quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

ATX-BA - Informando

28.02.2012
Hoje é dia mundial de doação de medula óssea , doe salve vidas.








Passo a passo para se tornar um doador
- Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. Esta é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções, e se recompõe em apenas 15 dias.
- Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5ml para testes. Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.
- Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.
- Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.
- Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de UMA EM CEM MIL!
- Por isso, são organizados Registros de Doadores Voluntários de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.
- Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte.
- A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e de amor ao próximo.
- É muito importante que sejam mantidos atualizados os dados cadastrais para facilitar e agilizar a chamada do doador no momento exato. Para atualizar o cadastro, basta preencher este formulário.
Caso você decida doar1. Você precisa ter entre 18 e 55 anos de idade e estar em bom estado geral de saúde (não ter doença infecciosa ou incapacitante).
2. Onde e quando doarÉ possível se cadastrar como doador voluntário de medula óssea nos Hemocentros nos estados. No Rio de Janeiro, além do Hemorio, o INCA também faz a coleta de sangue e o cadastramento de doadores voluntários de medula óssea de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 14h30, e aos sábados, de 8h às 12h. Não é necessário agendamento. Para mais informações, ligue para (21) 3207-1064.
3. Como é feita a doaçãoSerá retirada por sua veia uma pequena quantidade de sangue (5ml) e preenchida uma ficha com informações pessoais.
Seu sangue será tipificado por exame de histocompatibilidade (HLA), que é um teste de laboratório para identificar suas características genéticas que podem influenciar no transplante. Seu tipo de HLA será incluído no cadastro.
Seus dados serão cruzados com os dos pacientes que precisam de transplante de medula óssea constantemente. Se você for compatível com algum paciente, outros exames de sangue serão necessários.
Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para confirmar que deseja realizar a doação. Seu atual estado de saúde será avaliado.
A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação por um mínimo de 24 horas. Nos primeiros três dias após a doação pode haver desconforto localizado, de leve a moderado, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples. Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana.
ImportanteUm doador de medula óssea deve manter seu cadastro sempre atualizado. Caso haja alguma mudança, preencha este formulário.
O Transplante de Medula Óssea é a única esperança de cura para muitos portadores de leucemias e outras doenças do sangue.
O que é medula óssea?
É um tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por 'tutano'. Na medula óssea são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. As hemácias transportam o oxigênio dos pulmões para as células de todo o nosso organismo e o gás carbônico das células para os pulmões, a fim de ser expirado. Os leucócitos são os agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo e nos defendem das infecções. As plaquetas compõem o sistema de coagulação do sangue.Qual a diferença entre medula óssea e medula espinhal?
Enquanto a medula óssea, como descrito anteriormente, é um tecido líquido que ocupa a cavidade dos ossos, a medula espinhal é formada de tecido nervoso que ocupa o espaço dentro da coluna vertebral e tem como função transmitir os impulsos nervosos, a partir do cérebro, para todo o corpo.O que é transplante de medula óssea?É um tipo de tratamento proposto para algumas doenças que afetam as células do sangue, como leucemia e linfoma. Consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula saudável. O transplante pode ser autogênico, quando a medula vem do próprio paciente. No transplante alogênico a medula vem de um doador. O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea, obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.
Quando é necessário o transplante?
Em doenças do sangue como a Anemia Aplástica Grave, Mielodisplasias e em alguns tipos de leucemias, como a Leucemia Mielóide Aguda, Leucemia Mielóide Crônica, Leucemia Linfóide Aguda. No Mieloma Múltiplo e Linfomas, o transplante também pode ser indicado.
Anemia Aplástica: É uma doença que se caracteriza pela falta de produção de células do sangue na medula óssea. Apesar de não ser uma doença maligna, o transplante surge como uma saída para 'substituir' a medula improdutiva por uma sadia.Leucemia: É um tipo de câncer que compromete os glóbulos brancos (leucócitos), afetando sua função e velocidade de crescimento. Nesses casos, o transplante é complementar aos tratamentos convencionais.
Como é o transplante para o doador?
Antes da doação, o doador faz um rigoroso exame clínico incluindo exames complementares para confirmar o seu bom estado de saúde. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. A doação é feita em centro cirúrgico, sob anestesia, e tem duração de aproximadamente duas horas. São realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos posteriores da bacia e é aspirada a medula. Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 15%. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde. Leia mais sobre a doação de medula.
Como é o transplante para o paciente?
Depois de se submeter a um tratamento que ataca as células doentes e destrói a própria medula, o paciente recebe a medula sadia como se fosse uma transfusão de sangue. Essa nova medula é rica em células chamadas progenitoras que, uma vez na corrente sangüínea, circulam e vão se alojar na medula óssea, onde se desenvolvem. Durante o período em que estas células ainda não são capazes de produzir glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas em quantidade suficiente para manter as taxas dentro da normalidade, o paciente fica mais exposto a episódios infecciosos e hemorragias. Por isso, deve ser mantido internado no hospital, em regime de isolamento. Cuidados com a dieta, limpeza e esforços físicos são necessários. Por um período de duas a três semanas, o paciente necessitará ser mantido internado e, apesar de todos os cuidados, os episódios de febre muito comuns. Após a recuperação da medula, o paciente continua a receber tratamento, só que em regime ambulatorial, sendo necessário em alguns casos o comparecimento diário ao Hospital-dia.Quais os riscos para o paciente?
A boa evolução durante o transplante depende de vários fatores: o estágio da doença (diagnóstico precoce), o estado geral do paciente, boas condições nutricionais e clínicas, além, é claro, do doador ideal. Os principais riscos se relacionam às infecções e às drogas quimioterápicas utilizadas durante o tratamento. Com a recuperação da medula, as novas células crescem com uma nova 'memória' e, por serem células da defesa do organismo, podem reconhecer alguns órgãos do indivíduo como estranhos. Esta complicação, chamada de doença enxerto contra hospedeiro, é relativamente comum, de intensidade variável e pode ser controlada com medicamentos adequados. No transplante de medula, a rejeição é rara.Quais os riscos para o doador?
Os riscos são poucos e relacionados a um procedimento que necessita de anestesia, sendo retirada do doador a quantidade de medula óssea necessária (menos de 15%). Dentro de poucas semanas, a medula óssea do doador estará inteiramente recuperada. Uma avaliação pré-operatória detalhada verifica as condições clínicas e cardiovasculares do doador visando a orientar a equipe anestésica envolvida no procedimento operatório.
O que é compatibilidade?
Para que se realize um transplante de medula é necessário que haja uma total compatibilidade entre doador e receptor. Caso contrário, a medula será rejeitada. Esta compatibilidade é determinada por um conjunto de genes localizados no cromossoma 6, que devem ser iguais entre doador e receptor. A análise de compatibilidade é realizada por meio de testes laboratoriais específicos, a partir de amostras de sangue do doador e receptor, chamados de exames de histocompatibilidade. Com base nas leis de genética, as chances de um indivíduo encontrar um doador ideal entre irmãos (mesmo pai e mesma mãe) é de 25%.
O que fazer quando não há um doador compatível?
Quando não há um doador aparentado (geralmente um irmão ou parente próximo, geralmente um dos pais), a solução para o transplante de medula é fazer uma busca nos registros de doadores voluntários, tanto no REDOME (o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea) como nos do exterior. No Brasil a mistura de raças dificulta a localização de doadores compatíveis. Mas hoje já existem mais de 12 milhões de doadores em todo o mundo. No Brasil, o REDOME tem mais de 1 milhão e 400 mil  doadores.


O que é o REDOME? 
Para reunir as informações (nome, endereço, resultados de exames, características genéticas) de pessoas que se voluntariam a doar medula para pacientes que precisam do transplante foi criado o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), instalado no Instituto Nacional de Câncer (INCA). Um sistema informatizado cruza as informações genéticas dos doadores voluntários cadastrados no REDOME com as dos pacientes que precisam do transplante. Quando é verificada compatibilidade, a pessoa é convocada para realizar a doação.

Doação de Medula Óssea
O número de doadores voluntários tem aumentado expressivamente nos últimos anos. Em 2000, existiam apenas 12 mil inscritos. Naquele ano, dos transplantes de medula realizados, apenas 10% dos doadores eram brasileiros localizados no Redome. Agora há 1,6 milhão de doadores inscritos e o percentual subiu para 70%. O Brasil tornou-se o terceiro maior banco de dados do gênero no mundo, ficando atrás apenas dos registros dos Estados Unidos (5 milhões de doadores) e da Alemanha (3 milhões de doadores). A evolução no número de doadores deveu-se aos investimentos e campanhas de sensibilização da população, promovidas pelo Ministério da Saúde e órgãos vinculados, como o INCA. Essas campanhas mobilizaram hemocentros, laboratórios, ONGs, instituições públicas e privadas e a sociedade em geral. Desde a criação do REDOME, em 2000, o SUS já investiu R$ 673 milhões na identificação de doadores para transplante de medula óssea. Os gastos crescerem 4.308,51% de 2001 a 2009.  
Quantos hospitais fazem o transplante no Brasil?São 61 centros para transplantes de medula óssea e 17 para transplantes com doadores não-aparentados: Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais, Real Hospital Português de Beneficência em Pernambuco, Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (UFRJ), INCA, Hospital das Clínicas Porto Alegre, Casa de Saúde Santa Marcelina, Boldrini, GRAAC, Escola Paulista de Medicina - Hospital São Paulo, Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP), Hospital AC Camargo, Fundação E. J. Zerbini, Hospital de Clínicas da UNICAMP, Hospital Amaral Carvalho, Hospital Israelita Albert Einstein e Hospital Sírio Libanês. Quantos transplantes o INCA faz por mês?A média é de dois transplantes com doadores não-aparentados. Mensalmente são realizados sete transplantes do tipo autólogo (de uma pessoa para si mesma) e com doador aparentado. 
O que a populãção pode fazer para ajudar os pacientes?Todo mundo pode ajudar. Para isso é preciso ter entre 18 e 55 anos de idade e gozar de boa saúde. Para se cadastrar, o candidato a doador deverá procurar o hemocentro mais próximo de sua casa, onde será agendada uma entrevista para esclarecer dúvidas a respeito das doações e, em seguida, será feita a coleta de uma amostra de sangue (5 ml) para a tipagem de HLA (características genéticas importantes para a seleção de um doador). Os dados do doador são inseridos no cadastro do REDOME e, sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade será verificada. Uma vez confirmada, o doador será consultado para decidir quanto à doação. O transplante de medula óssea é um procedimento seguro, realizado em ambiente cirúrgico, feito sob anestesia geral, e requer internação de, no mínimo, 24 horas. Saiba mais.
Importante: um doador de medula óssea deve manter seu cadastro sempre atualizado. Caso haja alguma mudança de informação, preencha este formulário. 
REDOME - Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea Rua do Resende, 195, térreo - Centro - Rio de Janeiro / RJ
Telefone: (21) 3207-5238
e-mail: redome@inca.gov.br

Leia mais sobre o Centro de Transplante de Medula Óssea do INCA

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

ATX-BA - DIVULGANDO

27/02/2012
 
Agência de Notícias das Hepatites

 Sugestão para um novo logotipo do Departamento DST/AIDS/Hepatites do Ministério da Saúde

As Hepatites Não Tem Lugar em NENHUM LUGAR a não ser nas promessas que cansamos de ouvir!
 
Prezado Senhor Ministro da Saúde, Dr. Alexandre Padilha,


Com a incorporação das hepatites no Departamento DST/AIDS, as associações de pacientes ficaram preocupadas com a possibilidade das hepatites passarem a ser uma espécie de prima pobre da AIDS, ficando relegada a um segundo plano na atenção e nos recursos.  Na ocasião foi assegurado, pelas autoridades do ministério da saúde, que com a incorporação as hepatites teriam a mesma visibilidade da AIDS nas campanhas do ministério.

Ficamos entusiasmados com a promessa, mas passados mais de dois anos a promessa não está se materializando e, pior ainda, a campanha deste carnaval mostra que realmente as hepatites ficaram escondidas embaixo do tapete.  Nenhuma das peças publicitárias fala em hepatites e somente após o carnaval é que se recomenda que quem tenha feito sexo sem proteção faça, entre outros, o teste das hepatites.

Enquanto o governo dos Estados Unidos divulga alarmado que desde 2007 as mortes por culpa da hepatite C já superam as causadas pela AIDS (amplamente divulgado nos jornais da semana) e, ainda, decretou que o mês de maio será o Mês da Conscientização nas Hepatites, quando serão chamados a realizar o teste todos aqueles com mais de 40 anos de idade. O Brasil, que foi o país que apresentou a aprovação de uma resolução na OMS, continua silenciando sobre o grave problema que representa a maior epidemia já conhecida.

Como brincadeira de carnaval, mas que denota amplamente nossa indignação com a mínima atenção que a hepatite está recebendo, tomamos o atrevimento de desenhar um novo logotipo do Departamento DST/AIDS/Hepatites que reflete sarcasticamente a verdadeira importância dada pelo ministério da saúde a cada uma das doenças. O tamanho das letras exemplifica a situação.

Com a brincadeira pretendemos alertar o Senhor sobre o que realmente está acontecendo no ministério, colocando no desenho a visão de quem vive o problema na pele, deste lado da doença. Estamos enterrando os mortos, por falta de verbas e campanhas que apresentem resultados positivos.  Apelamos para que o Senhor determine com metas quantitativas, ações que devam ser executadas por quem for de sua responsabilidade, sem mais aceitar explicações no gerúndio.

Segue abaixo, para apreciação, uma sugestão de logotipo, o qual consideramos muito mais adequado à realidade das ações do Departamento. 

1) Em texto:  
 Departamento DST/AIDS/Hepatites


2) Em imagem:



  

Assinam a presente, em ordem por estados, as seguintes ONgs:

Ø  AM – Manaus - Movimento Político Indígena do Vale do Javari - Liga de apoio ao índio portador da Hepatite
Ø  BA - Salvador - ATX-BA - Associação de Pacientes Transplantados da Bahia
Ø  CE - Fortaleza - ABC VIDA Associação Cearense de Portadores de Hepatite C
Ø  CE – Fortaleza - ACEPHET - Associação dos Pacientes Hepáticos e Transplantados
Ø  MA - São Luis - Grupo UNA-C - de Apoio a Portadores de Hepatite C
Ø  MS – Campo Grande - Grupo Solidário de Apoio aos Portadores de Hepatite C
Ø  PE- Recife- NAPHE - Núcleo de Apoio aos Portadores de Hepatites
Ø  PR - Curitiba  - APHECPAR - Associação dos Portadores do Vírus da Hepatite C do Paraná
Ø  RJ - Niterói - Grupo Gênesis de Apoio a Portadores de Hepatite de Niterói
Ø  RJ - Petrópolis - Grupo Hepato Certo de Apoio a Portadores de Hepatite C
Ø  RJ - Rio de Janeiro  - Dohe-Fígado - Assoc dos Doentes e Transplantados Hepáticos
Ø  RJ - Rio de Janeiro  - ONG Pró-Fígado – de Apoio às Doenças Hepáticas e Doação de Órgãos
Ø  RJ - Rio de Janeiro - Grupo Otimismo de Apoio ao Portador de Hepatite
Ø  RJ - Rio de Janeiro - Núcleo Ação de Apoio e Defesa aos Direitos das Vitimas da Hepatite C
Ø  RJ - São Gonçalo - Grupo Amarantes de Apoio a Portadores de Hepatite C
Ø  RN – Currais Novos – APHECN - Associação de Portadores de Hepatites e Voluntários de Currais Novos
Ø  RN – Natal - APHERN - Associação dos Portadores de Hepatites do Rio Grande do Norte
Ø  RS – Porto Alegre - ASTRAF - Associação dos Transplantados de Fígado do RS
Ø  RS - Porto Alegre - Grupo Força e Vida de Apoio a Portadores de Hepatite C
Ø  RS – Uruguaiana – ONG Girassol - Associação de pessoas Portadoras de Doenças Crônicas e Pessoas com Dependência Química
Ø  SC - BLUMENAU - Grupo Hercules - Coordenadoria de Doações e Transplantes de Fígado
Ø  SC - CHAPECÓ - Grupo Desbravador/SC de Apoio aos Portadores de Hepatites Virais
Ø  SC - Florianópolis - Grupo Hercules de Apoio a Portadores de Hepatites Virais - Coordenadoria de Hepatites Virais
Ø  SP - Araçatuba - Grupo ARAÇAVIDA de Araçatuba
Ø  SP - Barretos - Grupo Direito de Viver de Apoio a Portadores de Hepatite C
Ø  SP – Campinas -  "Saúde em Vida" - Associação de Assistência a Portadores de Hepatites e Transplantados Hepáticos do Estado de São Paulo
Ø  SP - Campinas - APOHIE - Associação de Assistência aos Portadores de Hepatites, Candidatos e Transplantados Hepáticos do Interior de São Paulo
Ø  SP - Carapicuiba -  Grupo Unidos Venceremos de apoio ao portador de hepatite C
Ø  SP - São José do Rio Preto - GADA Grupo de Amparo ao Doente de Aids e Hepatites Virais
Ø  SP - São Manuel - ONG C Tem que Saber C Tem que Curar de Apoio a Portadores de Hepatite C
Ø  SP - São Paulo – ABPH - Associação Brasileira de Portadores de Hepatite
Ø  SP - São Paulo - TransPática - Associação Brasileira dos Transplantados de Fígado e Portadores de Doenças Hepáticas

                                                                                                                                                                                                                                                               

Jornal Agora

Saúde - 26-02-2012 - 19h27min

Número de transplantes no Brasil mais que dobra em 10 anos

O Brasil atingiu a marca de 23.397 transplantes em 2011, um novo recorde no setor. 
Em uma década, o país mais que dobrou o número de cirurgias – o aumento foi de 124% em relação a 2001, quando foram realizados 10.428 procedimentos. Acompanha este crescimento o número de doações de órgãos. Foram registradas 2.207 doações no ano passado, um avanço de 16,4% em um ano – a maior variação em quatro anos.
Em 2011, o Brasil teve o maior aumento anual em números de transplantes da década, com 2.357 cirurgias a mais que em 2010. A média de acréscimo na década foi de 1.200 procedimentos por ano. 
O SUS oferece assistência integral ao paciente transplantado, incluindo exames periódicos e os medicamentos pós-transplante. “Queremos atingir, até 2015, a meta de 15 doadores por milhão de população. Hoje, a marca é de 10 doadores”, destaca o ministro da saúde, Alexandre Padilha.
O Sistema Nacional de Transplantes, coordenado pelo Ministério da Saúde, conta com rede integrada em 25 estados e Distrito Federal, onde funcionam Centrais de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos. O investimento na manutenção e crescimento dessa rede em 2011 foi de R$ 1,3 bilhão – quatro vezes mais que o total de recursos alocados para o setor em 2003, quando foram destinados R$ 893 milhões.
http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=6&n=24632

ATX-BA INFORMANDO
Dados ABTO (Associação Brasileira de  Transpalntes de Órgãos) / RBT ( Registro Brasileiro de Transplantes ) - Janeiro a dezembro de 2011

EDITORIAL
TRANSPLANTES 2011
Apresentamos o RBT relativo ao ano 2011, disponibilizando as mesmas informações das edições pregressas,mas em formatação mais condensada. Iniciamos com o cronograma de coleta de dados a cada trimestre, e dados gerais sobre o número de transplantes do ano. Três páginas com dados referentes ao desempenho estadual nacaptação de órgãos, seguida pelos dados evolutivos anuais relativos a cada órgão, agrupados em uma mesma página.
Por fim, os dados referentes a cada equipe e às suas respectivas instituições, bem como a relação das coordenações nacionais e estaduais. Todos estes gráficos e dados estão no site da ABTO, disponíveis para download pelos associados. Divulgamos estes dados em ação conjunta com o Ministério da Saúde, durante coletiva para a imprensa em Brasília. 
Nessa oportunidade, discutimos com o Ministro da Saúde e membros de sua equipe, a sustentabilidade dos programas de transplantes e a busca pela correção das disparidades geográficas relativas ao número de transplantes em cada estado da federação. Foi bastante enfatizada a necessidade de correção na tabela de remuneração dos procedimentos, particularmente nas internações por complicações pós-transplante.
Outros aspectos discutidos:
1. Enquanto o Brasil chegou próximo de 11 doadores por milhão de habitantes, o estado de Santa Catarina alcançou 25 doadores efetivos por milhão de habitantes, sendo esse o melhor resultado já alcançado por um Estado brasileiro. Esse resultado depende de estímulos dos setores públicos locais, como o governo estadual, na solução de uma sequência de pequenos entraves na logística do processo de identificação do doador até a realização dos transplantes, que também depende de relação harmônica entre as equipes e uma coordenaçãomuito empenhada e motivada, como a personalizada pelo Dr. Joel de Andrade. Acentuado progresso ocorreu nos estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte, entre outros.
2. A principal causa de óbito dos potenciais doadores foi acidente vascular cerebral, sendo que em alguns estados ainda predominou o trauma crânio encefálico como diagnóstico. A idade média dos doadores cresceu nos últimos 10 anos para acima de 40 anos devido à mudança no perfil dos doadores, a maioria devido a acidente vascular.
3. O número de transplantes de rim e fígado cresceu pouco mais de 5%, enquanto o número de transplantes de coração, pâncreas e pulmão mantiveram-se próximos às mesmas cifras dos anos anteriores. A discrepância geográfica pode ser contextualizada em relação ao transplante renal, sendo que três estados realizam mais de 40 transplantes por milhão de habitantes, enquanto oito estados realizam menos de dez.
4. Em relação ao número de transplantes de tecidos: foram realizados em 2011 mais de 23 mil transplantes de tecido ósseo, principalmente utilizados por dentistas e fornecidos por cinco Bancos (SP 3, PR, RJ); mais de 14 mil transplantes de córneas, sendo que a lista de espera para este tecido está diminuindo, já tendo zerado em alguns estados, conforme recentemente reportado no Rio Grande do Norte. 
Apenas quatro estados não realizaram transplantes de córnea no ano: Rondonia, Roraima, Amapa e Tocantins. Transplantes de pele foram realizados em 21 pacientes.
Vamos em frente.
Diretoria e Conselho ABTO

  www.abto.org.br

Últimas Notícias Portal Bragança

Dom, 26 de Fevereiro de 2012 00:20



Hepatites

O Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo "Dr. Euryclides de Jesus Zerbini", unidade da Secretaria de Estado da Saúde, faz um alerta sobre a necessidade de prevenção às hepatites.
Os vírus A, B, ou C atacam o organismo de forma silenciosa e podem causar danos irreversíveis ao fígado durante anos, sem que a pessoa perceba. Para evitar o contato com a doença, é importante seguir algumas recomendações médicas começando pela vacinação de combate a hepatite B, disponível, gratuitamente, na rede pública de saúde para pessoas entre zero e 19 anos.

De acordo com o médico hepatologista Carlos Baía, coordenador dos transplantes de fígado do Hospital de Transplantes, o uso de preservativo é fundamental para evitar a contaminação com o vírus do tipo B, que em 70% dos casos é transmitido em relações sexuais e chega a contagiar até 100 vezes mais do que o vírus da Aids."Sexo seguro deve ser feito com camisinha. O contágio com a hepatite B pode ocorrer em uma única relação sem proteção", enfatiza Baía.

Também é importante ficar atento na hora das refeições. Alimentos e até mesmo água comercializados nas ruas ou em ambientes precários, sem que haja condições básicas de higiene, podem estar contaminados e servir de vetores para a hepatite A. O ideal é evitar, inclusive, dividir copos, latinhas de cerveja e talheres, pois este tipo de vírus é transmitido, também, pelo contato pessoal.

"A troca de saliva pode transportar o vírus. Portanto, não compartilhar bebidas com desconhecidos, por exemplo, é uma forma simples de prevenção", explica o especialista.

A hepatite C é a maior responsável pela cirrose hepática em todo Brasil e desencadeia cerca de 40% dos transplantes de fígado realizados no Estado. Transmitido pelo sangue contaminado, o vírus do tipo C sobrevive por várias horas ou até por alguns dias fora do corpo. "A maior preocupação em períodos de festa é com os usuários de drogas injetáveis, que costumam dividir seringas e, sem saber, acabam se contaminando", destaca Carlos Baía.

Para as mulheres a dica é levar o seu próprio kit com alicate e outros instrumentos às manicures. Já os homens devem ficar atentos à higiene com tesouras e outros utensílios na ida ao barbeiro. E se a folia incluir, também, uma nova tatuagem no corpo, só vale se as agulhas do estúdio forem esterilizadas.

Da Secretaria da Saúde 
http://noticias.portalbraganca.com.br/saude/242-cuidadosdicas/7180-saude-saiba-quais-os-cuidados-para-evitar-a-hepatite.htm

sábado, 25 de fevereiro de 2012

PINTONEWS


Quinta-feira, Fevereiro 23, 2012

HEPATITE C MATA MAIS QUE AIDS NOS ESTADOS UNIDOS, APONTA ESTUDO



Diferentes veículos de comunicação destacaram nesta quarta-feira, dia 22, uma pesquisa publicada no periódico médicoAnnals of Internal Medicin indicando que, enquanto os índices de morte por aids diminuíram entre 1990 e 2007, a hepatite C tem feito o caminho inverso nos EUA. Em 2007, de acordo com o estudo, mais de 15.000 pessoas morreram em função da hepatite, número quase 12% maior que as mortes por aids. 

O levantamento, realizado por pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde, estima que a maioria dos 3,2 milhões de americanos que têm hepatite C sejam adultos – três quartos deles têm entre 45 e 64 anos. Outro dado assusta: a maioria desses infectados não sabe que tem o vírus. Assim, eles podem facilmente transmitir a doença pelo sangue ou, ocasionalmente, pelo ato sexual.

De acordo com outra pesquisa publicada no mesmo periódico, pessoas infectadas com hepatite C só procuram tratamento depois que a doença começou a causar sérios danos ao organismo. “O vírus da hepatite C é frequentemente assintomático ou causa sintomas não específicos, como depressão e fadiga, por décadas”, declarou Kathleen Ly, do Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, sigla em inglês) e autora do segundo estudo.

Brasil

Dados do Ministério da Saúde apontam que quase 70.000 novos casos de hepatite C foram diagnosticados no País entre 1999 e 2010. O número é muito inferior aos mais de 400.000 casos de aids registrados no mesmo período. Especialistas alertam, no entanto, que o número inferior se deve à subnotificação da doença. “Mais de 90% dos infectados estão perdendo a vida, progredindo para casos de cirrose ou câncer, e não sabem”, disse Carlos Varaldo, presidente do Grupo Otimismo de Apoio a Portadores de Hepatite.

Redação da Agência de Notícias da Aids com informações do site Veja.com 
http://pintonews.blogspot.com/2012/02/hepatite-c-mata-mais-que-aids-nos.html

sábado, 18 de fevereiro de 2012

ATX-BA - Hepatite "ataca" no carnaval

 
 JORNAL DE ITUPEVA
Ciência   
17/02/2012 - 11h02m - Sexta-feira  
Hepatite “ataca” também no carnaval

Divulgação
Especialista do Hospital de Transplantes do Estado alerta sobre importância da prevenção, como sexo seguro.
O Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo “Dr. Euryclides de Jesus Zerbini”, unidade da Secretaria de Estado da Saúde, faz um alerta sobre a necessidade de prevenção às hepatites, durante o Carnaval e durante todo o ano.
Os vírus A, B, ou C atacam o organismo de forma silenciosa e podem causar danos irreversíveis ao fígado durante anos, sem que a pessoa perceba. Para evitar o contato com a doença, é importante seguir algumas recomendações médicas começando pela vacinação de combate a hepatite B, disponível, gratuitamente, na rede pública de saúde para pessoas entre zero e 19 anos.
Segundo o médico hepatologista Carlos Baía, coordenador dos transplantes de fígado do Hospital de Transplantes, o uso de preservativo é fundamental para evitar a contaminação com o vírus do tipo B, que em 70% dos casos é transmitido em relações sexuais e chega a contagiar até 100 vezes mais do que o vírus da Aids.
“Sexo seguro deve ser feito com camisinha, seja durante o carnaval, ou ao longo do ano. O contágio com a hepatite B pode ocorrer em uma única relação sem proteção”, enfatiza Baía.
Também é importante ficar atento na hora das refeições. Alimentos e até mesmo água comercializados nas ruas ou em ambientes precários, sem que haja condições básicas de higiene, podem estar contaminados e servir de vetores para a hepatite A.
O ideal é evitar, inclusive, dividir copos, latinhas de cerveja e talheres, pois este tipo de vírus é transmitido, também, pelo contato pessoal.
“A troca de saliva pode transportar o vírus. Portanto, não compartilhar bebidas com desconhecidos, por exemplo, é uma forma simples de prevenção”, explica o especialista.
A hepatite C é a maior responsável pela cirrose hepática em todo Brasil e desencadeia cerca de 40% dos transplantes de fígado realizados no Estado. Transmitido pelo sangue contaminado, o vírus do tipo C sobrevive por várias horas ou até por alguns dias fora do corpo. “A maior preocupação em períodos de festa é com os usuários de drogas injetáveis, que costumam dividir seringas e, sem saber, acabam se contaminando”, destaca Carlos Baía.
A preparação para o carnaval também exige cuidados contra a hepatite C. Para as mulheres a dica é levar o seu próprio kit com alicate e outros instrumentos às manicures. Já os homens devem ficar atentos à higiene com tesouras e outros utensílios na ida ao barbeiro. E se a folia incluir, também, uma nova tatuagem no corpo, só vale se as agulhas do estúdio forem esterilizadas.
 http://www.jornaldeitupeva.com.br/noticia.php?id=120217110221

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

PARCERIA EVA E ATX-BA NO CARNAVAL

 CAMPANHA DO EVA E ATX-BA EM PROL DA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS

Com a campanha de doação de órgãos da ATX-BA em parceria com o EVA neste carnaval de 2012 mais uma vez estamos chamando atenção para um tema de vital importância para milhares de pessoas no Brasil e na Bahia. 

Ao GRUPO EVA que através da alegria do carnaval baiano levantou a bandeira da doação de órgãos  o nosso respeito e agradecimento em nome da VIDA.

Aplaudimos o EVA e NU OUTRO e seus cantores Saulo e Alexandre Peixe por participarem do desta campanha educativa no carnaval do EVA.
                                                               ATX-BA
Você pode ajudar outras pessoas contando o que vivenciou com um transplante ou com doação de órgãos. Mande um e-mail se quiser publicá-lo em nosso blog.

DEPOIMENTOS: 
 “Nenhum de nós pode considerar-se livre da possibilidade de precisar de um órgão, o destino   aponta para qualquer um” – João Ubaldo Ribeiro
O transplante é, sem dúvida, a tão esperada resposta para milhares de pessoas com insuficiências orgânicas terminais ou cronicamente incapacitantes. É, sem dúvida, um procedimento médico com enormes perspectivas, porém impossível de ser executado sem o consentimento de uma população consciente da possibilidade, da necessidade e responsabilidade de depois da morte, destinar os seus órgãos para salvar vidas.
Neste sentido, acreditamos que no cenário dos transplantes não existem estrelas, todos - pacientes, médicos  e doadores - são igualmente importantes, pois não existe transplante sem doador. Acreditamos também que a questão da escassez de órgãos para transplantes, mais acentuada no Brasil do que em outros países, somente será resolvida através de um intenso esforço de educação de toda a sociedade, incluindo, em curto prazo e em especial, os profissionais de saúde, atores que dão início e finalizam o processo. Não menos importante é a implementação de políticas de saúde pública que priorizem a prevenção de doenças que levam a indicação de transplante.
A conscientização da sociedade como um todo, tarefa de longo prazo, deve ser iniciada nas escolas, o centro ideal de formação integral dos jovens, incluindo o exercício da cidadania. Neste sentido, a incorporação dessa temática nos conteúdos curriculares dos diversos níveis de ensino é determinante para se lograr uma atitude crítica que permita o debate e a análise dos avanços científicos que influenciam a nossa saúde e determinam o rumo da nossa existência. Afinal de contas, os estudantes de hoje são os futuros médicos, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos, biólogos, engenheiros, pesquisadores, técnicos de laboratórios, cidadãos, governantes e potenciais doadores e receptores de órgãos, beneficiários da admirável tecnologia dos transplantes. 
 
"Transplante é muito mais do que uma simples cirurgia. É um procedimento que envolve a mais profunda conexão entre seres humanos."
- James F. Burdick.
 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

ATX-BA E EVA - Doação de Órgaõs no Carnaval


 Eva e ATX-BA destacam a doação de órgãos no carnaval
por Banda Eva, terça, 14 de Fevereiro de 2012 às 11:50 ·

DOE VIDA, DOE ÓRGÃOS - Como acontece todos os anos, o Grupo Eva vai destacar no Carnaval 2012 mais uma campanha educativa. Desta vez o tema abordado será a doação de órgãos e junto com a Associação de Pacientes Transplantados da Bahia - ATX-BA, o Eva vai aproveitar a grandiosidade da festa para esclarecer alguns pontos fundamentais sobre o assunto. A participação da população em prol da doação de órgãos pode melhorar a realidade dos transplantes no País. 
Para se tornar doador não é preciso deixar nada por escrito, nenhum documento. Basta avisar a família, porque é ela quem vai autorizar a remoção dos órgãos no caso de doação após a morte cerebral.  Na Bahia ainda há uma negativa familiar em torno de 60%. 
Conhecendo um pouco da ATX-BA - A Associação de Pacientes Transplantados da Bahia foi fundada em 1999 em Salvador por Márcia Fraga Maia Chaves após seu transplante de rim doado por seu pai aos setenta e cinco anos, realizado no Hospital do Rim e Hipertensão em São Paulo. A ATX-BA é uma entidade sem fins lucrativos que visa dar orientação e assistência aos seus associados e familiares na reintegração na vida social. A Instituição funciona no Centro Médico do Vale, onde atende os pacientes transplantados e candidatos a transplantes.

 https://www.facebook.com/notes/banda-eva/eva-e-atx-ba-destacam-a-doa%C3%A7%C3%A3o-de-%C3%B3rg%C3%A3os-no-carnaval/298655436862407?ref=nf

Noticias ATX-BA- CarnaSite

15/02/2012 - 06h50

            Eva faz campanha educativa no Carnaval          

Como acontece todos os anos, o Grupo Eva vai destacar no Carnaval 2012 mais uma campanha educativa.
Desta vez o tema abordado será a doação de órgãos e junto com a Associação de Pacientes Transplantados da Bahia - ATX-BA, o Eva vai aproveitar a grandiosidade da festa para esclarecer alguns pontos fundamentais sobre o assunto. 
A participação da população em prol da doação de órgãos pode melhorar a realidade dos transplantes no País. 
Para se tornar doador não é preciso deixar nada por escrito, nenhum documento. Basta avisar a família, porque é ela quem vai autorizar a remoção dos órgãos no caso de doação após a morte cerebral. Na Bahia ainda há uma negativa familiar em torno de 60%. 
Conhecendo um pouco da ATX-BA - A Associação de Pacientes Transplantados da Bahia foi fundada em 1999 em Salvador por Márcia Fraga Maia Chaves após seu transplante de rim doado por seu pai aos setenta e cinco anos, realizado no Hospital do Rim e Hipertensão em São Paulo.
A ATX-BA é uma entidade sem fins lucrativos que visa dar orientação e assistência aos seus associados e familiares na reintegração na vida social. A Instituição funciona no Centro Médico do Vale, onde atende os pacientes transplantados e candidatos a transplantes.
 Redação Carnasite
 http://www.carnasite.com.br/v4/noticias/noticia.asp?CodNot=14217

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

ATX-BA - CARNAVAL COM O EVA E NU OUTRO

Em parceria com o Grupo EVA a Associação de Pacientes Transplantados da Bahia (ATX-BA) abordará um tema inédito no carnaval da Bahia: a doação de órgãos.
Visando criar uma cultura sobre a doação de órgãos na Bahia.

Com o cantor Saulo e Alexandre Peixe levando para a Avenida e circuito Barra/Ondina  a alegria
do carnaval e a esperança para milhares de pessoas que esperam pela doação de um órgão para VIVER.



www.grupoeva.com.br
www.atxbahia.com.br