensarem qual era a vontade do falecido. Portanto, é também muito útil deixar claro para a sua família se é doador ou não-doador.
“Nós dizemos que a família precisa chegar a um consenso após a tragédia. Se, de cinco irmãos, quatro decidem doar os órgãos do pai morto, mas um não concorda, o HC respeita a posição desse um. A explicação é que procuramos evitar problemas posteriores na família, como troca de acusações, culpa pela morte e outros conflitos”, afirma Leonardo Borges, coordenador da OPO no HC. www.usp.br/espaçoaberto
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Último Segundo - iG
Fernanda Aranda, iG São Paulo 04/08/2010 12:51
Segundo a Anvisa, durante o ano de 2009, os bancos de olhos espalhados pelo País captaram 21.012 córneas para serem utilizadas em transplantes, cirurgia que é capaz de fazer com que os pacientes com doenças oculares voltem a enxergar. Do total de tecidos, 10.635 ou 51% foram descartadas.
O principal motivo para a não utilização de quase metade das córneas, diz a Anvisa, foi a Hepatite B e a Hepatite C, problemas de saúde que impedem a utilização do material e responsável por 38,9% dos descartes. A má qualidade do tecido ocular doado também resultou na inutilização do tecido em 30% dos casos.
Queda de doadores
A Associação Brasileira de Transplante de órgãos (ABTO) mostra mesmo que o número de doadores de córneas está em queda no País, na contramão das estatísticas sobre doadores de órgãos.
Em 2009, foram 67 doadores de córneas por milhão de habitantes contra 72,4 em 2008. Já de órgãos, o número subiu de 20,2 para 22,2 doadores por milhão no mesmo período.
Fila de espera
Diminuir a incidência de Hepatite B pode repercutir na diminuição da fila de espera para o transplante de córneas. No início deste ano, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo anunciou que passou a exportar córneas para outros Estados do País, justamente para tentar equilibrar o fato da captação paulista exceder a necessidade de cirurgias e de, em outros locais, como Rio de Janeiro, faltar material para o transplante.
Dos 5.686 transplantes de córnea realizados no Estado de São Paulo em 2009, 24,7% eram de pessoas residentes em outros estados. Só o Rio de Janeiro respondeu por 10,5% das cirurgias.
Plano contra hepatite
Na semana passada, o Ministério da Saúde lançou o primeiro plano nacional contra a Hepatite B e Hepatite C. A iniciativa quer lutar contra a falta de diagnóstico na população. Muitos passam anos com o vírus, sem relacionar seus sintomas com a doença e distante do tratamento adequado para ela.
Os dados nacionais mapeados mostram que 96 mil casos novos foram diagnosticados de Hepatite B apenas no ano passado. Além do sexo sem proteção, o compartilhamento de seringas e alicates de unhas também podem servir como mecanismos de contaminação.
Uma das estratégias para diminuir a contaminação da população é ampliar a faixa etária que pode receber a vacina gratuita contra a hepatite B nos postos de saúde. Atualmente, fazem parte do calendário gratuito de imunização a população entre 0 e 19 anos. Ano que vem, serão incluídos os entre 20 e 24 anos e em 2012 somadas as pessoas entre 25 e 29 anos.
Diario de Pernambuco
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Notícias ATX-BA
Por que participar?Porque é muito difícil encontrar um doador de medula compatível, mesmo na própria família. Em nosso país a mistura racial é muito grande, e isso dificulta ainda mais a procura do doador ideal.
Difícil não é doar. Difícil é precisar.
Notícias ATX-BA
E qual é a sua escolha? Vai doar ou não? do ponto de vista religioso, não há nenhum impedimento, pois em todas as crenças, é o espírito quem sobrevive, transcende ao túmulo.
Já decidiu? Não se esconda atrás de um medo que não se justifica, doando o que não lhe tem mais utilidade, vidas serão salvas, caso você não doe, tudo isso logo logo será literalmente perdido, só restarão: despojos, restos mortais. Já parou para pensar nisso? Já pensou nas pessoas que padecem nas filas de transplante? Nos familiares e amigos delas? Já se imaginou, precisando de uma doação para continuar vivo? E se quem necessitasse fosse alguém muito próximo? ... ... ...
27 de setembro, é apenas mais um dos 365 dias do doador de órgãos, pois todos os dias, milhares de seres humanos como nós e aqueles que os amam, esperam angustiosamente por uma oportunidade de seguir vivendo. Chegará o dia em que você poderá protagonizar o ressurgir da esperança e da alegria de gente que sonha, sente, pensa... ... ... Você pode fazer a diferença ou simplesmente morrer e pronto.
No meu caso, talvez a córnea que eu precisava para voltar a ver, tenha chegado com um ano de atraso. Esse atraso para quem precisa de um coração, um fígado, rim... pode significar uma sentença de morte.
Fale sobre doação, faça sua escolha pela vida, passe essa mensagem adiante, ajude a formarmos um "círculo virtuoso" em torno da doação de órgãos e tecidos, a decisão é sua!
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Notícias ATX-BA

• O que é transplante?
É um procedimento cirúrgico que consiste na reposição de um órgão (coração, pulmão, rim, pâncreas, fígado) ou tecido (medula óssea, ossos, córneas) de uma pessoa doente (receptor) por outro órgão ou tecido normal de um doador, vivo ou morto.
• Quem pode e quem não pode ser doador?
A doação pressupõe critérios mínimos de seleção. A idade, o diagnóstico que levou à morte clínica e o tipo sangüíneo são itens estudados do provável doador para saber se há receptor compatível.
Não existe restrição absoluta à doação de órgãos a não ser para portadores de HIV/aids e pessoas com doenças infecciosas ativas. Em geral, fumantes não são doadores de pulmão.
É uma das razões, porque temos medo da morte e não queremos nos preocupar com este tema em vida.
É muito mais cômodo não pensarmos sobre isso, seja porque "não acontece comigo ou com a minha família" ou "isso só acontece com os outros e eles que decidam".
A doação de órgãos como rim, parte do fígado e da medula óssea pode ser feita em vida. Em geral, nos tornamos doadores em situação de morte encefálica e quando a nossa família autoriza a retirada dos órgãos.
• Quero ser doador. O que devo fazer?
Todos nós somos doadores, desde que a nossa família autorize. Portanto, a atitude mais importante é comunicar para a sua família o seu desejo de ser doador.
• Quantas partes do corpo podem ser aproveitadas para transplante?
O mais freqüente: 2 rins, 2 pulmões, coração, fígado e pâncreas, 2 córneas, 3 válvulas cardíacas, ossos do ouvido interno, cartilagem costal, crista ilíaca, cabeça do fêmur, tendão da patela, ossos longos, fascia lata, veia safena, pele.
Mais recentemente foram realizados transplantes de uma mão completa. Um único doador tem a chance de salvar, ou melhorar a qualidade de vida, de pelo menos 25 pessoas.
• Podemos escolher o receptor?
Nem o doador, nem a família podem escolher o receptor. Este será sempre indicado pela Central de Transplantes. A não ser no caso de doação em vida.
Fonte: Aliança Brasileira pela Doação de Órgãos e Tecidos
sábado, 21 de agosto de 2010
Portal Fator Brasil
Roche e Marco Boni promovem campanha de prevenção contra as hepatites virais
O tema é de extrema relevância, pois estima-se que 5,5 milhões de pessoas em todo país já contraíram as hepatites B e C.
No caso das profissionais de beleza a situação é ainda mais alarmante, pois as manicures e pedicures estão mais propensas ao contágio. Uma das principais vias de contágio da hepatite C e B é através de acidentes com instrumentos contaminados com sangue. Para evitar a contaminação, aconselha-se que as profissionais utilizem luvas e que cada cliente tenha seu kit individual.
Campanha de conscientização contra as hepatites - 6ª Beauty Fair, de 28 a 31 de agosto, sábado das 12h às 20h; domingo, segunda e terça das 10h às 20h, Expo Center Norte – Pavilhão Azul (Setor de Negócios, R 8 – 354) Entrada: R$ 80,00.
Roche - Com sede em Basiléia, na Suíça, a Roche é uma das líderes mundiais na pesquisa de produtos para a saúde, atuando fortemente e de modo combinado nas áreas farmacêutica e de diagnóstico. A Roche é a maior empresa de biotecnologia do mundo, e tem medicamentos realmente diferenciados para as áreas de oncologia, virologia, inflamação, metabolismo e SNC.
Marco Boni - Fundada em 1981 pelos sócios José Marcos Boni Costa e Ebe Boni Costa, a empresa Florence criou a marca Marco Boni, que se consolidou no mercado da beleza por seu perfil empreendedor, inovador e profissional, fruto de mais de vinte e oito anos de experiência. A marca fabrica mais de 700 itens com uma linha completa de artigos de beleza incluindo pentes e escovas de cabelo profissionais, para uso diário e Beauty Care.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
NOTÍCIAS ATX-BA

A Associação de Pacientes Transplantados da Bahia (ATX-BA) convida seus associados e transplantados do Estado da Bahia para participar do evento onde serão abordados assuntos de nosso interesse (passe livre, auxílio doença, mercado de trabalho), bem como, informá-los sobre as nossas atividades e projetos.
Hora: 09:00 as 12:00 horas.
Local: Auditório do SEBRAE – Av. Sete de Setembro, 261- Mercês
Tel: (71) 3264-1334 / 9125-8581
domingo, 8 de agosto de 2010
BBC Brasil
Atualizado em 2 de agosto, 2010 - 10:44 (Brasília) 13:44 GMT
Grã-Bretanha

Ao obter o tão sonhado diploma em medicina pela Universidade de Cardiff, no País de Gales, uma estudante britânica já contava com 30 anos de experiência no campo
Allison tinha apenas seis semanas quando foi diagnosticada com fibrose cística, uma doença que ataca principalmente os pulmões e dificulta a absorção de gorduras e outros nutrientes dos alimentos.
Sua condição foi piorando e, ainda na adolescência, precisou fazer seu primeiro transplante. Foram necessários 16 meses de espera na fila para receber um fígado.
Dois anos depois, quando já havia começado seus estudos universitários, Allison passou a sofrer de deficiências no pulmão. Novamente, se viu na mesa de operações. Durante o transplante do órgão respiratório, seu coração também foi trocado e doado a outro paciente.
A estudante viveu um período saudável em que concluiu o curso de neurosciência e iniciou a faculdade de medicina. Entretanto, no meio do curso, recebeu outra notícia bombástica: a de que uma rejeição de seu corpo aos órgãos transplantados estava causando problemas nos rins.
Em dezembro de 2006, a jovem recebeu um rim do próprio pai, que revelou-se um doador compatível.
'Sorte'
A doutora John contou que os problemas de saúde não apenas não a impediram de realizar conquistas na vida, como a inspiraram a buscar o diploma de medicina.
"Eu acredito fortemente que se você não puder desenvolver empatia com o paciente, então não será um bom médico", afirmou.
"Mas depois de tudo o que vivi, acho que posso usar essas experiências que tive com médicos bons e ruins para ajudar os outros."
A britânica se diz animada com sua nova fase da vida.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/08/100802_medica_transplantes_pu.shtml
© BBC 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
A Tarde Online
01/08/2010 às 20:12
Transplantes crescem 16% no País no primeiro semestre
Agência Estado
O Brasil realizou 2.367 transplantes de órgãos no primeiro semestre. Recorde, o número é 16,4% maior que o registrado em igual período de 2009. O desempenho é comemorado pelo Ministério da Saúde, que atribui o avanço à melhor capacitação dos profissionais do setor. Apesar da alta, os procedimentos seguem concentrados: São Paulo tem 52% de todas as ocorrências e, juntos, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina têm outros 20%. Enquanto isso, Amazonas, Goiás e Rondônia não tiveram nenhum órgão transplantado.
"Vários fatores explicam o mau resultado de alguns Estados, como a capacidade de realizar o procedimento da rede hospitalar ou a inexistência da cultura de doação. Hoje, todos os Estados já têm centrais de transplante, mas é preciso avançar”, diz o secretário. Uma das ações para tentar melhorar o quadro é o acordo do Ministério com o Hospital Sírio Libanês para treinar equipes em áreas com poucos doadores e transplantados.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
msn entretenimento
"Pouco a pouco, ela está retomando a vida", diz mãe de Drica Moraes
Divulgação/Rede Globo
FAMOSIDADES
Divulgação/Rede Globo
FAMOSIDADES
MAIS: Drica Moraes se recupera bem e recebe alta
Leia o perfil da atriz
Por NINA RAMOS
“Ela está feliz, muito feliz mesmo. E nós também! Nós estamos comemorando e curtindo esta espera gostosa para que ela volte em breve e curada. No momento atual, é um dia de cada vez. Ela não tem pressa, e não pode ter”, disse, com exclusividade, Clarissa, a mãe de Drica, ao Famosidades.
A parte mais dolorosa do processo, o transplante de medula óssea, já passou. Agora é esperar que o “ciclo” se feche. Todo o cuidado é pouco, reforçou Clarissa, mas Drica está tendo muito sucesso na luta. “Ela ainda está em São Paulo, mas deve voltar para o Rio em três semanas. Ela vai continuar com acompanhamento médico aqui [Rio de Janeiro] e lá [São Paulo]. Todos estão muito esperançosos”, garantiu.
“Pouco a pouco, ela está retomando a vida, atendendo algumas ligações de pessoas próximas, a caixa de e-mail dela está entupida. Cada vez mais, ela pretende se religar com o mundo. Mas claro que isso toma tempo. Os 100 dias após o transplante são extremamente controlados, e por isso ela precisa ter cuidados extras”, contou.
Clarissa deu, ainda, uma data prevista para que Drica retome o controle da agenda e o trabalho. “Mais ou menos no início de novembro ela começar a voltar com alguma coisa. Ela precisa como atriz e pessoa. Mas tudo será com muita paz, com muito zelo. Ela deve fazer tudo na vida com uma escala melhor”, disse.
Acompanhe o Famosidades no Twitter: http://twitter.com/Famosidades
quarta-feira, 21 de julho de 2010
ESTADÃO.COM.BR
Grávidas a partir do 3º mês de gestação, podólogos e caminhoneiros são novos beneficiados; imunizante agora está em todos os postos
21 de julho de 2010 0h 00
Fabiane Leite - O Estado de S.Paulo
O Ministério da Saúde aumentou o número de grupos prioritários para a vacinação gratuita contra a hepatite B e o total de unidades públicas onde o imunizante pode ser aplicado.
Gestantes após o terceiro mês de gravidez, manicures, pedicures, podólogos, mulheres que fazem sexo com mulheres, travestis, portadores de doenças sexualmente transmissíveis e do sangue e populações de assentamentos e acampamentos são os novos beneficiados pela cobertura do imunizante via Sistema Único de Saúde (SUS).
Para dar conta da nova demanda, foram compradas mais 18 milhões de doses da vacina do Instituto Butantã, do Estado de São Paulo, além das 15 milhões que eram usadas todos os anos, segundo informações da pasta.
"Estamos aumentando gradativamente a população atendida e a ideia é tornar a vacinação universal", afirmou Ricardo Gadelha, coordenador de hepatites virais do Ministério da Saúde.
A doença, que também pode ser transmitida da mãe para o bebê, é o único tipo de hepatite para o qual existe vacina específica. Mas a imunização também protege contra o vírus da hepatite D, que parasita o B. Existem ainda as hepatites causadas pelos vírus A (transmitido por água e alimentos contaminados), C (pelo sangue, como a B, mas raramente por via sexual) e E (por alimentos e água contaminados), que não têm vacina e também geram danos ao fígado.
O imunizante contra a hepatite B fazia parte do calendário de vacinação dos recém-nascidos e das crianças e adolescentes entre 1 e 19 anos, além de outros grupos vulneráveis, como homens que fazem sexo com homens.
Segundo Gadelha, no entanto, a vacina estava disponível somente em centros de referência, o que dificultava, por exemplo, o acesso à vacina nos pequenos municípios que não têm essas unidades. Agora ela estará disponível em todas as salas de vacina do Sistema Único de Saúde, promete a pasta.
A reportagem contatou postos de saúde na capital paulista nas últimas semanas e não teve dificuldade para encontrar a vacina disponível.
Cobertura baixa. O Ministério da Saúde registra, porém, coberturas ainda inadequadas da vacina entre adolescentes, população que deveria estar com a imunização em dia.
Segundo dados da própria pasta, apenas 71% estão imunizados contra a doença na faixa dos 11 aos 14 anos e somente 52% na dos 15 aos 19. Enquanto isso, entre crianças, as taxas são todas acima de 94%.
Ainda segundo a pasta, a ampliação dos grupos prioritários poderá auxiliar a melhora dos índices também nos grupos deficitários.
"Essa ampliação dos grupos atende uma solicitação que tínhamos feito", diz Raymundo Paraná Filho, presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia (que trata das doenças do fígado). De acordo com ele, a vacina é oferecida gratuitamente somente em cerca de 40% dos países, entre eles o Brasil.
Cobertura
Novos públicos
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Jornal da Mídia
Parceria
Saúde intensifica ações para aumentar transplante de órgãos
Quinta-feira, 15/07/2010 - 18:24
Salvador - Discutir a situação dos transplantes na Bahia e definir estratégias que possibilitem ampliar o número de doações e transplantes de órgãos no estado. Com esse objetivo, a Secretaria da Saúde do Estado, por meio do Sistema Estadual de Transplantes e em parceria com a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), realiza de sexta-feira a domingo (16 a 18), no Catussaba Resort, em Stella Maris, um curso de atualização em transplantes de órgãos.
A iniciativa, coordenada pelo presidente da ABTO, Ben-Hur Ferraz, é destinada a 32 médicos intensivistas, coordenadores de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) de hospitais públicos e privados de Salvador e municípios do interior.
O coordenador do Sistema Estadual de Transplantes da Sesab, Eraldo Moura, explica que o encontro terá atividades teóricas, enfocando questões como o diagnóstico de morte encefálica, manutenção do potencial doador e funcionamento do sistema de transplantes no Brasil.
Haverá ainda trabalhos de grupo, com a finalidade de avaliar os entraves e as possíveis soluções para impulsionar as atividades de transplantes nas unidades hospitalares representadas no evento. Entre os palestrantes convidados, o coordenador de Cursos Educacionais da ABTO, Valter Duro Garcia.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
A Tarde On Line

CIDADES
13/07/2010 às 21:35
Congresso discutirá doenças que acometem o fígado
Egi Santana l A TARDE
O médico Raymundo Paraná diz que falta hepatologista
A hepatologia é o estudo do fígado, órgão responsável por mais de 200 funções na manutenção do corpo humano.
Para discutir este assunto, Salvador sediará, desta quarta-feira, 14, até 17 deste mês, o Congresso de Hepatologia do Milênio, evento nacional que reunirá especialistas de vários países, inclusive brasileiros.
Durante o evento, serão discutidas, por exemplo, as doenças do fígado, bastante comuns no Brasil. O médico Edison Roberto Parise, presidente da Associação Paulista para Estudo do Fígado, explica que estudos apontam que cerca de 4 milhões de brasileiros estão infectados pelo verme da esquistossomose, responsável por problemas no órgão. Bahia, Minas Gerais e Pernambuco, por exemplo, concentram 70% dos casos.
“Já a hepatite C acomete cerca de 1,5% da população brasileira, e a hepatite B, quase 1%. No caso da doença hepática gordurosa não-alcoólica, os números chegam a 20% da população adulta no País. E o câncer de fígado é atualmente a sexta causa de tumores malignos em todo o mundo e, em nosso País, uma das principais causas de transplante”, afirma.
No Brasil a profissão de hepatologista não é regulamentada como especialidade médica pelo Conselho Federal de Medicina, sendo uma subespecialidade da gastroenterologia. Como a demanda desses profissionais é muito alta, o diagnóstico e o tratamento destas doenças são prejudicados, afirma o médico Raymundo Paraná, presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia.
“A maioria dos médicos brasileiros é refém do SUS ou dos planos de saúde, recebendo entre R$ 10 e R$ 40 por consulta. Esta realidade está retirando do mercado especialistas como os hepatologistas, endocrinologistas e reumatologistas”, lamenta Paraná.
Congresso - O médico explica que o congresso pretende chamar a atenção do poder público para a necessidade de aumentar o acesso a hepatologistas no serviço público. “Necessitamos de, pelo menos, 10 vezes mais hepatologistas em todo o Brasil”, afirma o médico.
Sobre o fomento à doação de órgãos, Paraná explica que “na Bahia temos uma pífia taxa de doação de fígado, estimada em três doações por um milhão de habitantes. No Rio Grande do Sul, esta taxa chega a 13 doações, enquanto que países europeus, como a Espanha, possuem taxas entre 18 e 22 doações”.
Serviço
Congresso Hepatologia do Milênio/ Bahia Othon Hotel /Inscrições no local.
http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=4737053





